quarta-feira, 24 de junho de 2015

PERFORMANCE EM CANTO: UM DOS PIORES EXEMPLOS VEM DO CANTOR MIGUEL QUE APLICOU VOADORA EM MULHER NA BILLBOARD MUSIC AWARDS.

Essa vai para os amantes, estudiosos e pesquisadores do canto: performance é importante na execução de qualquer música, pois, faz parte da difícil e complexa tarefa de executar uma obra ao vivo diante de uma platéia. A questão não é fácil. Se por um lado não se deve fazer uma apresentação apática e sem convicção, por outro excitação demasiada pode gerar criatividade infeliz com resultados tragi-cômicos. No exemplo que essa bagaça de blog trouxe para ilustrar e alertar essa galera que rala para melhorar seu vocal, o cantor Miguel é ótimo exemplo. Ele mesmo publicou em sua conta no Twíter na época do episódio: "Graças a Deus está tudo bem!" após show (em maio de 2013) onde sua brilhante idéia de pular de um lado para outro no palco da premiação da Billboard Music Awards, USA, terminou finalmente com um salto onde o cantor acabou aplicando uma voadora no pescoço de uma espectadora que bateu fortemente a cabeça no chão! A mulher atingida posou com Miguel para a imprensa logo que passou susto, dizendo que estava tudo bem, mas depois resolveu processar o rapaz alegando problemas neurológicos gerados pela pancada da voadora do cantor. De fato, muitos shows de artistas famosos e menos conhecidos muitas vezes não passam de sessão de comédia tal são as peripécias encontradas para apoiar a falta de competência na hora de executar uma canção. No Brasil é comum a exploração de mulheres que se apresentam desde programas de TV iguais ao antigo Chacrinha e o atual Faustão, com apelo sexual fortíssimo para garantir audiência e compensar incompetência (é pra rimar mesmo, pois a conotação é perfeita), até as bandas de baianas e duplas sertanejas que sempre apelam para a velha fórmula oriunda diretamente do mundo da prostituição (que nesse caso fazia e faz total sentido). Não podemos deixar de citar o mais infeliz dos casos na história da música brasileira, quando o vocalista que se apresentava com sua banda na famigerada boate Kiss intentou apimentar sua performance disparando sinalizador no teto da casa e o resultado todos lamentamos muito. Por essas e outras, que os amantes operadores e pesquisadores da música, de modo geral, e do canto, em particular, evitem esse tipo de apelo, pois, cantar ou tocar instrumentos requer bom senso e mínimo de domínio para levar alegria sem passar pelo ridículo, pelo trágico ou mesmo pelo cômico (salvo se neste último caso se tratar de sessão de comédia, onde a música é ingrediente indispensável).

quinta-feira, 4 de junho de 2015

DESAVISADO ROGER WATERS PEDE AOS VENDILHÕES DO TEMPLO GIL E CAETANO PARA NÃO SE APRESENTAREM EM ISRAEL.

Infelizmente teve que acontecer fato lamentável igual a esse onde Roger Waters (fundador do Pink Floyd) escreve a Gil e Caetano para não se apresentarem em Israel (em 28 de julho) por conta do boicote internacional promovido pelo movimento denominado Boicote, Desenvolvimento e Sanções - BDS à política de extrema direita israelense que insiste na ocupação de territórios palestinos à custa de milhares de vidas, incluindo aí civis inocentes, para saber que o lado mercenário desses velhos babões da tropicália vende até a mãe por dinheiro. E isso nós ativistas da banda Rock Brasília e quase a totalidade de bandas de rock no país já sabíamos. Nós que não temos por objetivo virar banda de plástico da TV Lobo, do the voice, do the coice e outras porcarias do gênero e assim entrar na lista de artistas vendidos à TV Lobo, a Boca do Inferno (Globo, pra não ter dúvida) dentre outros programas da mídia golpista brasileira. A questão é que grande parte dos artistas da velha guarda do Brasil virou representante da extrema direita tupiniquim em troca de espaço mídiático. Pior exemplo antes desse caso lamentável de Gil e Caetano é o do Lobão, mais nova velha bucha de canhão da direita brasileira. O maior passatempo de Lobão ultimamente tem sido participar de manifestações pedindo nova edição do golpe ditatorial militar de 1964, e tentativa de derrubada da Presidente eleita democraticamente em 2014. Lobão chega ao cúmulo de elogiar os serviços de Bolsonaro, PARLAMENTAR aberto defensor de tortura e ditadura militar, em detrimento de atacar ícones socialistas nacionais e mundiais, incluindo aí de forma ignorante, barata e vendida ataque a Ernesto Guevara. Bom lembrar que Lobão só estudou até a sétima série, segundo ele mesmo conta, ao mesmo tempo que criticou Lula por só ter o segundo grau! Asno esse Lobão analfabeto! Com nível de consciência igual a esse exigir dele que enxergue a contradição é pedir muito para analfabeto funcional que é. No caso de Gil e Caetano, ícones da maior representante da extrema direita brasileira, TV Globo, que chamamos carinhosamente de Boca do Inferno, é mais que previsível o posicionamento desses artistas: fuck everybody, desde que ganhemos nossos milionários cachets e continuemos bem na Boca do Inferno. Amém. É o que Gil e Caetano disseram a Roger Waters quando publicaram pra todo mundo ver suas caras de pau e que o lamentável show da dupla será vergonhosamente mantido. Daí vai nosso recado a Waters: no Brasil não temos no rol de nossos artistas maiores gente do calibre de Bono Vox,de Bob Geldof,de Bob Dylan e do próprio Roger Waters. Aqui virou aspiração, objetivo e persecução de bandas novas e velhas e demais artistas virar atração de plástico desses canais midiáticos de direita. Daí o reflexo nas letras desses artistas que só tem liberdade de falar de coisas do pescoço pra baixo! Nossa banda, Rock Brasília tem o lema de fazer música do pescoço pra cima! Fuck Globo e qualquer outro canal midiático radical, pois, nossa consciência vale mais, nossa contribuição na formação da cultura brasileira não tem preço. Rogerio Aguas (guitarrista e vocalista da Rock Brasília), por exemplo, organizou o CD Rock Solidário é Rock Mesmo, quando reuniu os familiares de Renato Russo, o filho (Giuliano Manfredini) e a irmã (Carmem Manfredini), juntamente com Loro Jones e Murilo Lima (ex- Capital Inicial) e outros, cujos objetivos do álbum foram no sentido de ajudar dependentes químicos. E ponto. No álbum foi inclusa Another Brick in the Wall, part II, do próprio Roger Waters, cuja publicadora, Roger Waters Oversea LTD disponibilizou logo autorização para a causa. Giuliano Manfredini considerou na época sucesso total toda iniciativa e concretização do álbum. Importante citar nesse ponto o que acontece com as mensagens de letras de músicas de bandas como o Capital Inicial quando, por exemplo, muda de posição livre e consciente para virar banda de plástico da mídia brasileira. No passado os títulos de suas canções abarcava Autoridades (incompetentes, referindo-se a políicos), e a obra Psicopata (que diz assistir à rede Globo com uma arma na mão); na atualidade vivem tocando coisas como Natasha, que tem saia de borracha e outras baboseiras (ao invés de arma na mão, hoje assistem à TV Globo com um pinico na mão)e assim negam o passado não tão distante que deve ser esquecido, vez que perderam a identidade. Que assim seja. Para terminar, Mr. Roger Waters, que fique sabendo: o movimento que por ora presenciamos no Brasil é tentativa midiática de emplacar novo golpe militar de extrema direita igual o que ocorreu em 1964 no Brasil. Que artistas iguais a Gil, Caetano, Lobão e demais mercenários vendem a alma para ganhar dinheiro e manter a exposição nessa nojenta TV nacional. Gil até já participou, pasme, de uma MARCHA CONTRA GUITARRA ELÉTRICA, fácil de achar na internet! Ora, Mr. Waters, se esse povo faz essas e outras coisas até dentro de seu país e contra seus conterrâneos é de se esperar que não farão nada em causas estrangeiras. O dinheiro mais uma vez falará mais alto na vida desses vendilhões, Gil e Caetano. E para provar que nem tudo está perdido e que nem todos estão vendidos citamos o exemplo do Sr. Robert Plant, que mostra pra toda essa gente safada que nem quando a cifra atinge R$700 milhões sua consciência estará à venda. O capitalista Jimmy Page ficou se contorcendo e remoendo a nobre posição de seu antigo companheiro de banda, o que também pode ser facilmente encontrado na internet com infeliz depoimento do próprio Page. Plant disse não à volta do Led Zeppelin e rasgou contrato com essa inimaginável cifra. Mostrou a todos esses canalhas vendidos da arte brasileira e internacional que quando a causa é maior não há dinheiro que pague, frustrando assim até as mais rígidas leis de Maquiavel que apontam ter todo homem seu preço. Parabéns a Robert Plant, aos artistas do movimento Boicote, Desenvolvimento e Sanções - BDS, pois, se each small candle faz a sua parte haverá mais luz nesse fucked e sombrio mundo. por Banda Rock Brasília

sexta-feira, 8 de maio de 2015

BANDA ROCK BRASÍLIA NO HERCLEY CIRCUS! FOI NA TESTA OU FOI NO BRAÇO?

A banda Rock Brasília fez apresentação e parceria com nada mais, nada menos que o Hercley Circus! Outrora chamado e conhecidíssimo Transcontinental Circus, o Hercley por intermédio de seus representantes toparam fazer a parceria com a Rock Brasília por acreditar que Brasília ainda pode levantar a bandeira e ostentar ser novamente a Capital do Rock! Publicações dos videos saindo do forno para todo o Brasil mais rapidamente possível.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

RENATO ROCHA, NEGRETE, EX-BAIXISTA DA LEGIÃO URBANA MORRE AOS 53 E DEIXA SEU LEGADO.

Renato Rocha, Negrete, ex-baixista da Legião Urbana morre aos 53, muito jovem para a nova perspectiva de vida dos brasileiros, 75, mas deixa seu legado. Punk, rockeiro, baixista tosco, morador de rua e muito, muito objetivo com personalidade forte. Negro que ficou acostumado com a discriminação pela cor da pele, pelo comportamento não convencional e por sua origem humilde. Passou por cima de tudo isso e ficou surpreso quando tocou no Renato Russo sinfônico, quando declarou: Fiquei feliz ao sentir a reação da plateia, que, pelo visto, não me esqueceu”. Em outras palavras, após altos e baixos, de punk músico da maior banda do rock nacional até tornar-se morador de rua, o respeito pelo seu trabalho falou mais alto. Nós da banda Rock Brasília ensaiamos gravar com Negrete, e o Left N Right, programa de rock na TV a Cabo NET-Brasília, também ensaiou, contudo deixou Negrete passar batido quando teve contato com os apresentadores Loro Jones e Rogerio Aguas, durante suas esporádicas passagens pelo DF. Magu Cartabranca, que vivenciou o início da entrada de Negrete na Legiao, por ocasião dos trabalhos de sua antiga banda Sepultura, que se apresentava na mesma cena que a Legião, lamenta a morte do ex-colega de luta na esteira do rock nacional. O legado de Negrete é fazer o contra-ponto com a realidade das bandas de rock plastificadas, essas que parecem sair da vitrine da burguesia e se encontram com as duplas sertanejas que se apresentam com cabelos estilo punk, roupas apertadas, ridículas e nunca atingem o que Negrete e muitos rockers fizeram e fazem com muita naturalidade: viver uma atitude rock n roll no dia a dia, com verdadeira autenticidade sem ser piegas. Renato Rocha levou isso para os bastidores da Legião. Não fosse Negrete a Legião Urbana teria o ar de banda de rock plastificada no primeiro momento. Renato Russo acertou em cheio ao topar e encarar Negrete nos baixos da banda que idealizou e concretizou. E isto e Legião deve a Geraldo Ribeiro, Gerusa, que apresentou Negrete aos músicos legionários. Para se ter uma idéia melhor de toda essa admirável personalidade o blog vai reproduzir a entrevista na íntegra da visão de Negrete acerca de si mesmo e de seus então companheiros de banda. Todavia, Rogerio Aguas julgou importante destacar um encontro esporádico com Negrete durante as sessões de uma track de guitarra da banda gospel Livre Arbítrio, quando era guitarrista da mesma. Rogerio disse que o Livre estava gravando Cavaleiro do Céu, na versão da banda que fez a famosa cavalgada nas guitarras no melhor estilo de Achiles Last Stand, do Led Zeppelin, e ao saírem da cabine de gravação lá estava Negrete, sentado no sofá na sala de espera do Artimanha, de Toninho Maia. Negrete esperava por Gerusa (irmão do Loro), o engenheiro de som que produzia o Livre naquela ocasião. Nas palavras de Rogerio: O Negrete cumprimentou a gente, eu, o André Geléia e os outros integrantes da banda (Nelsinho Rios, Flávio e Piolho) e disse que se na época dele tivesse música gospel daquele jeito não teria saído da Igreja Batista. No caso, Negrete falava da 3a Ig. Batista do Plano Piloto, Asa Norte, frequentada por sua família durante muitos anos. Loro Jones relembrou em matéria recente acerca desse tempo, quando ele e Negrete tocavam nos instrumentos daquela igreja. Segue abaixo a íntegra da entrevista aos jornalistas da Zero e publicada, dentre outras, pela Whiplash. E que Negrete vá na Paz! Banda Rock Brasília. 26/03/12 | Entrevistas Legião Urbana: a versão de Renato Rocha sobre a sua saída Matéria do Domingo Espetacular da Record de 25 de março de 2012 mostrou a dramática situação em que vivia o ex-baixista da Legião Urbana, Renato Rocha, há 5 anos nas ruas do Rio do Janeiro. Leia mais no link abaixo. Legião Urbana: Renato Rocha é morador de rua no Rio Imagem Em meio à discussão sobre o caso, algumas entrevistas de Renato Rocha, conduzidas há alguns anos, vieram a tona na internet. Reproduzimos abaixo uma delas, concedida a Luiz César Pimentel e Alexandre Petillo à revista ZERO, em 2002. ZERO: Você era da turma dos Skinheads, não? RENATO ROCHA: Quando o punk começou a acabar, sobrou muito gayzola, muito playboy que se dizia punk. Eram aqueles caras que compravam calças Fiorucci, desfiavam e falavam que eram punks. Aí resolvemos ser cabeça raspada. A gente era uma equipe do terror, pra diferenciar dos punkzinhos gays. ZERO: Quem eram punkzinho gay? R.R: Os lambe-lambes (risos) ZERO: Que a gente conhece, quem era? R.R: Os dois lá, o Dado e o Bonfá, o Dinho, Philipe Seabra [vocalista e guitarrista do Plebe Rude], essa turma. ZERO: Por que lambe-lambes? R.R: Porque não faziam nada. Chegavam nas festas e ficavam bodeados num canto. Gostavam de Bauhaus e PIL. Eram fracassados. Os carecas chegavam chutando o teto. ZERO: Qual foi seu primeiro contato com o Renato e o resto da banda? R.R: Ah, a gente andava numa turma, ia pras festas. Tinha uma época que tinha umas cinco festas por noite. Festas de detonar, de barão. Pó, maconha à vontade. E não aparecia ninguém pra encher o saco. O mais fraco ali tinha seis Rolls Royces na garagem. Quem ia ter coragem de entrar pra dar uma geral? ZERO: Como você entrou para a Legião? R.R: Renato tinha cortado os pulsos em Brasília, estava na pré-produção do primeiro disco. Como ele tocava baixo, precisava de alguém para o lugar dele. Eu sabia todas as músicas, as letras. Entrei quatro dias antes do início das gravações. Acabamos virando a maior banda do Brasil. Mas quando ficou cheio de grana, o Renato não queria fazer mais nada.Ficou muito chato, alcoólatra. Aí ele começou a chutar todo mundo, tratava todo mundo muito mal. ZERO: Quando foi isso? R.R: Foi no final dos 80. Ele tava inacreditável, tomou varias overdoses. ZERO: Ele já não gostava de fazer shows? R.R: Depois de encher o cú de grana, só gostava de encher a cara. ZERO: Vocês eram amigos? R.R: Não. A gente era conhecido. Amigo, não. A partir do momento em que o cara só se preocupa com ele mesmo…só ele tem dor de cabeça, só ele tem exaqueca, só ele tem problemas… ZERO: Qual era o seu papel na banda? Você era apaziguador ou só chegava e tocava? R.R : Eu fumava meu baseado inocente, tomava minha dose de uísque e ficava pensando: “cara, eu estou fazendo a melhor coisa do mundo: ganhando grana pra fazer música, e neguinho fica aí se lamentando à toa, reclamando do bife”. Eu aproveitei minha fase rock. Os caras não tinham atitude roqueira, não falava com a galera, esnobavam os fãs. Pra mim ficar na Legião era um sacrificio. ZERO: Por que você acha que eles se sustentaram como banda tanto tempo? R.R: O Renato gostava de homem bonitinho e chamou o Marcelo Bonfá e o Dado pra tocar. O Dado só entrou porque o Renato queria o nome Villa-Lobos na banda. Aí ele ensinou o Dado a tocar. E o Bonfá era um pilha fraca, não aguentava tocar um show inteiro, não ensaiava, não treinava, não malhava, não comia, era um merda. Saia com a namorada, não queria pagar a conta e a menina pagava. Queria fumar um baseado mas não apertava, eué que tinha que apertar. Folgado e mão-de-vaca. É um cara muito babaca, nem a mulher dele aguenta ele. Era uma agonia, pois o cara não sabia tocar nada. ZERO: E como foi sua vida depois da banda? R.R: Eu tive uma fase ruim, fiquei em baixa. Namorei uma mulher errada e minha vida degringolou. Era uma mulher que só queria sacanear. Tipo Cleopatra. Fiquei muito alcoólatra, muito louco, tomava tudo. ZERO: Mas o Dado dizia que você já detonava antes de sair da banda. R.R: O problema do Dado é que ele não sabe nem escolher a roupa que vai vestir. A mulher dele é quem escolhe. Ele não sabe tocar, não tem personalidade própria. Ele é tão bundão que podia ter impedido minha saída. A gente ia para o mundo inteiro. Iamos pra Europa, ele bundou pra mulher dele. A mulher queria ter um filho e prendeu ele aqui. Ele botou pilha pra gente não gravar fora. ZERO: Foi depois do terceiro disco? R.R: Foi. A gente ia gravar em Portugal.Estava tudo certo. A Legião ia arrebentar e ele bundou. Ficou com medo da Fernanda. A mulher amarrava um lacinho no pescoço dele e ele saia na rua assim. Não representa nada para o rock brasileiro. Representa o gosto do Renato. E aí? Vai dizer que uma bicha daquelas era roqueiro? Em vez de comprar uma moto comprava uma lambreta. E ainda andava de lencinho. Como um cara desses pode dizer que é punk? Eu saia, ia nas favelas, cheirava pó, ficava nas quebradas, pegava as putas. Ai o cara dizia que eu estava aloprando. Ele é que não aguentava a pressão. Eu pegava as gatas e passava na frente dele, o cara ficava com aquela carinha de bunda. ZERO: Desde sempre eles tiveram essa atitude na banda? R.R: Eu fiquei puto porque era um bando de cuzão com uma oportunidade de ouro nas mãos. Todo mundo falando bem pra caralho. Minha maior frustração é isso cara. Um cara do gabarito do Dvid Byrne falando das possibilidades de sermos o maior sucesso do mundo e dois playboyzinhos babacas sacaneando. ZERO: Foi o David Byrne que ofereceu a oportunidade de vocês gravarem lá fora? R.R: Não, foi a gente que conseguiu. Éramos a melhor banda de rock n’ roll do Brasil. Éramos. ZERO: E você achava isso na época? R.R: Eu achava uma das melhores do mundo. O Renato sabia cantar todas aquelas letras maravilhosas em inglês. O disco ia arrebentar. A gente ia ser o U2 e o Dado não deixou. Ou melhor, a mulher do Dado. ZERO: Ele (R.Russo) tinha uma atitude homosexual dentro da banda? R.R: Tinha. Sempre teve. Pirava, ia lá e dava para o roadie Mas é aquela história. Se o cara tem muito poder, ninguém fala a verdade. ZERO: A legião perdeu a atitude rock com a sua saída? R.R: Cara, rock exige uma certa agressividade. Rock não é para playboyzinho pasmo, tchutchuquinha. Dado tomava um copo de uisque e ficava bêbado. A Cracatoa Vermelha nem bebe. ZERO: Quem é a Cracatoa Vermelha? R.R: Bonfá(risos) ZERO: Quando foi a última vez que você falou com ele? R.R:´Foi na gravação de Uma outra estação. Ele virou pra mim e disse: “eu estou igual a você”. Pensei: “puta merda, fudeu” (risos) ZERO: E o Dado? R.R: Foi uma vez no ATL HAll. ELE pegou meu braço e disse: ” Não fala mal de mim na imprensa não”. Eu fiquei só rindo, porque o filho dele tava todo preocupado, com medo de eu dar porrada nele. O moleque ficava falando “pai, vamos embora” ZERO: Você ainda voltou pra gravar esse disco póstumo (R. Rocha participou da faixa da gravação instrumental da faixa Riding Song, que foi sobre posta a uma gravação dos 4 integrantes feitas durante as gravações do disco Dois). R.R: Gravei cara. Infelizmente eu grave. Ganhei um barão [R$ 1000]. Aquele cara me ridicularizou. Mas eu estava precisando de grana. ZERO: Você gastou toda a grana que ganhou na Legião? R.R: Não, eu comprei carro, moto. Depois vendi tudo. E eu não ganhei tanta grana assim. ZERO: Você foi ao enterro do Renato? R.R: Não fui porque não sou cretino. Mas um dia passei com a minha namorada e a mãe do Renato estava no Burle Marx pra jogar as cinzas. Aí o pneu da moto furou bem na frente. Eu falei: “caralho, Manfredo, solta do meu pé”. Mas eu sempre gostei do Manfredo, ele sempre foi uma pessoa muito sincera, só que ele se fodeu, cara, porque ficou com dois babacas. ZERO: Quando você falou com Renato Russo pela última vez? R.R: Falei pelo interfone. Ele não quís me atender. Toquei na casa dele e ele respondeu que tava de ressaca. ZERO: O que você queria com ele? R.R: Ah, sei lá. Perguntar como ele tava. Ele alucinava, tomava todas e subia na mesa,(…)Cansei de levar ele doidaço, babando no taxi. Mas aí como ele era mentor da banda e da juventude brasileira, mascaravam esse comportamento. (…) ZERO: Como foi que você saiu da banda? R.R: O Renato Russo saiu do elevador e falou: “Você está fora da minha banda”. A gente ia assinar o contrato do Quatro Estações. Estavamos no prédio da EMI.Ai eu falei pra ele: “Cara, se você me apontar o dedo eu torço seu braço”. Fiquei na minha, puto, mas sabia que não era uma coisa do Renato. que era coisa dos dois perobinhas. O maior castigo é ter grana e não ser feliz. Eu tenho e sou feliz. ZERO: Parou com as drogas? R.R: Fumo meu baseado, tomo umas bebidas. ZERO: E a legião ainda dá grana? R.R: Não, dá uma miséria. Menos de mil reais por mês. Só que conversar com eles é tentar tirar leite de pedra. Eles são brancos, eu sou pele-vermelha. ZERO: Já pensou em se candidatar a algum cargo público? Opa, já. Prefeito de Mendes. O grande lance é entrar no esquema e não ser corrompido´por ele. Como eu entrei na Legião e não fui corrompido. Fonte: Legião Urbana: a versão de Renato Rocha sobre a sua saída http://whiplash.net/materias/entrevistas/151129-legiaourbanarrsemteto.html#ixzz3SX7oHaBO

terça-feira, 11 de novembro de 2014

FINALMENTE DAGOBERTO, DO TRAPOS E FARRAPOS, CAIU NA NET! MÚSICO, COMPOSITOR E CANTOR DO GUARÁ NOS ANOS 80/90 GARANTIU SEU ESPAÇO NA HISTÓRIA DO ROCK NACIONAL.

É isso mesmo! Ninguém menos que Dagoberto, do Trapos e Farrapos, caiu na net! Pesquisadores e historiadores da cultura do DF, dentre eles Mário Pazcheco, não deixaram Dagoberto de fora de suas potentes parabólicas que tudo registram. Todavia, faltavam fotos e videos da figuraça do Dagoberto. E o blog da banda Rock Brasília supriu esssa lacuna. Esse grande artista do rock n roll era na verdade Adalberto Alves da Costa, foi morador da QE 15 do Guará II - DF, onde fez do quintal da casa de sua mãe, dona Jandira, local de ensaio do trio que montou com os vizinhos de quadra Cléber Carvalho (baixo) e Rogerio Aguas (guitarra). Como nenhuma família é de ferro, dona Jandira exigiu logo que o trio arrumasse outro espaço para os garotos dividirem a barulheira e foi por isso que a garagem da casa de Rogerio foi logo disponibilizada para ensaios que fizeram, inclusive, um dos vizinhos vender a casa e picar a mula para se livrar da zoeira do que veio a ser chamada de Banda Calypsu, em 1981! Isso mesmo, Calypsu com U no final. Pena que não registraram essa marca para infelicidade deles e alegria da banda baiana que se livrou de indenizações por conta do nome Calypso anos mais tarde. Entretanto, a inspiração da banda daqueles garotos do rock n roll não foi devida ao ritmo Calypso, mas uma homenagem que o trio fez ao biólogo Jacques Cousteau, que batizou seu navio de pesquisas sub-marinas de Calypso. Cousteau inaugurou a era do showbiz na TV com imagens da vida submarina. E após essa formação, Cléber Carvalho deixava a banda por exigências de estudos e trabalho. Para substituir Cléber Edvaldo Galo (do Artigo 153) foi logo convocado por Adalberto. Com a chegada do francesinho de Renato Russo (Renato chamava Edvaldo assim por que o músico mantinha os então cabelos loiros cortados à francesa quando acompanhava Célia Porto e Cássia Eller em free lances), Rogerio Aguas teve que ir para os baixos, porque Edvaldo além de baixista mandava muito na guitarra e sabia mais música que Aguas e Adal juntos! Todavia, os dois refratários musicais tiveram que correr atrás e passaram a estudar e praticar muito para dar conta de acompanhar os arranjos que Edvaldo fazia. O Calypsu de Brasília, contudo, não velejaria por muito tempo. E isto não o impediu de deixar o legado de seu respeitado repertório: Nobody Spear, Nas Guerras Violentas, Quem tem Mão, O Que Está Acontecendo?, Freddy Krueger no Congresso, Hoje Acordei Bem Cedo e Abaixo a Poluição. O trio se dissolveu quando Rogerio Aguas foi para o Gospel, onde anos mais tarde chegaria a tocar na famigerada banda do gênero, Livre Arbítrio; e Edvaldo teve que sair para dedicar-se ao Artigo 153 e os free-lances de responsa que exigiam tempo integral desse grande músico. Adalberto não ficou pra trás. Tratou logo de formar o Trapos e Farrapos, banda onde Miro Ferraz defendia furiosa guitarra solo e Adal os vorazes vocais. Foi nessa época que Adalberto casou-se com sua parceira e importante agenciadora, Sra. Branca, que mesmo tendo de cuidar das duas então pequenas filhas do casal, Keily e Kély, não deixava seu marido e artista desamparado. Branca também foi responsável por inserir novo codinome ao músico, que a partir dali também era conhecido por Adal. O Trapos apresentou-se em diversos palcos de Brasília e gravou uma demo de qualidade no Zen Studio. Isto garantiu apresentação do grupo no programa do Raul Gil. O apresentador e sua audiência ficaram impressionados com a performance e as letras de Adalberto, que a essa altura já tinha mudado o nome artístico para Dago Revy e em algumas ocasiões Ravengar (codinome cunhado por Carlão, irmão de Rogerio). A performance no programa do Raul Gil valeu ao Trapos convite para gravar o que seria o primeiro álbum da banda. Porém, Dago Revy teve sua promissora carreira interrompida por problema sério de saúde que veio a ceifar sua própria existência ainda muito jovem. Adalberto Alves da Costa foi parceiro de Aguas e Baldone na track Freddy Krueger no Congresso, na voz de Alexandre Podrão (Detrito Federal), gravada no álbum Rock Solidário é Rock Mesmo (onde também gravaram Murilo Lima, Loro Jones, Giuliano e Carmem Manfredini). E nesse diapasão a banda Rock Brasília tira o chapéu para esse grande artísta que deixou sua marca na história cult do DF. E para terminar lembramos que a afinadíssima parabólica de Mário Pazcheco não poderia deixar de registrar o nome de Dagoberto na recente e celebrada obra 10.000 mil Dias de Rock. O video da performance de Adal e sua Trapos e Farrapos será postado o mais breve possível. Por Magu Cartabranca

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

LED ZEPPELIN SERÁ LEVADO MAIS UMA VEZ AOS TRIBUNAIS POR CONTA DE PLÁGIO: STAIRWAY TO HEAVEN ESTÁ NA PAUTA DA JUSTIÇA.

Esse blog já apontou problemas de plágio no Brasil, no caso específico da Legião Urbana que plagiou os Ramones em Que País é Esse? E isso independentemente da letra e de todo o devido mérito da Legião. Recebemos elogios e críticas de todos os cantos do país acerca da matéria. De fato, muita coisa boa chega. Todavia, o que chama a atenção nas críticas são as defesas fundamentadas por fãs, pois, fica claro que o que entra em ação nessas horas é o amor que essa galera gente boa tem pela Legião e isso também é muito legal. Dentro do tema fizemos comparações de como o direito comparado trata as questões de plágio e citamos como exemplo a banda inglesa Led Zeppelin (contribuição de nosso professor Aguas) e daí dêem uma olhada como a coisa do plágio é séria nos países mais desenvolvidos. Mesmo após tantos anos sem acionar os zeppelianos, finalmente os advogados da banda americana Spirit seguem firme na ação onde o Led Zeppelin será processado por de ter surrupiado a famigerada Stairway to Heaven. Click no video que postamos onde tem a comparação entre a música Taurus, da Spirit (1968 - banda que Jimmy Page conhecia e muito bem por ter feito quatro apresentações nos mesmos espaços que Jimmy e seus colegas entre 68 e 69), e Satirway to Heaven (1971). Quem ouve as faixas não fica com qualquer dúvida de onde Jimmy Page mandou a harnmonia principal de Stairway. E isso não tem nada a ver com a letra, principal argumento utilizado pelos fãs da Legião. Interessante destacar que o processo demorou a ser cogitado devido aos altos custos cobrados pelos advogados. Mas a hora de Stairway chegou. E para quem não sabia o ex-vocalista do Led, Robert Plant, por ocasião do show de despedida da banda em 2007, no Arena, na Inglaterra, passou a resistir à execução de Stairway e quase não cantou o hit no Arena. Só o fez após diversos acertos e condições que incluía, dentre outras coisas, fazer um formato menor em termos de duração da performance em Stairway. E para finalizar, se tem comparação no you tube tem comparação no blog também. Se os representantes legais dos Ramones quisessem levar as bandas brasileiras que lhes surrupiaram as harmonias, a Legião Urbana ficaria em posição de ressarcir muita grana a exemplo do que vai acontecer fatalmente com os ingleses do Led. E Rogerio Aguas destaca que não tem qualquer dúvida de que a mãe de Renato Russo, Dona Carminha, teria a maior transparência em tratar do assunto. Quando Rogerio Aguas esteve com Loro Jones, Dona Carminha e outros artistas nos corredores do Ministério do Desenvolvimento Social (2008) por ocasião da produção do CD Rock Solidário é Rock Mesmo, Loro puxou um assunto desses onde outro hit da Legião, Geração Coca Cola, teria sido composta por ele e que Renato tinha gravado sem sequer citá-lo. Dona Carminha falou na frente de todos que estavam lá: Entre na justiça que não vou me opor, nem eu nem meus advogados. E terminou dizendo que bastaria provar que seria tudo acertado. Até o fim do trabalho que Aguas desenvolveu com Loro, dezembro de 2013, Aguas disse que Loro nunca quis levar nada daquilo adiante. Parabéns à Dona Carminha e para o velho e camarada Loro! por Magu Cartabranca

sábado, 8 de novembro de 2014

MÁRIO PAZCHECO FALA SOBRE A ROCK BRASÍLIA EM MATÉRIA NO SITE: DO PRÓPRIO BOLSO: Réquiem & revanche para o rock Brasília

Mário Pazcheco, crítico musical de renome no DF e no ranking do cult nacional, ouviu o EP da Rock Brasília e deixou sua importantíssima impressão digital do que achou desse trampo intitulado O ROCK BRASÍLIA AINDA NÃO MORREU! Segue na íntegra texto de Pazcheco publicado no site de seu próprio domínio, Do Próprio Bolso: Réquiem & revanche para o rock Brasília Banda Rock Brasília é: • Rogério Águas (direção musical, guitarras e voz) • Magu Cartabranca (voz) • Thiago Laboriel (contrabaixo) • Lucas Carmo (bateria) Faixas 01. “O Rock Brasília Ainda Não Morreu” / 02. “Comfortably Numb” / 03. “Vivifica” / 04. “Foi na Testa ou Foi no Braço? 666” / 05. “Valerá” / 06. “Fantoches” Em tempos de agrura e crise, os CDs involuntariamente assumiram um formato de miniópera devido ao pequeno número de faixas apresentadas. Geralmente, são selecionadas as melhores músicas e ganha-se tempo ao invés dos longuíssimos e dispensáveis 70 minutos normais do CD. Eu tive a oportunidade de ter acompanhado algumas apresentações da Banda Rock Brasília para ficar familiarizado e satisfeito com o resultado deste CD de apresentação. A direção musical do CD é crua, minimal e urgente. O perfeccionismo parco das gravações deixaram a bateria em primeiro plano, um plano abandonado pelas gravações requintadas, delícia ouvir o trabalho cru da bateria. O repertório é um apanhado de clichês dos anos 80 desde Joan Jett a Van Halen. A faixa de abertura “O Rock Brasília Ainda Não Morreu” corta dos dois lados é a narrativa da ascenção e queda do ritmo da capital. Que decaiu com a morte de Renato Russo “quem irá contar esta história” e como tudo que é deturpado a faixa ainda mostra o cinismo das homenagens e a revanche dos bastidores. Neste CD são normais as reminiscências que são homenagens a sonoridade de Loro Jones no Capital Inicial. A versão pesada de “Comfortably Numb” jamais gravada pelo Pink Floyd, serve como fantasia e agonia para o rock Brasília. O embrião de formação da Banda Rock Brasília é alicerçado na mitologia de capelas, jazigos, funerais, clínicas, doentes terminais que deram origem ao nome Sepultura (prezado leitor há 37 anos atrás houve uma banda de rock pesada chamada Sepultura aterrorizando os coretos da cidade Cruzeiro em Brasília). Sepultura era nome pesado e evitado tal como Aborto Elétrico ou Camisa de Vênus mal sabíamos do porvir que tal nome seria reutilizado em causa própria. O nome da terceira faixa ainda não conseguir desvendar... Já a faixa seguinte é um hino “Foi na Testa ou Foi no Braço? 666” incrivelmente parecida com uma melodia da banda Sem Destino mas aqui apresentada com o humor dos filmes B. Um rock altamente vibrante e idenficável carregado de adrenalina. Em todo o CD, a guitarra aparece afinada sem abusos ou ostentações. Espertamente nas outras faixas são incorporadas as batidas urbanas e o moderno palavreado e frases do rap na apropriada “Fantoches” o politicismo éa bordado: política e cinismo. Diante da pasmaceira Rock Brasília ainda sangra os ouvidos. Será Magu Cartabranca precursor do rock pesado nacional? O vocalista Magu Cartabranca jamais um cantor, é apresentador do programa de TV à cabo O Libertário orgulhosamente, ele segue a dinastia dos colunáveis Gilberto Amaral e Bernardete Alves, comparação elogiosa. São 10 anos cravados como a estaca do vampiro que o generoso Magu Cartabranca tenta alavancar a audiência do site Do Próprio Bol$o. Somos conhecidos dos palcos desde o final dos anos 70, quando o quinteto Sepultura urrava seu rock sobrenatural através das caixas de som valvuladas. Magu Cartabranca é o que pode-se chamar de Entertainer enforcando-se no palco, dedilhando seu teclado ou roubando a cena e provocando ciúmes entre os membros das várias formações de suas bandas: “vocês não fazem ideia de como é difícil”. Já varamos madrugadas lendo poemas na 109 Sul, incontáveis encontros nos palcos da cidade, ele sempre com o microfone procurando uma voz para conspirar com seu tema preferido a liberdade de expressão. Seu programa, O Libertário é a sua imagem. Magu Cartabranca dono de uma prodigiosa memória ainda não se tocou da sua importância na cena do rock Brasília, mas os produtores o amam. Um cara cordato, entevistador centrado e artista irreverente. O ministro Toffoli mandou arquivar o processo que o Original Sepultura movia contra o Sepultura dos irmãos Cavalera. No processo, a farta documentação da banda de Brasília foi extraviada, fotos da banda com Cássia Eller e registros com todas as formações do Sepultura de Brasília, banda com a trajetória assustadora como todas as grandes bandas de rock pesado. Pouparei os leitores desta trajetória de overdoses e suicídios. Seria trágico cômico mas nesta ópera-rock surreal, Margu Cartabranca acabou sem nenhum vintém mesmo tendo citado os Cavaleras em seu domícilio em Curitiba. Espertamente eles não compareceram evitando que o caso se espalhasse na mídia no caso do nome homônimo, nomes homônimos na cena do rock são fatos comuns, já que nos anos 60 já existia uam banda chamada Iron Maiden. – Este é Magu Cartabranca vocalista do Sepultura! O metaleiro instântaneamente dispara, – do Sepultura Cover? – Não do Sepultura de Brasília. A longa história é mais uma vez recontada...