domingo, 9 de março de 2014

A BANDA ROCK BRASÍLIA CONFIRMA PRESENÇA NO TRADICIONAL PROJETO CANTA GAVIÃO (COM CIDA CARVALHO) - O ABAIXO ASSINADO DO ROCK MADE IN DF VAI JUNTO!

A Rock Brasília estará apresentando sua live performance no próximo 22 de março, sábado, onde a festa começará às 17h na satélite do Cruzeiro (leia foto-panfleto). O horário da Rock Brasília se apresentar ainda será informado pela gerência de cultura daquela RA. Dessa vez o Canta Gavião estará sob direção de Cida Carvalho, a maior promoter do Rock made in Brasília da atualidade, quando a questão se trata de fazer pra valer e do próprio bolso. Promoters chapa-branca não contam, obviamente, pois, fazer graça com chapéu alheio é fácil. O chapéu alheio aqui, pra quem não entendeu direito, é a grana pública. Cida faz do próprio bolso, com a colaboração das genuínas bandas de rock puro sangue e poucos patrocinadores que desejam ver Brasília tornar-se, de fato, Capital do Rock. Sem era de ouro nenhuma, obviamente. O abaixo assinado vai tocar na Capital nesse dia-noite, minha prima já está lá e é por isso que eu também vou, com direito a assinar essa bagaça e ver esse Rock de Brasília contemporâneo rolar!

domingo, 23 de fevereiro de 2014

CIDA CARVALHO - A MAIOR PROMOTER DO ROCK BRASÍLIA DA ATUALIDADE

Enquanto a discussão acerca do desabandono das bandas de rock do DF pelo Governo e em detrimento de anos de investimento público em torno da mesma história do rock da capital dos anos 80, Cida Carvalho (produtora de rock) prefere dizer que o Sarau Psicodélico por ela promovido não tem lado! Eta mulher porreta! Todavia esse negócio de não ter lado não funciona se o assunto envolve rock n roll. Mesmo quando o rock não escolhe lado as circunstâncias a seu redor tomam a decisão por si mesma: no mínimo é tratado com discriminação e aí o bicho pega, pois, assim estará fatalmente fadado a se acomodar do lado dos discriminados. E nesse sentido, Cida, não tem jeito, ainda que tais discriminados muitas vezes não percebam que o são. Isto não muda em nada a realidade de se estar segregado. E a razão desse discurso panfletário é a tal discussão sobre o Rock Brasília Lado B, apontado pela banda que leva o nome desse blog como sendo o lado discriminado pelas políticas públicas de todos os Governos pós 80. Nenhum tratou os rockers contemporâneos com seriedade. E isso é fácil de entender, vez que o que contou e conta para os detentores dos cofres públicos é a tal história dos anos 80, quando menos de meia dúzia de bandas originadas no DF correram para São Paulo e Rio para fazerem sucesso e lograram êxito. Porém nunca mais se radicaram na cidade. Todavia, tornaram-se ironicamente bandas caras com presença garantida em todas as festas oficiais do GDF desde então. E o resto estamos cansados de saber: a era de ouro foi estabelecida nesse contexto que chamamos Lado A do Rock Brasília. O Lado B está na UTI e promovemos ( a banda deste blog) abaixo assinado nas ruas do DF para provocar as devidas mudanças: que o Lado A dessa bagaça vire Museu, com todas as pompas e o devido reconhecimento, enquanto o Lado B vire turismo com o incentivo das políticas culturais públicas voltadas para tanto. O retorno será garantido e acontecerá com Brasília o que acontece com a cultura dos estados da Bahia, de Pernambuco, do Rio de Janeiro etc. Por essas e muitas outras, grande promoter Cida Carvalho, continue nas ruas, nos guetos, nas praças, nos teatros de grande e pequeno porte, porque o Sarau não pode parar! Ele faz com que a realidade dos músicos do rock n roll made in DF seja vista, analisada, encarada e levada a sério, graças a você e poucos outros que tem coragem de fazer o rock n roll rolar, ainda que este esteja na U.T.I.! Você valoriza e muito as bandas alternativas e as produções independentes e todas essas forças juntas farão incontestavelmente o virar da mesa. Por Rogerio Aguas.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

ROCK BRASÍLIA - LADO ´B´ VAI SAIR DO ESTADO DE COMA. ASSINE O ABAIXO ASSINADO DO ROCK N ROLL

A banda Rock Brasília, antiga Look Brasília, está nas ruas da cidade com abaixo assinado para colher 10mil assinaturas e levá-las ao Governador do DF, Agnelo Queiroz. Para entender a inciativa do guitarrista Rogerio Aguas e seus colegas de banda, Fábio Cerqueira, Magu Cartabranca e Maicon basta entender o seguinte: existem duas realidades a respeito do que é chamado na Capital da República de Rock Brasília. A primeira é concernente às bandas que fizeram sucesso nos anos 80, incluindo aí o maior ícone dessa era, Renato Manfredini Jr, O Renato Russo. Os rockeiros reclamam que o Governo do Distrito Federal - GDF, em todas as suas nuances e com seus respectivos governadores (Joaquim Roriz, Cristovam Buarque, José Roberto Arruda e o atual Agnelo Queiroz)investiram pesado em shows, cachets, estruturas e publicidade que aparecem a cada ano no calendário oficial. Projetos milionários são executados para contar, recontar e requentar a mesma história: os anos 80! E a segunda realidade surge em detrimento desta: as bandas de rock que seguiram seus destinos pós anos 80 literalmente se ferraram no que diz respeito a apoio de verba dessa desequilibrada políta pública do GDF. Ou seja, não sobra quase nada para incentivar, fomentar e garantir a existência do Rock Brasília - lado B. Quiçá o GDF seguisse o exemplo das políticas públicas do estado da Bahia, do Rio de Janeiro, de Pernambuco, pois, nesses estados respectivamente o axé, o samba e o frevo tem fomentação direta dos cofres públicos e retorno garantido através do turismo de seus estados. Mas em Brasília, quem faz turismo para conhecer a famigerada Capital do Rock não tem para onde correr. Ora, as bandas que fizeram sucesso e ainda o fazem nesse eterno contesto não estão em Brasília! Ah sim, estão por ocasião do aniversário da cidade para levaram seus cachets de ouro, afinal são do Rock Brasília Era de Ouro. Haja ouro! E não pára aí. Sabe-se das questões de superfaturamento de cachets, veja o caso do Amado Batista (R$400mil. 3 vezes a mais do que o cantor cobra Brasil afora) e muitos outros onde a verba pública vai escancaradamene pelo ralo, quer seja brega, axé ou seja rock. O estilo não importa. Todavia, os artistas que necessitam de uma cena turística-cultural forte no DF para manterem-se por seu próprio trabalho, padecem. Em outras palavras, a corrupção levou o Rock Brasília sem lenço, sem documento e muito menos ouro a um estado de coma. Precisa sair dele e com urgência! Por esta razão centenas de bandas de rock da Capital estão se ligando nesse movimento que visa virar a mesa: investimento público sim, na Capital do Rock e na cena do rock da cidade, da atualidade, daqueles que vivem e fazem do DF seu palco permanente. E é por isso que a banda Rock Brasília convoca a população do DF a assinar junto o abaixo assinado do rock n roll made em Brasília para mostrar às autoridades da Capital que a cidade quer virar a página.

sábado, 11 de janeiro de 2014

ROCK BRASÍLIA - SUA INFINITA ERA DE OURO VAI VIRAR A PÁGINA!

Domingo, 12 de janeiro, a banda Rock Brasília estará com seu staff na Feira dos Importados promovendo filmagens externas para o video clip Ajude a Salvar o Paciente. O video terá convidados ilustres: o australiando David Luke e o brasileiro que tem dupla cidadania (também é australiano) Matias Santos. Matias fez parte do filme A Casa de Cera, onde participou das últimas cenas. E a cera derretida por esse thriller de sucesso mundial teve a participação de Paris Hilton, dentre outras estrelas hollywoodianas. Matias viveu em Brasília antes de mudar para a terra dos cangurus e ao retornar à Capital percebeu logo o marasmo no cenário do rock local, tomou partido e resolveu entrar nas filmagens logo que soube das mesmas para reforçar o movimento. A banda Rock Brasília levará ainda abaixo assinado para a feirinha. Após 10mil assinaturas os roqueiros entregarão o documento ao Governador Agnelo Queiroz, com intuito de mudar a política pública do GDF (no caso, da Secretaria de Cultura) que não deixa de fazer dos anos 80 uma eterna Era de Ouro, em detrimento de investimentos no rock brasília da atualidade. Compareça e entre nas imagens a serem capturadas junto ao público de Brasília. No entanto, não esqueça de assinar o documento de apoio para virar a página dessa história. por Gil Camilo.

sábado, 4 de janeiro de 2014

EM 2014 PARTICIPE DO MOVIMENTO PARA TIRAR O ROCK BRASÍLIA - LADO B - DA U.T.I. MESMO COM A CARAVANA DAS BANDAS DE ROCK DA CIDADE SENTANDO A PUA NA POLÍTICA DA SECRETARIA DE CULTURA, O PACIENTE CONTINUA MORIBUNDO!

(Folder da banda Rock Brasília - show no Sarau Psicodélico - Cida Carvalho) A verdade é que na passagem de ano, mais uma vez, a Secretaria de Cultura do GDF mostrou a cara e limou qualquer ação que fizesse jus ao título que tanto usa: Brasília, Capital do Rock! E atacou de Luan Santana e cia! É coisa p´ra fazer rir. Enquanto outros Estados da federação levaram milhões de pessoas às ruas, fazendo jus às suas tradiçoes estaduais, os poucos que compareceram ao reveillon oficial do GDF eram contados e recontados e os números saltaram de 30 mil para 80 mil pessoas (informações veiculadas pelos jornalistas ao vivo) de uma hora p`ra outra! Quem sabe o humorístico Zorra Total não aproveite essas piadas da Secretaria! Mas vale lembrar que a luta continua e 2014 é ano de fazer as coisas mudarem! As tribos do rock n roll na Capital da República estão antenadas e enquanto os diretores que fazem a política pública cultural do GDF continuam se fazendo de surdos os roqueiros apregoam em seus pequenos shows, com toda precariedade, mambembe, mas eficaz: a canção continua a mesma (tomei emprestado sim, do título do álbum ao vivo do Led Zepp: The Song Remains the Same). Porém, amigos do rock n roll made in Brasília: isso vai virar, a canção deixará de ser a mesma e o lado B dessa história vai ser levado em conta. Compareça ao show da banda Rock Brasília (antiga Look Brasília), no dia 25, no Setor de Mansões Bernardo Sayão - Guará (acervo do rock do Mãrio Pazcheco - Do Próprio Bolso)e faça parte dessa nova página da história. Texto de Rogerio Aguas.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

ACERCA DO DEBATE DO ATUAL ESTADO DO ROCK BRASÍLIA, KIKO ZAMBIANCHI FOI INCISIVO: O ROCK MORREU!

É isso mesmo. Ninguém menos que Kiko Zambianchi afirmou, durante entrevista concedida ao programa Left N Right, que o rock morreu! Enquanto o debate neste blog é saber se o Rock Brasília está na U.T.I. ou não, Zambianchi deu a sentença de morte! Mas isso na visão própria desse artista de renome nacional e com total consciência da realidade do que é o espaço dos rockers hoje em dia, comparado, obviamente, ao que Kiko vivenciou em outra fase de sua carreira dentro do rock nacional. E tem mais. Kiko se referiu ao contexto geral, algo muito além da dita cuja Capital do Rock. Para o artista radicado em Sampa, quando a produção no DF diz respeito a rock (puro sangue) o negócio é mambembe. Mas quando a produção envolve sertanejo e música baiana com rock ou sem rock, o cenário muda para produções de nível internacional. Rogério Águas entrevistou Kiko por ocasião de sua apresentação aos 27 de junho deste, na casa Santa Fé, Jardim Bootânico. E para finalizar este é importante lembrar que nossa discussão acerca do Rock Brasília - Lado B e na atualidade - continua, destacando ainda que Kiko Zambianchi tem razão: na Capital do Rock o que manda é sertanejo e música baiana, quando quem paga a conta é a Secretaria do Cultura do GDF! Gil Camilo