Após o fim de todo um processo de abdução de boa parte do planeta promovida pela nave da Copa do Mundo, a volta à Terra e à sua realidade vai se ajustando aos poucos, principalmente, pela rotina e os noticiários nossos de cada dia. E para não quebrar aquele efeito fantástico propiciado por aquela nave que calou até os mais fervorosos arautos da tragédia durante a Copa do Mundo e aqueles que mais criticavam o campeonato mundial é que esse blog aguardou para publicar essa triste nota sobre a morte de Tommy Ramone, baterista da banda punk The Ramones. Sexta, 12 de julho, em Nova York, Tommy partiu para a eternidade depois de lutar contra o câncer. Este blog da banda Rock Brasilia destacou a track I dont care, gravada pelos Ramones em 1977 (veja matéria: Legião Urbana Surripiou os Ramones, nas postagens anteriores), e qualquer um que ouça a track do clip que está em nosso perfil vai sacar que a Legião pegou a harmonia nua e crua de I dont care e plagiou feio. Pior que isso é não acertar as contas com os representantes legais dos Ramones, a exemplo, pois, da banda inglesa Led Zeppelin, conforme publicamos na matéria acima citada. O Led pagou caro pelos plágios que fez, dentro e fora dos tribunais. A alusão sobre I dont care é proposital, tendo a função pura e simples de mostrar a influência dos Ramones no Brasil. Sem eles muitas bandas que surgiram nos anos 80 sem saber compor, por não saber tocar direito, promoviam plágios descarados para suprir suas mediocridades musicais, e se assim não fosse jamais teriam surgido no cenário nacional com tanta força. Salve os Ramones! É incrível não ver nenhum integrante desses grupos assumir publicamente os plágios que promoveram. Mas quem se importa? Nós! Se para muita gente isso não vale nada, para nos importa sim e muito. Importa tanto ver desde o Governador Arruda ser preso em pleno exercício do poder, sendo o primeiro Governador de Estado preso nos mais de 500 anos de história do Brasil, quanto assistir o reconhecimento oficial de plágio e os devidos pagamentos e créditos arcados pela banda inglesa Led Zeppelin. Por essas e outras razões, acerca da ida para o outro mundo de Tommy Ramone, We care, brother of rock n roll. God bless you. (tradução: Nós nos importamos, brother do rock n roll. Deus te abençoe. Gilberto Camilo
quarta-feira, 23 de julho de 2014
TOMMY RAMONE: YES, WE CARE.
Após o fim de todo um processo de abdução de boa parte do planeta promovida pela nave da Copa do Mundo, a volta à Terra e à sua realidade vai se ajustando aos poucos, principalmente, pela rotina e os noticiários nossos de cada dia. E para não quebrar aquele efeito fantástico propiciado por aquela nave que calou até os mais fervorosos arautos da tragédia durante a Copa do Mundo e aqueles que mais criticavam o campeonato mundial é que esse blog aguardou para publicar essa triste nota sobre a morte de Tommy Ramone, baterista da banda punk The Ramones. Sexta, 12 de julho, em Nova York, Tommy partiu para a eternidade depois de lutar contra o câncer. Este blog da banda Rock Brasilia destacou a track I dont care, gravada pelos Ramones em 1977 (veja matéria: Legião Urbana Surripiou os Ramones, nas postagens anteriores), e qualquer um que ouça a track do clip que está em nosso perfil vai sacar que a Legião pegou a harmonia nua e crua de I dont care e plagiou feio. Pior que isso é não acertar as contas com os representantes legais dos Ramones, a exemplo, pois, da banda inglesa Led Zeppelin, conforme publicamos na matéria acima citada. O Led pagou caro pelos plágios que fez, dentro e fora dos tribunais. A alusão sobre I dont care é proposital, tendo a função pura e simples de mostrar a influência dos Ramones no Brasil. Sem eles muitas bandas que surgiram nos anos 80 sem saber compor, por não saber tocar direito, promoviam plágios descarados para suprir suas mediocridades musicais, e se assim não fosse jamais teriam surgido no cenário nacional com tanta força. Salve os Ramones! É incrível não ver nenhum integrante desses grupos assumir publicamente os plágios que promoveram. Mas quem se importa? Nós! Se para muita gente isso não vale nada, para nos importa sim e muito. Importa tanto ver desde o Governador Arruda ser preso em pleno exercício do poder, sendo o primeiro Governador de Estado preso nos mais de 500 anos de história do Brasil, quanto assistir o reconhecimento oficial de plágio e os devidos pagamentos e créditos arcados pela banda inglesa Led Zeppelin. Por essas e outras razões, acerca da ida para o outro mundo de Tommy Ramone, We care, brother of rock n roll. God bless you. (tradução: Nós nos importamos, brother do rock n roll. Deus te abençoe. Gilberto Camilo
terça-feira, 17 de junho de 2014
DISPUTA PELA LEGIÃO URBANA: NESSA QUEDA DE BRAÇO O DIREITO DEVE SEGUIR A REALIDADE, NÃO O CONTRÁRIO.
Para os que seguem a história do desdobramento da Legião Urbana de perto, a disputa judicial entre o herdeiro de Renato Russo, Giuliano Manfredini, e os músicos Dado Villa Lobos e Marcelo Bonfá, respectivamente guitarrista e baterista da Legião, não era nem de longe novidade alguma. Nos eventos culturais espalhados pelo DF volta e meia podia-se ouvir que as pazes teriam sido feitas pelas partes litigantes. Todavia, após a matéria sobre esse tema ter sido veiculada pelo programa da TV Globo, o Fantástico, não restaram quaisquer dúvidas de que a coisa estava feia e longe de qualquer acordo. Pois bem, sabendo que Rogerio Aguas promoveu as gravações de Rock Solidário é Rock Mesmo (leia release biográfico de Rogerio Aguas nesse blog), onde Giuliano e sua tia Carmem Manfredini gravaram no mesmo álbum que Loro Jones, Murilo Lima e outros (para contribuir com obras sociais voltadas para recuperação de dependentes químicos), perguntamos a Rogerio o que ele pensa sobre essa disputa judicial. Segue abaixo as considerações de nosso musicista, que também é professor de direito. " Há um brocardo jurídico conhecido de qualquer um no universo jurídico, desde os mais novos alunos dos cursos de bacharel em direito espalhados pelas faculdades brasileiras, até os mais nobres e antigos advogados, de que é melhor um mal acordo do que uma boa briga. Porém, pela matéria veiculada na TV as partes envolvidas ainda não chegaram a esse entendimento. Meu contato com Giuliano e sua família aconteceu somente por ocasião de homenagens que contribuí como reconhecimento a Renato Russo e durante as gravações do Rock Solidário, salvo nos eventos que sucederam ao álbum que gravamos e algumas vezes quando eu, Loro e Magu o encontramos esporadicamente em nossa city. Uma coisa que me anima ao ver essa disputa de longe é o fato de ter ajudado a direcionar Giuliano para estudar Direito no Uniceub, quando eu era diretor cultural do DCE e com o apoio do então presidente Luciano, promovi junto à direção do Uniceub a praça Renato Russo, em frente ao edifício da faculdade de jornalismo. Mesmo tendo mudado de curso depois de um tempo, Giuliano frequentou as aulas do curso de direito e talvez isso ajude alguma coisa, apesar de não precisar de nada disso tendo em vista o porte dos advogados que o representam. No mais, creio que o entendimento da jurisprudência que vem sendo construída no direito brasileiro como um todo, e no direito de família, em particular, possa ajudar a levar luz ao caso, pelo seguinte: vejamos os julgados abaixo:
O STJ apreciou essa hipótese , no REsp. 196-RS, Relator Min. Sálvio de Figueiredo (in RT 651/170):
“Sucessão. Direitos hereditários. Casamento em regime de comunhão universal de bens. Terreno adquirido posteriormente à separação de fato. Incomunicabilidade dos bens adquiridos pelo marido sem qualquer participação da mulher, depois de desconstituída de fato da sociedade conjugal - art. 226, § 5º da Constituição da República. Recurso não provido.” (TJSP, Ap. Cív. no 169802-1, rel. Des. Matheus Fontes, 25/06/92, 5ª CC, JUIS – Jurisprud. Informatizada Saraiva, vol. 5)
“Divórcio. Partilha. Bens adquiridos durante a separação de fato. Incomunicabilidade do bem adquirido. Exclusão do imóvel da partilha. Recurso provido. O regime de bens é imutável, mas, se o bem foi adquirido quando nada mais havia em comum entre o casal, repugna ao Direito e à moral reconhecer comunhão apenas de bens e atribuir metade desse bem ao outro cônjuge.” (TJSP, Ap. Cív. no 170.028-1, rel. Des. Campos Mello, 05/08/92, Lex 141/82).
O grande princípio aplicado nessas decisões é que o direito segue a vida e não o contrário, mesmo tendo, por outro lado, uma legislação muitas vezes desatualizada e distante da realidade. Contudo, nossos juristas, doutrinadores e magistrados trabalham sério para preencher essas lacunas que deveriam ser sanadas pelos parlamentares. Voltando à jurisprudência acima citada, se os cônjuges estão de fato separados, não é o papel que garante bens adquiridos sem esforço do outro, sob pena de se dar vazão ao enriquecimento ilícito. No caso da Legião Urbana é fato que a banda era Renato, Dado e Bonfá (tendo o quarto componente saído no início da banda, Negrete). Claro que só podemos falar com base no que lemos na imprensa, desconhecendo maiores detalhes do caso. Todavia, perceba que no início da matéria desse blog você mesmo cita Dado e Bonfá enquanto guitarrista e baterista da Legião e isso acontece da mesma forma quando a matéria é do Fantástico ou de qualquer outro veículo. O domínio da marca Legião Urbana não tem o poder de desconstruir esse fato, sendo que ninguém ali era empregado de ninguém, pois se tratava de uma genuína banda de rock onde os três componentes faziam parte de um só grupo. Acompanhando a atual jurisprudência brasileira, não restam dúvidas de que o direito mais uma vez vai seguir a vida, a realidade e não o contrário. Para concluir, no caso de Giuliano, ele é herdeiro de Renato e por isso seus direitos correspondem exatamente ao que cabia a Renato, nem mais, nem menos e isso vale para as outras partes da banda. Que o litígio termine sem maiores problemas e espero ter contribuído de alguma forma com nossos amigos do blog que solicitaram minha manifestação." por Gilberto Camilo e Rogerio Aguas
Leia também :
Aprenda Gestão de Marca com a Legião Urbana! (#sóquenão)
Mais de 17 anos depois do fim da banda uma disputa (sem fundamento) pela marca levou a Legião Urbana de volta ao Fantástico. Pena que o motivo foi justamente uma briga ente os ex-integrantes da banda e o herdeiro de Renato Russo
Rudinei Rodrigues, 9 de junho de 2014. http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/aprenda-gestao-de-marca-com-a-legiao-urbana-soquenao/78024/
A pergunta que não quer calar é: por que o Bonfá e o Dado Villa-Lobos não eram sócios da empresa? Se fossem todos sócios não haveria essa disputa.
Porque eles concordaram com uma situação tão absurda? Ingenuidade? Falta de maturidade? Excesso de confiança?
E por outro lado: por que o Renato Russo criou uma empresa para administrar a marca da banda sem que seus "parceiros" fossem sócios? Será que tem uma pitadinha de má-fé? Um certo egocentrismo? Uma sensação de "a banda é minha"?
Especulações à parte, a moral da história é simples: excesso de confiaça prejudica. Não misture as coisas, sua empresa, startup, banda, grupo ou dupla, entre outros, é uma marca, um negócio. Então, trate-o de maneira séria e profissional ou arque com as consequências e não fique chorando pelos cantos.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
COMFORTABLY NUMB - ROCK BRASÍLIA FAZ HOMENAGEM A LIONEL MESSI E DAVID LUCAS EM CLIP COM ABAIXO ASSINADO E TUDO!
quarta-feira, 11 de junho de 2014
LUZIÂNIA DEIXA CAPITAL DO ROCK PRA TRÁS - KMS DE DISTÂNCIA DE BRASÍLIA NO RANKING DO ROCK N ROLL
A banda Rock Brasília considera Luziânia a cidade mais rock n roll do centro-oeste, deixando Brasília a quilômetros de distância no ranking do rock n roll. A questão é muito simples, segundo os componentes da banda: a cena do rock do DF está deturpada pelo poder público, pois, a velha Secretaria de Cultura - SEC-DF congelou os anos dourados, ou melhor, a Era de Ouro, como sendo a total representatividade do rock feito no DF, o que esse blog repudia e está cansado de denunciar. E nada muda. O exemplo do eterno aniversário de Brasília, onde se pode saber as novidades lendo os calendários do últimos 20 anos da mesma Secretaria viciada basta para saber do que estamos falando. Os artistas, meia dúzia deles, com seus produtores dos anos da Era Dourada agradecem com bolsos e contas bancárias cheias (some-se o que a Secretaria de Cultura pagou nessas últimas décadas para essa mesma gente da Era de Ouro que nunca seca!) Daí quando se compara a cena do rock n roll nas cidades ditas do entorno, ali do Valparaíso pra lá, qualquer um enxerga que o cenário para aquelas bandas não foi viciado pela SEC-DF, graças a Deus! E nos palcos de lá, a banda Rock Brasília vê Luziânia como a capital do rock do Centro-Oeste, porque em todos os palcos do Estado de Goiás onde a banda tem apresentado sua performance, Luziânia é imbatível! A banda parabeniza os calorosos rockers daquela city e manda daqui mesmo saudações do rock n roll pra todos! E para finalizar, a nota que ora se apresenta é publicada como forma de reconhecimento de Luziânia, como cidade do rock, e homenagear toda a produção do show que rolou no dia 07 deste, no Centro de Convenções da city. A organização foi de Cida Sann.
domingo, 25 de maio de 2014
666 - FOI NA TESTA OU FOI NO BRAÇO? - BANDA ROCK BRASÍLIA LANÇA O HIT COM VISTAS À OBRA DE ALDOUS HUXLEY
A banda Rock Brasília gravou o hit 666 - Foi na testa ou foi no braçoraço? após quase três décadas da criação da obra. No princípio Nielson Quirino e os irmãos Osvanir e Nildo deram forma a uma paródia de hipotética situação onde uma pessoa qualquer teria sido gravada pelo 666, marca que assombra o mundo todo por quase dois mil anos (Apocalipse, cap. 13:16-18). Foi na testa ou foi no braço? é, de fato, pura ironia, vez que o texto apocalíptico não cita braço, mas testa e mão. Quem conhece ou conheceu de perto aquele trio de compositores consegue perceber de longe que a inspiração da obra está diretamente ligada ao aguçado senso de humor daquela turma. Mas voltando ainda no remoto passado da concepção da obra, após o princípio acima citado, chegava a vez de Rogerio Aguas ter tido contato com o futuro hit. Aguas ouviu uma execução da obra ainda em gestação e percebeu na hora que a harmonia estava errada, pois, enquanto Nielson cantava a música e Nildo acompanhava no violão, a tonalidade maior e menor dos acordes junto com a melodia cantada entravam em choque. Todavia, Aguas achou interessante a paródia que aliviava a forma de encarar assunto tão pesado, que trata do final dos tempos de forma trágica. Pois bem, tempos depois, Aguas participou do histórico show gospel na Fábrica (1997), no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), em Brasília. Brother Simeon (do Katsbarnéia - SP), CIA de Jesus (de Anápolis - Go) e a banda de blues gospel Stratosfera (DF) (formada por Aguas, Osvanir, Nielson e participações especiais de Anibal e Wellington), tudo sob o comando da Fundação Renascer, filial do DF. Aquele show foi a única vez em que Foi na Testa ou Foi no Braço? seria executada em performance profissional em seus quase 30 anos de existência. Naquele show Aguas preparou uma esquete, onde Anibal segurava uma bíblia enorme com uma cruz branca desenhada na capa, para repreender a besta (ninguém se lembra quem fazia aquele papel, talvez o Wellington), enquanto a banda executava a obra e era acompanhada pelo público gospel que enchia a Fábrica: Foi na Testa ou Foi no Braço? era o côro que ecoava em todos os cantos da casa. Osvanir puxava a coreografia que apontava com uma das mãos para o braço e para a testa, e isso tocando baixo, pulando e não deixando a peteca cair! Aguas garantia os acordes densos, escuros e na tonalidade menor, fazendo com que a atmosfera da obra ficasse com cara de trilha sonora de filme de terror. O hit estava lá, aprovadíssimo pelo público gospel. Todavia, a obra só voltaria a ser executada em público no ano de 2013, com seu formato finalizado pela banda Rock Brasília. O tempo passou e Aguas sempre trabalhou os acordes, arranjos de baixo, guitarra solo e também uma nova estrofe para a obra. Aguas acreditava que na proposta inicial da letra pairava um certo grau de sadismo na ótica de quem estava apontando para a pessoa que teria sido marcada feito gado pronto pra morrer, sendo esse o motivo que o fez acrescentar os versos que dizem: Se você desesperado, abalado já cansou de ver tanta gente no planeta querendo explorar você... levando a interpretação da obra para um patamar onde quem foi marcado pelo número da besta, nesse contexto, é mera vítima do sistema de exploração e domínio, onde a besta ou as bestas são aqueles que detêm o poder e tratam as pessoas como gado, na melhor visão de Aldous Huxley. Esse é o verdadeiro sentido de Foi na Testa ou Foi no Braço? gravada, produzida e dirigida por Rogerio Aguas. E foi nos ensaios da banda Rock Brasília, no final de 2013, que a necessidade de inserir no set list da Rock Brasília algo que Magu Cartabranca pudesse expressar melhor sua nova concepção de veterano do rock, que Aguas apresentou Foi na Testa ou Foi no Braçoraço? ao grupo. Aprovado na hora, na hora mesmo. Naquele ensaio a banda executou perfeitamente o formato final do hit. Aguas entrou em contato com os outros compositores, anunciou tudo e propôs a gravação e o competente registro incluindo o nome dos quatro compositores da obra. Após tudo devidamente acordado, estúdio de áudio e video em ação. Prepare-se, pois, Foi na Testa ou Foi no Braçoraço? vem aí com um best seller no mundo dos clips, no melhor estilo que consagrou de vez Michael Jackson na categoria dos famigerados thrillers. Interessante destacar ainda que durante as gravações in studio dessa magnífica obra, um gatinho branco entrava na técnica do Studio Alonso Maartins e ficava ali até as guitarras serem desligadas. Lembrou o cachorro preto que fez o mesmo durante as gravações de Black Dog (por isso que o nome da canção é Black Dog), do Led Zeppelin. Perceba o detalhe nos contrastes: banda pequena, banda grande, cachorro preto, gato branco!
A obra foi gravada nos Studios: Alonso Martins & Bruno Formiga. Por Gilberto Camilo
sábado, 17 de maio de 2014
Noé, de Darren Aronofsky: entenda o filme. Crítica numa perspectiva astro-histórico-teológica.
Por discordar da crítica superficial que a mídia publicou por ocasião do lançamento desse clássico do cinema, Noé, de Darren Aronofsky, e acreditar que estão pegando pesado demais com a produção dessa obra, Rogerio Aguas resolveu deixar sua contribuição para melhor entendimento da ótica que Darren Aronofsky abordou Noé, pois, Aguas além de musicista é teólogo, professor de direito e estudante de Astronomia (fez Astronomia para Educadores na UnB, dentre outros cursos do gênero). Em primeiro lugar, Aguas acredita que o diretor do filme, Darren Aronofsky, foi bastante claro ao citar logo no início do filme fontes dos escritos judaicos de Moses de Leon, escritor espanhol do século XIII, de onde vem a cosmogonia que lançou mão para fundamentar esse aspecto teológico do contexto que envolveu Noé. Quando o filme começa, afirma Rogerio, a abordagem do autor é exatamente a de Moses de Leon, ou seja, especular o que acontecia antes de tudo! No Gênesis,capítulo primeiro e versículo primeiro, o texto diz: No princípio criou Deus os céus e a terra, enquanto nesse comecinho de Noé o autor fala do nada absoluto, ou seja, o espaço em branco anterior a Gênesis 1:1. Segundo, o diretor também mostrou muito claramente em sua trama os aspectos astro-físicos que fundamentaram até mesmo as falas das criaturas rochosas e polêmicas de seu filme. Em uma dessas falas das criaturas rochosas, Aguas destaca que uma delas afirma ter sido luz antes de chegar ao planeta Terra. Ora, para a física contemporânea não é mais novidade que tudo o que existe na Terra, incluindo praticamente todos os elementos químicos, tem origem em super-novas que ao explodirem morrem e lançam o precioso material (seus restos mortais) no espaço para darem origem a planetas, novas estrelas, sistemas solares etc. Pois bem, quando se pensa na origem da Terra e sua real natureza nesses moldes, tudo parece absurdo e poderíamos questionar como é que luz originada em estrela, passou a gerar fusão nuclear, explodir e dar origem ao planeta onde seres humanos falam e animais tem seus próprios sistemas de comunidação! Rogerio Aguas enxerga essas coisas como sendo a ciência descobrindo como o Criador fez e faz para criar (Rogerio lembra ainda que na obra que dirigiu, Rock Solidário, tem uma nebulosa no encarte do CD, onde está escrito no rodapé esquerdo da mesma God's Tools - ferramentas de Deus - no folder há foto inédita de seu Renato Manfredini, cujos créditos são de Rogerio Aguas, pois seu Renato apoiou com sua família a produção do álbum dedicado a ele e a seu filho - leia no blog Rogerio Aguas - Release Biográfico). Ainda em relação às criaturas rochosas, Aguas destaca que a guerra entre estas e o exército bárbaro que tenta tomar a arca, simbolismo do conflito Natureza e Humanidade, é simplesmente maravilhosa. No primeiro momento desse conflito a natureza, no caso as criaturas rochosas, ganham. No momento posterior a humanidade consegue destruí-las e isto é alusão direta ao que está acontecendo com o planeta na atualidade, onde tsunamis e diversos desastres naturais são nítidas reações e respostas da natureza às ações anti-ecológicas preconizadas pela mão do homem. Nesse sentido o autor contextualiza o filme, mostrando inclusive que os humanos na fase pós-Noé estão promovendo horrores maiores que na fase anterior ao dilúvio. Continuando suas observações, Aguas frisa que os elementos filosóficos que geraram o fim da humanidade naquele período foram apontados pelo autor através dos diálogos constantes de Noé: ganância, poder, crueldade, inveja, egoísmo, hedonismo etc. estavam todos lá, como também a figura emblemática vivida por Anthony Hopkins, que procura por fruto silvestre em terra estéril, ou seja, haveria ainda algo de bom na humanidade para que fosse salva? Depois que o personagem encontra tal fruto, que simboliza o próprio Noé, o dilúvio explode! E prosseguindo em sua crítica sobre o filme, Aguas reforça que na narrativa do Gênesis no início do dilúvio, enquanto a Arca estava à deriva, a abordagem fundamentada na astronomia do diretor se torna ainda mais clara, porque a astro-física se funde com o Big Bang em todos os seus aspectos, incluindo o principal que aponta ter sido o universo obra criada (observe as imagens animadas durante a narrativa de Noé de Genêsis 1 e leia a matéria sobre o clip O Big Bang e o Gênesis, abaixo). Por este ângulo não há porque teólogos católicos e protestantes apontarem não haver Deus nessa versão de Noé, vez que o Criador é antes e depois da singularidade desse magnífico e discutido evento que é o Big Bang, sem contar que o personagem da trama se dirige constantemente ao Criador. Isto está absolutamente de acordo com o que o apóstolo Paulo pregava acerca do Deus invisível. Prosseguindo nas observações de Aguas sobre tal obra, aponta nosso crítico que Darren Aronofsky fez questão de destacar uma imagem do planeta na era do gelo, período histórico-geológico em que ocorreu o dilúvio e isso foi registrado não somente por escritores hebreus, mas por diversos outros povos. Por último, a questão de ter sido o Noé do filme tanto ecologista quanto fanático religioso, Aguas diz que seria impossível o Noé bíblico não ter sido as duas coisas. Ecologista por ter, de fato, o Noé histórico salvado animais de diversas espécies em sua arca em detrimento de fechar as portas aos humanos barbarizados que pereciam. Para nosso crítico, seria impossível fazer isso se Noé não tivesse amor pelos animais, amor muito maior que a própria humanidade que naquele momento histórico encontrava-se no estágio mais profundo de sua queda desde o Éden. E na questão do fanatismo, Aguas pondera dizendo que para uma pessoa normal tomar todo seu tempo para construir ano após ano uma arca absurdamente grande com intuito de salvar a si mesmo, sua família e muitos animais de um suposto dilúvio que somente a ele fora revelado, sem dúvida, teria que ser fanático para levar tal tarefa a cabo. Porém, o aspecto da sub-trama no final do filme, onde Noé tenta extirpar a continuidade da raça humana, é fanatismo exagerado e alheio a todas as fontes. Importante lembrar que Rogerio Aguas é profissional de TV e dirigiu três curtas, dentre eles, O Caveleiro do Além, ao lado de Magu Cartabranca e Loro Jones.
por Gil Camilo

O épico da telona que vem causando caloroso debate promovido por evangélicos e católicos contra a versão cinematográfica de Noé, incluindo comentário oficial do Vaticano, pode ter tido o video O Big Bang e Gênesis, de Rogerio Aguas (sempre lembrando que Rogerio Aguas escreve seu nome sem acentos), por inspiração na montagem da cena animada que acompanha o trecho onde Noé começa a ler os primeiros versos do Gênesis. Nessa parte da obra há uma sequência de eventos astro-físicos ilustrando como se deu a Criação na ótica judaico-cristã do Big Bang. Pois bem, vez que é muito divulgada a participação de historiadores e profissionais de áreas específicas que promovem aprofundadas pesquisas para a produção formar a atmosfera histórica de cada cenário nas super-produções, não restam dúvidas de que os pesquisadores de Noé tenham visto The Big Bang and The Genesis no you tube (importante destacar que o cineasta Cleuberth Choi adaptou a obra e dirigiu curta-metragem de mesmo nome devidamente autorizada por Rogerio Aguas). Existem duas versões do clip, sendo que a de título inglês tem a tradução da letra e esta aparece na medida que a música é cantada (confira no video já postado também nesse blog). Ainda nesse contexto do filme Noé, Rogerio Aguas contribuiu com sua própria ótica acerca da crítica do filme, após pegar a telona para conferir, dentre outras coisas, se realmente o Big Bang e o Gênesis da obra parecia ou não com seu clip. Para Aguas é a mesma coisa, com uma diferença cronológica de quase 5 anos entre a publicação de sua obra no you tube (2009) e Noé (2014). Todavia Rogerio sente-se honrado em ter tido sua idéia aproveitada numa obra dessas. Pois bem, além de musicista, Aguas é professor de direito e teólogo protestante (formado na Faculdade Teológica Batista de Brasília).

O épico da telona que vem causando caloroso debate promovido por evangélicos e católicos contra a versão cinematográfica de Noé, incluindo comentário oficial do Vaticano, pode ter tido o video O Big Bang e Gênesis, de Rogerio Aguas (sempre lembrando que Rogerio Aguas escreve seu nome sem acentos), por inspiração na montagem da cena animada que acompanha o trecho onde Noé começa a ler os primeiros versos do Gênesis. Nessa parte da obra há uma sequência de eventos astro-físicos ilustrando como se deu a Criação na ótica judaico-cristã do Big Bang. Pois bem, vez que é muito divulgada a participação de historiadores e profissionais de áreas específicas que promovem aprofundadas pesquisas para a produção formar a atmosfera histórica de cada cenário nas super-produções, não restam dúvidas de que os pesquisadores de Noé tenham visto The Big Bang and The Genesis no you tube (importante destacar que o cineasta Cleuberth Choi adaptou a obra e dirigiu curta-metragem de mesmo nome devidamente autorizada por Rogerio Aguas). Existem duas versões do clip, sendo que a de título inglês tem a tradução da letra e esta aparece na medida que a música é cantada (confira no video já postado também nesse blog). Ainda nesse contexto do filme Noé, Rogerio Aguas contribuiu com sua própria ótica acerca da crítica do filme, após pegar a telona para conferir, dentre outras coisas, se realmente o Big Bang e o Gênesis da obra parecia ou não com seu clip. Para Aguas é a mesma coisa, com uma diferença cronológica de quase 5 anos entre a publicação de sua obra no you tube (2009) e Noé (2014). Todavia Rogerio sente-se honrado em ter tido sua idéia aproveitada numa obra dessas. Pois bem, além de musicista, Aguas é professor de direito e teólogo protestante (formado na Faculdade Teológica Batista de Brasília).
quinta-feira, 15 de maio de 2014
NOÉ - FILME DIRIGIDO POR DARREN ARONOFSKY PODE TER O BIG BANG E O GÊNESIS, DO BRASILEIRO ROGERIO AGUAS, COMO FONTE DE INSPIRAÇÃO DA NARRATIVA DO GÊNESIS
É isso mesmo! O épico da telona que vem causando caloroso debate promovido por evangélicos e católicos contra a versão cinematográfica de Noé, incluindo comentário oficial do Vaticano, pode ter tido o video O Big Bang e Gênesis, de Rogerio Aguas (sempre lembrando que Rogerio Aguas escreve seu nome sem acentos), por inspiração na montagem da cena animada que acompanha o trecho onde Noé começa a ler os primeiros versos do Gênesis. Nessa parte da obra há uma sequência de eventos astro-físicos ilustrando como se deu a Criação na ótica judaico-cristã do Big Bang. Pois bem, vez que é muito divulgada a participação de historiadores e profissionais de áreas específicas que promovem aprofundadas pesquisas para a produção formar a atmosfera histórica de cada cenário nas super-produções, não restam dúvidas de que os pesquisadores de Noé tenham visto The Big Bang and The Genesis no you tube (esta obra também foi adaptada por Cleuberth Choi que dirigiu curta-metragem de mesmo nome, devidamente autorizada por Rogerio Aguas). Existem duas versões do clip, sendo que a de título inglês tem a tradução da letra e esta aparece na medida que a música é cantada (confira no video já postado também nesse blog). Ainda nesse contexto do filme Noé, Rogerio Aguas contribuiu com sua própria ótica acerca da crítica do filme, após pegar a telona para conferir, dentre outras coisas, se realmente o Big Bang e o Gênesis da obra parecia ou não com seu clip. Para Aguas é a mesma coisa, com uma diferença cronológica de quase 5 anos entre a publicação de sua obra no you tube (2009) e Noé (2014). Todavia Rogerio sente-se honrado em ter tido sua idéia aproveitada numa obra dessas. Pois bem, além de musicista, Aguas é professor de direito e teólogo protestante (formado na Faculdade Teológica Batista de Brasília), e na perspectiva de seu entendimento teológico fez questão de deixar sua impressão crítica de Noé por acreditar que estão pegando pesado demais com a produção desse clássico do cinema. Em primeiro lugar, Aguas acredita que o diretor do filme, Darren Aronofsky, foi bastante claro ao citar logo no início do filme fontes dos escritos judaicos de Moses de Leon, escritor espanhol do século XIII, de onde vem a cosmogonia que lançou mão para fundamentar esse aspecto teológico do contexto que envolveu Noé. Quando o filme começa, afirma Rogerio, a abordagem do autor é exatamente a de Moses de Leon, ou seja, especular o que acontecia antes de tudo! No Gênesis,capítulo primeiro e versículo primeiro, o texto diz: No princípio criou Deus os céus e a terra, enquanto nesse comecinho de Noé o autor fala do nada absoluto, ou seja, o espaço em branco anterior a Gênesis 1:1. Segundo, o diretor também mostrou muito claramente em sua trama os aspectos astro-físicos que fundamentaram até mesmo as falas das criaturas rochosas e polêmicas de seu filme. Em uma dessas falas das criaturas rochosas, Aguas destaca que uma das delas afirma ter sido luz antes de chegaram ao planeta Terra. Ora, para a física contemporânea não é mais novidade que tudo o que existe na Terra, incluindo praticamente todos os elementos químicos, tem origem em super-novas que ao explodirem morrem e lançam o precioso material (seus restos mortais) no espaço para darem origem a planetas, novas estrelas etc. Pois bem, quando se pensa na origem de planeta e sua natureza nesses moldes, tudo parece absurdo e poderíamos questionar como é que luz originada em estrela, passou a gerar fusão nuclear, explodir e dar origem a planetas onde seres humanos falam e animais tem seus próprios sistemas de comunidação! Rogerio Aguas enxerga essas coisas como sendo a ciência descobrindo como o Criador fez e faz para criar. Rogerio lembra ainda que na obra que dirigiu, Rock Solidário, tem uma nebulosa no encarte do CD, onde está escrito no rodapé esquerdo da mesma God's Tools (ferramentas de Deus - no folder há foto inédita de seu Renato Manfredini, cujos créditos são de Rogerio Aguas, pois seu Renato apoiou com sua família a produção do álbum dedicado a ele e a seu filho - leia no blog Rogerio Aguas - Release Biográfico). Ainda em relação às criaturas rochosas, Aguas destaca que a guerra entre estas e o exército bárbaro que tenta tomar a arca, o simbolismo do conflito Natureza e Humanidade, é simplesmente maravilhoso. No primeiro momento desse conflito a natureza, no caso as criaturas rochosas, ganham. No momento posterior a humanidade consegue destruí-las e isto é alusão direta ao que está acontecendo com o planeta na atualidade, onde tsunamis e diversos desastres naturais são nítidas reações e respostas da natureza às ações anti-ecológicas preconizadas pela mão do homem. Continuando suas observações, Aguas frisa que os elementos filosóficos que geraram o fim da humanidade naquele período foram apontados pelo autor através dos diálogos constantes de Noé: ganância, poder, crueldade, inveja, egoísmo, hedonismo etc. estavam lá, como também a figura emblemática vivida por Anthony Hopkins que procura por fruto silvestre em terra estéril, ou seja, haveria ainda algo de bom na humanidade para que fosse salva? Depois que o personagem encontra tal fruto, que simboliza o próprio Noé, o dilúvio explode! E prosseguindo com suas observações sobre o filme, Aguas reforça que na narrativa do Gênesis no início do dilúvio, enquanto a Arca estava à deriva, a idéia do diretor se torna ainda mais clara, porque a astro-física se funde com o Big Bang em todos os seus aspectos, incluindo o principal que aponta ter sido o universo obra criada. Nesse sentido não há porque teólogos católicos e protestantes apontarem não haver Deus nessa versão de Noé, vez que o Criador é antes e depois da singularidade desse magnífico e discutido evento que é o Big Bang, sem contar que o personagem da trama se dirige constantemente ao Criador. Prosseguindo nas observações de Aguas sobre tal obra, aponta nosso crítico que Darren Aronofsky fez questão de destacar uma imagem do planeta na era do gelo, período histórico-geológico em que ocorreu o dilúvio e isso foi registrado não somente por escritores hebreus, mas por diversos outros povos. Por último, a questão de ter sido o Noé do filme tanto ecologista quanto fanático religioso, Aguas diz que seria impossível o Noé bíblico não ter sido as duas coisas. Ecologista por ter, de fato, o Noé histórico salvado animais de diversas espécies em sua arca em detrimento de fechar as portas aos humanos barbarizados que pereceram. Para nosso crítico seria impossível se o mesmo não tivesse amor pelos animais, amor muito maior que a própria humanidade que naquele momento histórico encontrava-se no estágio mais profundo de sua queda desde o Éden. E no aspecto do fanatismo, Aguas pondera dizendo que para uma pessoa normal tomar todo seu tempo para construir ano após ano uma arca absurdamente grande com intuito de salvar a si mesmo, sua família e muitos animais de um suposto dilúvio que somente a ele fora revelado, sem dúvida, teria que ser fanático para levar tal tarefa a cabo. Porém, o aspecto da sub-trama no final do filme, onde Noé tenta extirpar a continuidade da raça humana, é fanatismo exagerado e alheio a todas as fontes. Importante lembrar que Rogerio Aguas é profissional de TV e dirigiu três curtas, dentre eles, O Caveleiro do Além, ao lado de Magu Cartabranca e Loro Jones.
por Gil Camilo
Devido ao interesse específico à crítica de Rogerio Aguas ao filme Noé, de Darren Aronofsky, o blog destacou a matéria: leia Noé, de Darren Aronofsky: entenda o filme. Crítica numa perspectiva astro-histórico-teológica.
Noé foi estrelado por Russell Crowe, Jennifer Connelly e Emma Watson. Dirigido por Darren Aronofsky.
Assinar:
Postagens (Atom)

