BANDA ROCK BRASÍLIA - Performance: Rock Brasília ainda não morreu. créditos: fotógrafo do Sindjus (basta enviar o nome do autor que postaremos)
Great! Great! Great stage .
Fantastic powerful message from the Band Rock Brasilia to
the World..LOVE You. Foi essa um post diretamente da Austrália, do Mr. Mathias Santos! Logo que visualizou a foto em perfil no facebook, o Mathias (que é cantor e ator, tendo feito, dentre outras, participação no best seller A Casa de Cera - filme que contou com Paris Hilton no casting) mandou logo sua impressão do tema ostentado entre cadeira de roda, paciente, enfermeiro, microfones e guitarras: Great! Great stage! (grande, grande palco!). Fantastic powerful message from de Band Rock Brasília (fantástica e poderosa mensagem da banda Rock Brasília!) Love you (amo vocês!) e a recíproca é verdadeira, a banda ama Mathias! E essa mensagem que a banda leva em uma em suas cadeiras e bandeiras tem rodado o DF, o centro-oeste e por que não dizer, o mundo via WWW? Desta vez foi por ocasião do aniversário da TV Cidade Livre, Net - canal 12, onde houve transmissão ao vivo, público local etc. A banda esteve lá para prestigiar a direção da TV batalhadora, mas também para deixar o seu próprio recado. E para quem ainda não entendeu esse recado lá vai mais uma explicação nessa espaço da banda. Por um lado, todos louvamos a era onde surgiram as bandas que introduziram o nome da capital no cenário artístico brasileiro. Provocou a mídia que teve de criar o termo Rock Nacional para falar de bandas cuja performance e estilo não podiam ser contemplados como parte da Música Popular Brasileira - MPB. E assim foi. De Renato Russo pra cima e pra baixo todos conhecemos, incluindo aí letras, músicas e agora os muito facilmente identificáveis plágios de Ramones, Pistols e outras grandes bandas do cenário britânico e norte-americano principalmente. E daí? Se na época não havia internet na proporção que a conhecemos hoje seria moleza pegar os plágios no flagra! Porém, se nem os herdeiros dos Ramones e outras vítimas ligaram, quanto mais nós simples mortais. O que interessa, no entanto, é que após a morte de Russo e o fim da Legíão, como também o fato de Capital Inicial ter se mudado pra São Paulo e nunca mais voltado, digo, volta somente para levar os cachets de (pasmem) todos os aniversários de Brasília! Nesse momento são eles banda de Brasília! São daqui desde menino! E cobram caro para ficar coerente com a letra de Veraneio Vascaína: Porque pobre quando nasce com instinto assassino...!!! Então se a visão de pobres e pobreza é essa, meus amigos, tome capitalismo selvagem nos bolsos dos cofres, digo, cachets públicos! Quem já os viu dentro do DF fazendo shows beneficentes ou qualquer outra iniciativa que não tenha capital pra caramba? Capitalismo Inicial? Sem dúvida. E se você contar mais um nome de banda dos primórdios dessa famosa Era de Ouro com direito a estranha história com poucos personagens, muitos cortes e retaliações em longa e cara metragem, assista esse famoso longa que não cansamos de citar: Rock Brasília Era de Ouro. Você perceberá que não estamos exagerando. Depois dessa ladainha toda podemos ser diretos. O paciente da foto, Magu Cartabranca, simboliza o Rock Brasília lado B. Magu tem legitimidade para fazer esse papel, pois foi da famigerada Sepultura na época em que dividia shows e palcos com Renato Russo e sua banda, o que não é contado nos aniversários de Brasília pagos com cachets estratosféricos pela SEC do GDF. O lado B, na verdade, é formado por centenas de bandas que trabalham nas ruas, bares e guetos do DF e nunca tem qualquer espaço ou verba oficial que ajude a incrementar a cena da cidade que outrora foi conhecida no país todo como Capital do Rock. Caso não houvesse apoio financeiro da SEC, da Câmara Legislativa, Governo Federal, Bando do Brasil, CEF e outras instituições com capital público, não questionaríamos. Todavia tem sim verba pública e sempre para na mão de 3 bandas e meia dúzia de nomes de produtores e demais operadores do quadro musical brasiliense. Por isso a banda Rock Brasília faz o mesmo que fizeram os punks em seus primórdios: senta a pua! Denuncia mesmo. E vai prosseguir com seu show levantando sua bandeira preconizada na letra da faixa 1 de seu CD Demo ( sigla de demonstration): O Rock Brasília ainda não morreu/ está na U.T.I. muito pior que eu/ viver do passado é coisa pra museu/ eu vou te contar como isso aconteceu/ no começo de sua história era tudo complicado/ as canções que ele fazia não tocavam na rádio/ incomodava muita gente com sua música crítica/ denunciou os golpistas desse Congresso de Brasília/ refrão... Então foi para São Paulo e a terrinha o recebeu/ e no Rio de Janeiro as coisas aconteceram/ mas pra emplacar seus hits em rádio e televisão/ ele vendeu sua alma, mente e coração/ refráo... e na última estrofe: o final dessa história você sabe o resto/ ficou fora de moda fazer rock de protesto/ ASSIM ESSE ROCK BRASÍLIA MORREU NOS ANOS 80 E SEU FUNERAL É ETERNA FONTE DE RENDA. Esse é o hino da banda que você pode ouvir ao vivo nos shows ou na faixa 1 do CD que leva o nome da banda. Abaixo, então, o Rock Brasília chapa branca! Que fique na história e se quiser continuar na cena do rock made in DF que faça jus a isso. Participe, portanto, do movimento para salvar o rock n roll genuíno, sem capitalismo inicial qualquer de suas atividades e assim saberá como ajudar a salvar os pacientes, pois são muitos! Banda Rock Brasília. Obs.: a parte da letra citada - para emplacar seus hits em rádio e televisão/ ele vendeu sua alma, mente e coração/ é tema da próxima matéria.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
ROCK BRASÍLIA LADO B AINDA NA U.T.I. MAS O ROCK BRASÍLIA CHAPA BRANCA, VAI ETERNAMENTE BEM NA SECRETARIA DE CULTURA DO GDF.
BANDA ROCK BRASÍLIA - Performance: Rock Brasília ainda não morreu. créditos: fotógrafo do Sindjus (basta enviar o nome do autor que postaremos)
Great! Great! Great stage .
Fantastic powerful message from the Band Rock Brasilia to
the World..LOVE You. Foi essa um post diretamente da Austrália, do Mr. Mathias Santos! Logo que visualizou a foto em perfil no facebook, o Mathias (que é cantor e ator, tendo feito, dentre outras, participação no best seller A Casa de Cera - filme que contou com Paris Hilton no casting) mandou logo sua impressão do tema ostentado entre cadeira de roda, paciente, enfermeiro, microfones e guitarras: Great! Great stage! (grande, grande palco!). Fantastic powerful message from de Band Rock Brasília (fantástica e poderosa mensagem da banda Rock Brasília!) Love you (amo vocês!) e a recíproca é verdadeira, a banda ama Mathias! E essa mensagem que a banda leva em uma em suas cadeiras e bandeiras tem rodado o DF, o centro-oeste e por que não dizer, o mundo via WWW? Desta vez foi por ocasião do aniversário da TV Cidade Livre, Net - canal 12, onde houve transmissão ao vivo, público local etc. A banda esteve lá para prestigiar a direção da TV batalhadora, mas também para deixar o seu próprio recado. E para quem ainda não entendeu esse recado lá vai mais uma explicação nessa espaço da banda. Por um lado, todos louvamos a era onde surgiram as bandas que introduziram o nome da capital no cenário artístico brasileiro. Provocou a mídia que teve de criar o termo Rock Nacional para falar de bandas cuja performance e estilo não podiam ser contemplados como parte da Música Popular Brasileira - MPB. E assim foi. De Renato Russo pra cima e pra baixo todos conhecemos, incluindo aí letras, músicas e agora os muito facilmente identificáveis plágios de Ramones, Pistols e outras grandes bandas do cenário britânico e norte-americano principalmente. E daí? Se na época não havia internet na proporção que a conhecemos hoje seria moleza pegar os plágios no flagra! Porém, se nem os herdeiros dos Ramones e outras vítimas ligaram, quanto mais nós simples mortais. O que interessa, no entanto, é que após a morte de Russo e o fim da Legíão, como também o fato de Capital Inicial ter se mudado pra São Paulo e nunca mais voltado, digo, volta somente para levar os cachets de (pasmem) todos os aniversários de Brasília! Nesse momento são eles banda de Brasília! São daqui desde menino! E cobram caro para ficar coerente com a letra de Veraneio Vascaína: Porque pobre quando nasce com instinto assassino...!!! Então se a visão de pobres e pobreza é essa, meus amigos, tome capitalismo selvagem nos bolsos dos cofres, digo, cachets públicos! Quem já os viu dentro do DF fazendo shows beneficentes ou qualquer outra iniciativa que não tenha capital pra caramba? Capitalismo Inicial? Sem dúvida. E se você contar mais um nome de banda dos primórdios dessa famosa Era de Ouro com direito a estranha história com poucos personagens, muitos cortes e retaliações em longa e cara metragem, assista esse famoso longa que não cansamos de citar: Rock Brasília Era de Ouro. Você perceberá que não estamos exagerando. Depois dessa ladainha toda podemos ser diretos. O paciente da foto, Magu Cartabranca, simboliza o Rock Brasília lado B. Magu tem legitimidade para fazer esse papel, pois foi da famigerada Sepultura na época em que dividia shows e palcos com Renato Russo e sua banda, o que não é contado nos aniversários de Brasília pagos com cachets estratosféricos pela SEC do GDF. O lado B, na verdade, é formado por centenas de bandas que trabalham nas ruas, bares e guetos do DF e nunca tem qualquer espaço ou verba oficial que ajude a incrementar a cena da cidade que outrora foi conhecida no país todo como Capital do Rock. Caso não houvesse apoio financeiro da SEC, da Câmara Legislativa, Governo Federal, Bando do Brasil, CEF e outras instituições com capital público, não questionaríamos. Todavia tem sim verba pública e sempre para na mão de 3 bandas e meia dúzia de nomes de produtores e demais operadores do quadro musical brasiliense. Por isso a banda Rock Brasília faz o mesmo que fizeram os punks em seus primórdios: senta a pua! Denuncia mesmo. E vai prosseguir com seu show levantando sua bandeira preconizada na letra da faixa 1 de seu CD Demo ( sigla de demonstration): O Rock Brasília ainda não morreu/ está na U.T.I. muito pior que eu/ viver do passado é coisa pra museu/ eu vou te contar como isso aconteceu/ no começo de sua história era tudo complicado/ as canções que ele fazia não tocavam na rádio/ incomodava muita gente com sua música crítica/ denunciou os golpistas desse Congresso de Brasília/ refrão... Então foi para São Paulo e a terrinha o recebeu/ e no Rio de Janeiro as coisas aconteceram/ mas pra emplacar seus hits em rádio e televisão/ ele vendeu sua alma, mente e coração/ refráo... e na última estrofe: o final dessa história você sabe o resto/ ficou fora de moda fazer rock de protesto/ ASSIM ESSE ROCK BRASÍLIA MORREU NOS ANOS 80 E SEU FUNERAL É ETERNA FONTE DE RENDA. Esse é o hino da banda que você pode ouvir ao vivo nos shows ou na faixa 1 do CD que leva o nome da banda. Abaixo, então, o Rock Brasília chapa branca! Que fique na história e se quiser continuar na cena do rock made in DF que faça jus a isso. Participe, portanto, do movimento para salvar o rock n roll genuíno, sem capitalismo inicial qualquer de suas atividades e assim saberá como ajudar a salvar os pacientes, pois são muitos! Banda Rock Brasília. Obs.: a parte da letra citada - para emplacar seus hits em rádio e televisão/ ele vendeu sua alma, mente e coração/ é tema da próxima matéria.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
BANDA ROCK BRASÍLIA: JUSTIÇA PELO ASSASSINATO DO LEÃO CECIL.
O mundo pede justiça no caso do assassinato do leão Cecil, símbolo nacional de Zimbábue, África, que além de morto foi decepado pelo dentista norte-americano Walter Palmer, que pagou cerca de 55mil dólares para promover tal covarde e nefasto crime. A banda Rock Brasília faz côro nesse pedido de justiça. Que o Sr. Palmer pague na cadeia pela atrocidade criminosa que é esse assassinato que cometeu. Operadores do Direito podem criticar quanto ao termo assassinato, pois, muitos acreditam ser tal palavra exclusiva para denotar morte de seres humanos. Como diria Erasmo de Rotterdam em sua obra Elogio da Loucura (28 de outubro de 1466 a 12 de julho de 1536), escritor, teólogo, filósofo e humanista neerlandês: são esses os da ciência da burrice, os rábulas (referindo-se a advogados e magistrados) que ganham fortunas e moram em castelos, enquanto nós teólogos e filósofos estudamos até morrer e mal temos dinheiro para ganhar o pão! O problema nesses meros jogos de palavras é que ao rebater o uso do termo assassinato para animais minimiza-se o ato de matar. Em outras palavras, é contribuir com a velada autorização de forma sútil à matança promovida por humanos a indefesos animais, quer silvestres, quer selvagens por puro prazer. Pasmem: prazer de matar. E enquanto os atrasos e burrices do direito tupiniquim que deveriam há muito estarem superadas continuam valendo, prosseguimos em reforçar esse refrão que pede justiça para essa iniquidade consumada e exaurida pelo dentista norte-americano Walter Palmer. E isto não poderia ser chamado de outra coisa senão assassinato. Pior é que esse dentista psicopata tem assinado diversos outros assassinatos registrados por ele em selfies e postados em suas páginas nas redes sociais. É a ostentação do talento assassino de Palmer. Toda sorte de animais (de leões a ursos) tem sido vítima desse psicopata. Palmer tem pago verdadeiras fortunas para corromper africanos que lhe facilitem a vida bandida na matança de indefesos animais em seus vulneráveis habitats. Parece não bastar ao mundo fazer encolher cada vez mais esses mesmos habitats à custa de desmatamentos, construções de habitações civis, queimadas, especulações imobiliárias, poluições diversas de rios por poderosas indústrias etc. que além de destruir e ameaçar espécies faz o próprio planeta mudar, esquentar e secar até um dia inviabilizar a própria vida , incluindo aí logicamente a humana. Não basta sequer matar o leão Cecil e diversos outros animais, vez que a sede por essa espécie de assassinato é saciada também com a promoção da carnificina de outros animais maiores e menores, pois dessa forma tal prática repugnante não tem sido punida. Mas essa atrocidade despertou ondas de ódio no mundo. Cecil era símbolo famoso e respeitado do Zimbábue. Parece que o sangue desse e de outros inocentes animais está cobrando justiça para que Palmer, 55 anos, apodreça na cadeia e lembre-se de todos os animais que assassinou em sua infeliz passagem pelo planeta. O blog da banda Rock Brasília faz de fato, repetimos, côro por justiça, para que Palmer seja extraditado e pague no Zimbábue pelas atrocidades que lá promoveu. Em sua defesa o dentista alegou ter contratado guias profissionais e que acreditava ter todas as licenças de caça em ordem. Todavia, a ministra Muchinguri afirma que o uso de arco e flecha para matar o leão violou por sí só a regulamentação da caça do Zimbabue. Mesmo tendo que fechar página no facebook e seu consultório dentário, pois Palmer já recebeu toda sorte de ameaça, o dentista tem a cara de pau de dizer que não fez nada de ruim, tanto ele quanto seus cúmplices. Por tudo isso que Justiça seja feita e Palmer apodreça na cadeia e lá tente dormir contando carneirinhos, lobinhos, leõezinhos e todos os animais que covardemente assassinou. banda Rock Brasília
OBRA DO CD DEMO DA ROCK BRASÍLIA , FANTOCHES, JÁ FOI BARRADA POR GILMAR MENDES NA TV JUSTIÇA.
Devido ao fato histórico que envolveu a obra Fantoches em episódio na TV Justiça, onde o então Presidente do STF Gilmar Mendes solicitou à produção do programa Refrão que mudasse a obra a ser analisada em pauta naquele programa (pelo menos foi isso que passaram na época para o convidado daquele programa, Rogerio Aguas) em função do embate vivido naquele período entre o STF da gestão de Mendes e do Senado presidido por José Sarney, o blog resolveu reproduzir a matéria anterior a esta para dar enfoque a esse exclusivo e fato cultural. Em todos os aspectos salientamos ter sido transparente e honesta a atitude do então quadro da TV Justiça, Refrão, a quem respeitamos e parabenizamos. Segue assim a reprodução com pequenas alterações. Em época onde fazer rock é trabalhar música, letra, visual (look) e todos os detalhes movidos à maquiagem e outras baboseiras para que suposta banda de rock seja aprovada pelos critérios das TVs oficiais de extrema direita, a banda Rock Brasília levanta a velha e sempre atual bandeira: fazer rock é ter atitude, é ser autêntica no que faz, no que toca, no que pensa em todos os aspectos. Em outras palavras, é ser coerente com o estilo musical que escolheu trabalhar. E o lema que a banda tem levantado é: fazer música do pescoço pra cima, ou seja, fazer o ouvinte pensar. Ajudar as pessoas a terem senso crítico e nesse sentido contribuir com a minimização da miséria intelectual que foi tirar a filosofia dos programas de educação no Brasil, o que perdurou até o fim da ditadura militar, pois foram os militares que fizeram essa proeza que burrificou muita gente que, inclusive, ostenta ter curso superior, mas não pensa. E para clarear as idéias de quem ainda não entendeu o significado de fazer música do pescoço pra cima vale a pena destacar que a música no Brasil de hoje só tem praticamente letras que abordam do pescoço pra baixo: fazer pornofonia, falar de bunda, mulher melão, Eguinha Pocotó etc. Pois, assim não haverá problemas com as ideologias defendidas pelos meios de comunicação alienantes que adoram veicular esses conteúdos que mantêm a massa no seu lugar, quieta, burra, rindo dessas asneiras e que ainda fazem tudo o que os apresentadores de TV mandam. É contra tudo isso que a banda Rock Brasília, que faz exclusivamente rock n roll (gênero musical que mexe mesmo com o corpo e atiça a mente), tem trabalhado e aprimorado em suas obras iguais a faixa 6 de seu cd demo, Fantoche (onde um trecho da letra diz: Um cidadão, mesmo se for plebeu, tem o direito de pensar; mas quando ele descobre isso suas asas são cortadas; todo homem que é manipulado, seu inconsciente quer se libertar; de uma linguagem pobre, inexpressiva: não vê, não ouve e não fala. Fantoches não pensam, fantoche não queira ser, não...). Importante resgatar da história dessa obra o fato de Rogerio Aguas, compositor da mesma, ter sido convidado pela TV Justiça para comentar Fantoche no quadro cultural intitulado Refrão. Na ocasião Aguas estendeu o convite a Loro Jones e a Wilton Silva (também guitarrista) para participarem com ele da entrevista. Interessantíssimo foi o fato do Ministro Gilmar Mendes, que teria aprovado a pauta do programa Refão daquela TV em primeiro momento ter mudado de idéia quando tomou ciência do conteúdo da letra de Fantoche. Isto ocorreu na verdade por causa da queda de braço entre o STF e o Senado naquela época, cujos Presidentes eram o próprio Ministro Gilmar Mendes e o Senador José Sarney, respectivamente, o que fez a pauta da entrevista mudar num segundo momento. A explicação foi explanada a Rogerio Aguas. Se Fantoche fosse executada naquele programa com a versão em clip que na época circulava na internet a equipe de Sarney que acompanhava suas matérias poderia achar que era uma provocação e ataque do Ministro Gilmar Mendes a Sarney. Fácil entender quando se tem em mente trecho de Fantoche como: no Congresso dos Fantoches só podia falar, uma tal marionete começou a ensinar; disse que manipulação é algo tão normal e está bem sintonizada na antena global; os Fantoches concordaram com singelos gestos, balançando as cabecinhas como vacas de presépio; e resolveram, enfim, quanto iriam ganhar, pra que no Congresso pudessem todos trabalhar, enrolar, roubar. E assim Aguas pediu a Loro Jones que juntos escolhessem outa música, já que Fantoche estava naquele momento censurada. A obra escolhida especialmente por Loro foi Mickey Mouse em Moscou, de sua antiga banda, Capital Inicial. Veja então a matéria que resultou de tudo isso no programa Refrão, da TV Justiça, veiculado para todo o Brasil pela Sky, Net e outros veículos de comunicação (link no final da matéria: Multiverso Paralelo no Refrão - TV Justiça). E assim a banda Rock Brasília, fruto da continuidade da parceria Rogerio Aguas, Loro Jones e Magu Cartabranca segue trilhando seu caminho: fazer música pra pensar, mesmo que perca mídia e seja censurada. Pois, virar banda de rock de plástico com letras alienantes (letras que giram em torno de falar de chifre, da mãe Joana, de pernas, de bundas e de outras asneiras iguais a Natasha que usa saia de borracha) é melhor parar de tocar e pendurar as chuteiras, digo, as guitarras! Banda Rock Brasília.
https://www.youtube.com/watch?v=wXV85UAZDqE
domingo, 2 de agosto de 2015
BANDA ROCK BRASÍLIA: MÚSICA DO PESCOÇO PRA CIMA.
crédito: Isaac Casters - Studio Formigueiro
Em época onde fazer rock é trabalhar música, letra, visual e todos os detalhes movidos à maquiagem e outras baboseiras para que a banda seja aprovada pelos critérios das TVs oficiais de extrema direita, a banda Rock Brasília levanta a velha e sempre atual bandeira: fazer rock é ter atitude, é ser autêntica no que faz, no que toca, no que pensa em todos os aspectos. Em outras palavras, é ser coerente com o estilo musical que escolheu trabalhar. E o lema que a banda tem levantado é que no Brasil é preciso fazer música do pescoço pra cima, ou seja, fazer o ouvinte pensar. Ajudar as pessoas a terem senso crítico e nesse sentido contribuir com a miséria que foi tirar a filosofia dos programas de educação no Brasil, o que perdurou até o fim da ditadura militar, pois foram os militares que fizeram essa proeza que burrificou muita gente que inclusive ostenta ter curso superior, mas não pensa. É desse jeito que a banda Rock Brasília, que faz exclusivamente rock n roll (gênero musical que mexe mesmo com o corpo e atiça a mente), tem trabalhado e aprimorado obras que vão desde Fantoches (onde um trecho da letra diz: Um cidadão, mesmo se for plebeu, tem o direito de pensar; mas quando ele descobre isso suas asas são cortadas; todo homem que é manipulado, seu inconsciente quer se libertar; de uma linguagem pobre, inexpressiva; não vê, não ouve e não fala. Fantoches não pensam, fantoches não queira ser, não...). Importante resgatar da história dessa obra o fato de Rogerio Aguas, compositor da mesma, ter sido convidado pela TV Justiça para comentar Fantoches. Na ocasião Aguas convidou Loro Jones e Wilton Silva (também guitarrista) para participarem com ele da entrevista. Interessantíssimo foi o fato do Ministro Gilmar Mendes, que teria aprovado a pauta do programa Refão daquela TV em primeiro momento ter mudado de idéia. Isto por causa da queda de braço entre o STF e o Senado naquela época, cujos Presidentes eram o próprio Gilmar Mendes e o José Sarney, respectivamente, o que fez a pauta da entrevista mudar num segundo momento. A explicação foi explanada a Rogerio Aguas. Se Fantoche fosse executada com a versão em clip que na época circulava na internet a equipe de Sarney que acompanhava suas matérias poderia achar que era uma provocação e ataque do Ministro Gilmar Mendes a Sarney. Fácil entender quando se tem em mente trecho de Fantoches como: no Congresso dos Fantoches só podia falar, uma tal marionete começou a ensinar; disse que manipulação é algo tão normal e está bem sintonizada na antena global; os Fantoches concordaram com singelos gestos, balançando as cabecinhas como vacas de presépio; e resolveram, enfim, quanto iriam ganhar, pra que no Congresso pudessem todos trabalhar, enrolar, roubar. E assim Aguas pediu a Loro Jones que comentassem outa música, já que Fantoche estava naquele momento censurada. A obra escolhida por Loro foi Mickey Mouse em Moscou, de sua antiga banda, Capital Inicial. Veja então a matéria que resultou de tudo isso no programa Refrão, da TV Justiça, veiculado para todo o Brasil pela Sky, Net e outros veículos de comunicação (link no final da matéria: Multiverso Paralelo no Refrão - TV Justiça). E assim a banda Rock Brasília, continuidade da parceria Rogerio Aguas, Loro Jones e Magu Cartabranca continua seu caminho: fazer música pra pensar, mesmo que perca mídia e seja censurada. Pois, virar banda de rock de plástico com letras alienantes (letras que giram em torno de falar de chifre, de Natasha que usa saia de borracha e outras baboseiras) é melhor pendurar as chuteiras, digo, as guitarras! Banda Rock Brasília.
https://www.youtube.com/watch?v=wXV85UAZDqE
sábado, 25 de julho de 2015
NEM DAVID "PANÇA" GILMOUR ESCAPA DO BLOG DA BANDA ROCK BRASÍLIA!
É isso mesmo. David Gilmour é carinhosamente chamado de "pança" por muitos fãs do Rosa Freud. E nesse espírito essa bagaça de blog da banda Rock Brasília resolveu reproduzir uma espirituosa e alegre postagem de algum gênio da net que sentou a caneta, digo, as teclas em nada menos que a Desciclopédia, forte derivado da Wikipedia, para encher linguiça e falar do notável guitarrista do Pink Floyd. Lembrando que a partir daqui o nome desse grupo será também carinhosamente chamado de Rosa Freud, conforme o autor do artigo que postamos faz no melhor e pior sentido da palavra!
David Gilmour (a.k.a. Davi Gilmar ou David Glamour), também conhecido carinhosamente pelos "fãs" como pança, foi compositor do Pink Floyd entre os anos 60,70, 80 e 90. David Gilmour entrou no Rosa Freud em 1968, foi o integrante da banda que mais mudou de vida durante o Pink Floyd. Entrou na banda magrelo, pobre e cabeludo, e saiu da mesma banda, gordo, rico e careca.
(David Gilmour esmagando uma fã)
Tabela de conteúdo:
1 Fatos
2 Biografia
3 Saída de Roger Waters
4 A era Gilmour no Pink Floyd
5 Fim do Pink Floyd
6 Vídeos
Nesse sentido: 1Fatos:
Com a saída do louco cheirador de gatinho, Cid Barreto, David foi convidado por Rogério Águas vocalista do Pink Floyd para fazer parte da banda.
David Mudou totalmente o estilo de música do Pink Floyd, que saia de um estilo, rock brega, para entrar em um estilo Rock Cafona. Começou a inventar vários sons diferentes para serem gravados nos álbuns do Pink Floyd, como sons de latidos, espirros, mastigação, gemidos, buzinas, carros, cavalos, motores, gatinhos fornicando, enfim, tudo e qualquer som que nos atormenta dia a dia virou música para os ouvidos de David Gilmour. Atualmente David Gilmour segue a carreira política e é prefeito da cidade de Charqueadas no Rio Grande do Sul.
(Guilmour sem maquiagem.)
2 - Biografia:
Nascido em 1900 e guaraná com rolha, David era um menino fanático por futebol e por seu violão de brinquedo que tinha apenas 2 cordas, dado pelo seu pai quando criança. David insatisfeito com a qualidade do som de seu violão, então desde moleque aprendeu um novo jeito de fazer música, resolveu reunir todos os tipos de sons que ouvisse pela frente. Para David, todo barulho era música. David, como dizia seu pai, era um garoto que conseguia dormir tranquilamente nas viradas de ano, ao som de fogos de artifício sem nenhum problema. Era o único morador da rua, que soltava gatinhos na sua rua para fazer com que os cães latissem e assim à noite fazendo com que David dormisse tranquilamente ao som de latidos, miados e berros dos vizinhos pedindo para os animais calarem a boca.
Em 1968 com 24 anos de idade, viu a saída do cheirador de gatinho, Cid Barreto do Pink Floyd, e foi logo puxando sardinha de Rogério Águas que o convidou mais tarde para substituir Cid Barreto.
Assim surgia a nova era do Rock Cafona do Rosa Freud.3 - Saída de Roger Waters:
Davi Gilmar começou ao longo do tempo a aparecer mais que Rogério Águas, o que deixava o baixista morrendo de inveja. Então Águas deu um pau em David com os novos álbuns que ele fez: Dê Ual e Animal! que acabam sendo um tremendo sucesso, e mostrando que quem mandava naquela porra era ele! As coisas se convertem. Gilmar ficou na merda e Rogério Águas ainda revolseu ficar com o nome do Rosa Freude só para ele. Porem não conseguiu, perdeu o nome na Justiça e acabou passando o resto da vida vivendo de carreira solo e fazendo Playbacks em casas musicais sujas de urina e vômito.
4 - A era Gilmour no Pink Floyd:
Com a saída de Rogério Águas, Davi acaba levando a banda nas costas. Por isso também resolveu aumentar ainda mais a pança para aguentar o tranco. O primeio álbum sem Rogério Águas (um momentaneo lapso de razão) foi perfeito comparando ao lixo do último álbum "o corte final". No último álbum, Davi Gilmar, sem ter o que compor pediu para sua mulher o ajudar e compor as músicas para banda pois não tinha mais criatividade. Stephen Hawking, novo integrante da banda cantou com sua voz metalizada em uma música do sino da divisão. O mesmo ao terminar de cantar no show, quebrava sua cadeira no palco como um sinal de devoção ao rock'n'roll. Stephen também não conseguia mexer sua cabeça para frente e para traz (head banging), intao uma das cantoras contratadas sacodia sua cabeça e levantava seu braço para fazer o sinal do metal (\m/). o sinal do metal de cabeça para baixo é muito usado pelo homem-aranha para soltar teias, algo parecido com isso: /w\.
(Gilmar após sair do Pink Floyd)
5 - Fim do Pink Floyd:
Em 1996 David da fim ao Rosa Freud, porque a banda não teria como seguir sozinha com um tecladista punheteiro, e um baterista chapado viciado em Fórmula 1. Vendo que a Banda ia direto pra falência, David aposenta o circo em 1996.
Davi começa a criar a discografia solo de sua vida. Músicas que falavam desde o seu nascimento até a dor que ele sente hoje pela sua castração. Dentre tais discos só se salvam "Atôa na ilha", "Rememberela da Noite: Ao vivo na sala do Alberto" e "Live at Guindaste", este último foi lançado em 32 versões, sendo que cada não vendeu sequer uma cópia, batendo assim o recorde de vendas de sua discografia..
Hoje David passa grande parte de sua vida se deliciando em lanchonetes do McDonald's, e praticando esporte saudáveis para se manter em forma... em forma de Peixe-Boi.
David Gilmar na infância e na adolescência:

E até as atualizações dessa matéria do Pança Guilminha o blog não achou o nome da figura que pesquisou exaustivamente a biografia, obra e fotos raras do álbum de família do Pança para deixar os fãs do guitarrista satisfeitos. Todavia, a qualquer momento postaremos o nome do autor da matéria publicada originalmente na desciclopédia. Aguardamos qualquer contato do autor e até a próxima edição.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
SEU AFONSO, O TROVADOR SOLITÁRIO DE GOIÁS VELHO, PARTIU PARA TOCAR EM OUTROS MUNDOS. WE SALUTE HIM!
Afonso Silvério, trabalhador rural, artista e pioneiro da Cidade de Goiás, partiu para a eternidade no último 30 de junho. O blog da banda Rock Brasília registra com pesar tal significante perda não somente para a Cidade de Goiás, antiga capital goiana, mas para todo o Brasil. Afonso Silvério, dentre outras atividades de trabalhador sério, participou de movimentos para regularização dos assentamentos rurais em seu estado, Goiás, como também em marchas de movimentos tais quais MST e outros, fomentando assim a desejada reforma agrária brasileira. Os resultados desses esforços foram os mais benéficos possíveis, pois, famílias que promovem a pequena e média agricultura em todo o país foram contempladas por esses empenhos dos quais o nome de Afonso Silvério está gravado na história do país. E não parou por aí. O trovador solitário da Cidade de Goiás, também era músico, tanto na juventude quanto em seus últimos anos. Participou dos clips que abriram o programa Left N Right, produzido por Rogerio Aguas e seu antigo parceiro, Loro Jones, fundador e ex-componente do grupo Capital Inicial. Na ocasião os programas foram exibidos no canal 08 da Net e em mostras cinematográficas e deverá ser reprisado em sua homenagem no Programa O Libertário, de Magu Cartabranca, Net, Canal 12, TV Cidade Live. Assim nosso blog faz o merecido registro e homenageia esse guerreiro que partiu aos 82 anos de idade, deixando legado de luta e leveza artística para seus descendentes, de modo particular, e a toda nação, de modo geral. Importante lembrar que Afonso era tio de Rogerio Aguas, guitarrista e vocalista da Rock Brasília, com o qual nos solidarizamos nessa grande perda. For those about to rock and to blues, We salute Afonso!
quarta-feira, 24 de junho de 2015
PERFORMANCE EM CANTO: UM DOS PIORES EXEMPLOS VEM DO CANTOR MIGUEL QUE APLICOU VOADORA EM MULHER NA BILLBOARD MUSIC AWARDS.
Essa vai para os amantes, estudiosos e pesquisadores do canto: performance é importante na execução de qualquer música, pois, faz parte da difícil e complexa tarefa de executar uma obra ao vivo diante de uma platéia. A questão não é fácil. Se por um lado não se deve fazer uma apresentação apática e sem convicção, por outro excitação demasiada pode gerar criatividade infeliz com resultados tragi-cômicos. No exemplo que essa bagaça de blog trouxe para ilustrar e alertar essa galera que rala para melhorar seu vocal, o cantor Miguel é ótimo exemplo. Ele mesmo publicou em sua conta no Twíter na época do episódio: "Graças a Deus está tudo bem!" após show (em maio de 2013) onde sua brilhante idéia de pular de um lado para outro no palco da premiação da Billboard Music Awards, USA, terminou finalmente com um salto onde o cantor acabou aplicando uma voadora no pescoço de uma espectadora que bateu fortemente a cabeça no chão! A mulher atingida posou com Miguel para a imprensa logo que passou susto, dizendo que estava tudo bem, mas depois resolveu processar o rapaz alegando problemas neurológicos gerados pela pancada da voadora do cantor. De fato, muitos shows de artistas famosos e menos conhecidos muitas vezes não passam de sessão de comédia tal são as peripécias encontradas para apoiar a falta de competência na hora de executar uma canção. No Brasil é comum a exploração de mulheres que se apresentam desde programas de TV iguais ao antigo Chacrinha e o atual Faustão, com apelo sexual fortíssimo para garantir audiência e compensar incompetência (é pra rimar mesmo, pois a conotação é perfeita), até as bandas de baianas e duplas sertanejas que sempre apelam para a velha fórmula oriunda diretamente do mundo da prostituição (que nesse caso fazia e faz total sentido). Não podemos deixar de citar o mais infeliz dos casos na história da música brasileira, quando o vocalista que se apresentava com sua banda na famigerada boate Kiss intentou apimentar sua performance disparando sinalizador no teto da casa e o resultado todos lamentamos muito. Por essas e outras, que os amantes operadores e pesquisadores da música, de modo geral, e do canto, em particular, evitem esse tipo de apelo, pois, cantar ou tocar instrumentos requer bom senso e mínimo de domínio para levar alegria sem passar pelo ridículo, pelo trágico ou mesmo pelo cômico (salvo se neste último caso se tratar de sessão de comédia, onde a música é ingrediente indispensável).
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