segunda-feira, 20 de novembro de 2017

MALCOM YOUNG - WE SALUTE YOU!

Em menos de um mês da passagem de George Young para a eternidade, aos 23 de outubro deste, Malcom Young, irmão de George e Angus Young, também partiu para o outro mundo no último 18 de novembro. Todos os que apreciam o velho, bom e honesto rock n roll estão iguais a nós dessa bagaça de blog, de luto. Podemos dizer igual ao próprio AC DC, banda idealizada e liderada por Malcom com a ajuda de todos da família young - We back in black. Depois de uma breve pausa nas publicações no pedaço por conta de aguardar o álbum da Banda Rock Brasília, resolvemos publicar a saudação ao nosso amigo que partiu e voltar a operar com publicações relevantes para a saúde de nosso próprio rock n roll. Rogerio Aguas, responsável pela direção artística da Banda Rock Brasília, diz que Malcom deixou em seu legado verdadeiras regras para manter uma banda séria e com vistas a crescer sempre, como por exemplo, fazer avaliações constantes em músicas criadas e postas a prova em ensaios e apresentações. Levar a banda a sério como se uma fábrica de operários fosse também foi uma das regras que levou o AC DC até o topo. Como diz a letra de um dos hits do AC, It's a long way to the top if you wanna rock n roll. Sem mais delongas, Malcom Young, We Salute You!

domingo, 19 de março de 2017

O QUE SERIA DO ANGU DE ANGUS YOUNG SEM CHUCK BERRY?

Nossa manchete fala do angu de Angus sem Chuck Berry pela simples razão de Angus Young nunca ter deixado de citar que sua enigmática performance de guitarrista se fundamenta no andar de pato e outros fatores ligados a Chuck Berry. Assim, tal performance que no início do AC DC era descrita pelos espectadores e jornalistas (fonte AC DC, por Mick Wall) como algo insano, próprio de um guitarrista louco, pode ser mesmo chamada de angu, por ser uma mistura do próprio Angus somada ao originalíssimo Chuck, que parecia sempre estar de ótimo humor quando tocava sua guitarra saltando somente com uma das pernas. Sem a influencia de Chuck Berry o angu de Angus ficaria no mínimo insosso. Mas a matéria não é de Angus e sim do velho Chuck, a cara do Rock, que ficou mais triste no último 18 de março, quando essa lenda viva chamada Chuck Berry deixou o planeta para ir tocar nos céus. Elvis Presley pode ser o Rei, mas Chuck é a cara do rock! E poderíamos até continuar a descrição desse rebelde estilo musical citando Little Richard como sendo a alma do rock n roll e por aí iria. Porém, a matéria não é nem do angu de Angus, nem do rock, mas de Chuck Berry. E essa mistura toda, meus amigos, é inevitável. Todavia nos concentraremos em Chuck Berry, a partir de agora. Este deixou o rock de luto, contudo o riff e a performance mais rock n roll do mundo criados ou tornados públicos em Jonny B. Good ficaram eternizados em suas gravações que fizeram de Chuck a cara do rock. Por isso todos os amantes desse segmento velho, rebelde e semrpe atual rock n roll estão de luto. Berry partiu . E sua partida não enterra sua história, mas certamente a tornará mais forte cada vez que essa lenda ficar mais distante a cada dia após essa saída fenomenal de Chuck Berry forjada aos passos de pato. Chuck Berry é o nome artístico de Charles Edward Anderson Berry (Saint Louis, 18 de outubro de 1926 - St. Charles, 18 de março de 2017) Guitarrista, vocalista e letrista norte-americano. Foi eleito pela revista Rolling Stone o 5º maior artista da música de todos os tempos,[3] e foi considerado o sétimo melhor guitarrista do mundo pela mesma revista. Segue abaixo biografia e detalhes da vida e carreira de Berry, fonte Wikipedia. Berry foi influenciado por Nat King Cole, Louis Jordan, Muddy Waters e Bill Haley, e começou a tocar numa gravadora chamada Chess. Enquanto ainda existem controvérsias sobre quem lançou o primeiro disco de rock, as primeiras gravações de Chuck Berry, como "Maybellene", de 1955, sintetizavam totalmente o formato rock and roll, combinando blues com música country e versos juvenis sobre garotas e carros, com dicção impecável e diferentes solos de guitarra. A maioria de suas gravações mais famosas foram lançadas pela Chess Records, com o pianista Johnnie Johnson, o baixista Willie Dixon e o baterista Fred Below. Juntamente com o guitarrista Berry, eles se tornaram o sumário de uma banda de rock. Durante sua carreira ele gravaria tanto baladas românticas (como "Havana Moon") quanto blues ("Wee Wee Hours"), mas foi no recém-nascido rock que Berry ganhou sua fama. Ele gravou mais de trinta sucessos a aparecerem no Top Ten, e suas canções ganharam versões de centenas de músicos de blues, country e rock and roll. Entre seus clássicos estão "Roll Over Beethoven", "Sweet Little Sixteen", "Route 66", "Memphis, Tennessee", "Johnny B. Goode" (que possui provavelmente a mais famosa introdução de guitarra da história do rock), "Nadine", entre outras. Quando jovem, Berry passou três anos em um reformatório por tentativa de assalto. Mas acusação pior viria em 1959, quando ele convidou uma índia apache de 14 anos que havia conhecido no México para trabalhar em seu clube noturno em St. Louis. A garota acabaria sendo pega pela polícia, assim como Berry, que foi acusado de entrar com uma menor nos limites do estado com propósitos sexuais. Ele foi condenado a cinco anos de prisão e multado em 5.000 dólares. Chuck foi solto em 1963, mas seus dias de glória ficaram para trás. Mesmo assim ele ainda obteve sucessos com "You never can tell" e "No particular place to go", lançada em 1964. Em 1966, ele gravou pelo selo Mercury Records uma compilação de todos os seus sucessos, utilizando técnicas mais modernas de gravação. A partir de então, Chuck Berry raramente voltaria a lançar músicas novas, preferindo capitalizar para si o sucesso que suas canções clássicas tinham junto ao público. Como exemplo de sua influência, podemos lembrar das bandas inglesas dos anos 60. The Beatles, Animals, Rolling Stones, entre outros, regravaram suas músicas. Os Rolling Stones literalmente basearam seu estilo de tocar rock 'n' roll no dele. Quando Keith Richards premiou Berry no Hall da Fama, disse: "É difícil pra mim apresentar Chuck Berry, porque eu copiei todos os acordes que ele já tocou!". Chuck viajou em turnê por muitos anos carregando apenas sua guitarra Gibson, confiante no fato de que poderia contratar uma banda que conhecia suas músicas em qualquer lugar que ele fosse. Entre os muitos artistas que serviram de apoio para Berry estiveram Bruce Springsteen e Steve Miller. Depois de tocar seus maiores sucessos durante os anos 70, inclusive lançando um álbum ao vivo que foi grande sucesso comercial (London Sessions, de 1972), Berry teve problemas legais novamente em 1979, quando foi considerado culpado de sonegação de impostos. Ele foi sentenciado a quatro meses de prisão e a cumprir 1000 horas de trabalho comunitário fazendo shows beneficentes. Em 1986, Keith Richards organizou para seu ídolo confesso um grande show para comemorar seus 60 anos, realizado em Saint Louis. Nele foi filmado o documentário "Hail!Hail!Rock 'n' Roll", no qual Chuck Berry, acompanhado de Etta James, Julian Lennon, Robert Cray, Eric Clapton, entre outros convidados, celebrava sua carreira. Foi o seu último grande momento artístico na mídia, embora tenha continuado nos anos seguintes a fazer turnês. Chuck Berry teve seis de suas músicas incluidas na lista das 500 melhores canções de sempre da revista Rolling Stone, sendo "Johnny B. Goode" a sétima da lista. Com relação à sua música mais famosa, "Johnny B. Goode", há, ainda, a curiosidade de ser um dos sons humanos levados pelas naves Voyager 1 e 2 para o espaço, caso haja contato com seres extraterrestres. No dia em que completou 90 anos, Chuck Berry anunciou um novo álbum para 2017, entitulado Chuck, o primeiro com gravações inéditas desde 1979.[5] A polícia e os paramédicos do condado de St. Charles, no Missouri, atenderam a um chamado para a casa de Chuck Berry, onde o encontraram inconsciente. Os paramédicos não conseguiram reanimá-lo e ele foi declarado morto, em 18 de março de 2017, às 13:26 . A cara do rock n roll parte e vai embora do planeta deixando seu legado e sua lenda ainda mais fortes! Chuck Berry foi fazer seu andado de pato nos céus!!! Banda Rock Brasília, Wikipédia, Banda Rock Brasília. Ordem dos créditos.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

MURILO LIMA ESTÁ NO ÁLBUM DA BANDA ROCKBRASÍLIA!

É isso mesmo! Ninguém menos que Murilo Lima, santista vocalista do bom e velho rock nacional (foi também durante 5 anos o frontman do Capital Inicial, quando deixou sua marca registrada principalmente nos álbuns Capital Inicial: Ao Vivo e Rua 47) está no álbum da Banda Rock Brasília! O santista esteve na capital dezembro passado e mandou ver no Zen Stúdios! E as gravações do poderoso vocal de Murilo não poderiam ter sido feitas em outro lugar. Murilo sabe disso e declarou na entrevista concedida ao programa de TV O Libertário, de Magu Cartabranca, que sentiu-se honrado tanto pelo convite da Banda Rock Brasília, quanto pelo local escolhido pela banda ter sido o Zen, estúdio do monstro sagrado das bandas de Brasilia: Andy Costa. Este conta agora com a parceria de Dego e Érika Boaventura na linha de frente desse renomado estúdio. Nos intervalos das gravações e performances ao vivo, Murilo fez uma prévia de ensaios fotográficos para inserção na publicidade do álbum da banda: O Rock Brasília Ainda Não Morreu! E o blog dessa bagaça não deixou passar batido e publicou em primeira mão uma das fotos desse material que está na manchete dessa matéria! É isso aí, galera, até a próxima edição e aguardamos ansiosamente pelo álbum que contará com Murilo Lima em pelo menos 3 de suas 8 tracks!

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

SABOTAGEM NO SHOW DE MARYAH CAREY. BANDA ROCK BRASÍLIA ADVERTE: O PRÓXIMO PODE SER VOCÊ!

A matéria abaixo é creditada ao msn. A Banda Rockbrasília, porém, prepara texto com sua própria experiencia onde fora vítima do mesmo tipo de sabotagem. A história dos imprevistos ocorridos na apresentação de Mariah Carey durante a virada de ano na Times Square, em Nova York, nos Estados Unidos, continua dando o que falar, e pelo jeito ainda vai render muito burburinho. VOCÊ VIU? Mariah Carey rebate críticas após fiasco em show Isso porque os representantes da popstar acusaram a "Dick Clark Productions", responsável pelo evento, de contribuir para o desastre no show da cantora. "Vocês sabiam que os fones de ouvido não estavam funcionando e toda a equipe da produção não a preparou", escreveu Stella Bulochnikov em carta para Mark Shimmel, que faz parte da produtora. Segundo a coluna "Page Six", a assessora da artista ressaltou também que Mariah dizia a todo tempo, durante a apresentação, que algo estava errado. "Eu deveria ter tirado ela fora. Isso foi sabotagem. Depois que as coisas deram errado, eles tomaram a decisão de continuar deixando e fazer parecer que fosse um acidente. Eles devem-lhe uma desculpa pública", disparou. Em contrapartida, a "Dick Clark Productions" se diz indignada com as considerações da equipe da famosa e que as acusações de sabotagem são "difamatórias". "Em casos muito raros, há, naturalmente, erros técnicos que podem ocorrer na televisão ao vivo, no entanto, a nossa investigação inicial indicou que a DCP não tinha envolvimento nos problemas associados com o desempenho de Carey na véspera de Ano Novo. Queremos deixar claro que temos o maior respeito por Carey como artista e reconhecemos suas enormes realizações na indústria", afirmou um representante da produtora. Durante sua apresentação, Mariah percebeu a falta de sincronia com o playback e o seu canto. Ela tentou seguir o show, mas com a permanência do problema, se irritou e deixou de cantar duas músicas.

domingo, 18 de dezembro de 2016

MURILO LIMA ARREBENTOU NAS GRAVAÇÕES DO ÁLBUM DA BANDA ROCK BRASÍLIA!!!

Murilo Lima é um artista respeitado no cenário do rock nacional. Foi por 5 anos o frontman do Capital Inicial (de 93 a 98), quando deixou seus poderosos vocais registrados, principalmente, nos álbuns Rua 47 e Ao Vivo. E sua trajetória de rock singer, todavia, nao parou por aí. Depois de todos esses anos no Capital, Murilo Lima fez diversos trabalhos, passando inclusive por Brasília, quando participou de shows e das gravações do álbum Rock Solidário é Rock Mesmo. Na ocasião foi convidado por Rogerio Aguas a juntar-se ao time que contava com Giuliano e Carmem Manfredini, Rogerio Aguas, seu ex-companheiro de banda Loro Jones e outros. Murilo Lima é atualmente o frontman da banda Brotheria, grupo liderado por Bozzo Barretti, que também foi do Capital Inicial. E diga-se de passagem, quem ouve as obras dessa super banda fica de queixo caído! Os caras são bons pra caramba e é de se esperar que a qualquer hora esses trabalhos da Brotheria venham a tomar conta das rádios de todo o Brasil. E isto é simplesmente em razão da alta qualidade tanto das letras, quanto dos áudios e melodias dessas pérolas compostas pelo respeitadíssimo Bozzo Barretti. É por essas e outras que Murilo Lima não poderia ficar de fora do álbum O Rock Brasília Ainda Não Morreu, que está no forno e sairá a qualquer momento para ganhar as ruas do DF inteiro! Murilo já foi lá no Zen Studios e deixou de forma muito competente sua marca registrada em 3 das 8 tracks desse trampo da Rock Brasília. E durante essa sua última passagem pela capital do país, Murilo falou ter se sentido honrado em participar especialmente do álbum da Rock Brasília e ainda por gravar em nada menos do que no Zen Studios. Murilo Lima disse também em entrevista a Magu Cartabranca, para o programa de TV por assinatura O Libertário, saber que o Zen é um renomado e histórico estúdio de gravações onde boa parte do rock de Brasília e artistas renomados do Brasil inteiro tiveram obrigatoriamente que ter passado pelo Zen Studios, que gostou muito de toda estrutura do estúdio e dos engenheiros de som Dego e Érika. É esperar um pouco mais para conferir, ouvir e apreciar essa obra que está destinada a ganhar seu lugar nas páginas recentes da história do rock made in DF.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

E Mais uma obra em plena ebulição, É bang bang reforça a crítica de que em Brasília a história de Capital do Rock já era e quando passa a ser tem apenas um lado: o passado que jaz nos anos oitenta e parou nos noventa. O problema apontado pelos autores da obra onde uma das estrofes segue abaixo é que quando se trata de investimento público (principalmente verba da Secretaria da Cultura e outras fontes oficiais) nada é contemplado seriamente além das bandas que fizeram sucesso naquela época atualmente conhecida como Era de Ouro. Por isso o grita geral continua. É bang bang! Na letra dessa bagaça Aguas e Magu nao esqueceram dos guerreiros da dificultosa produção e promoção desse famigerado rock da Capital e o nome da Cida San e do Mário Pazcheco entraram como representantes legítimos do rock made in Brasília da atualidade. Esse é genuíno, nao morreu e vive das próprias pernas, ou melhor, nas palavras de Mário Pazcheco: do próprio bolso! Que, aliás, é o nome do site de Pazcheco, um dos principais veículos do rock no Brasil contemporâneo! E quem acha que produzir shows de rock igual fazem Cida e Pazcheco é fácil, vai lá e tenta fazer: palco, bateria, amplificadores, muitas vezes hotéis, cachets, transporte, combustível, alimentação, permissão do poder público, Ecad, dentre outras coisas! E para tocar rock não é diferente e aqui podemos lembrar os ensinamentos de velho Bon Scott, o inigualável vocalista do AC DC, em uma das estrofes de It's a long way to the top if you wanna rock n roll, que tem vaga garantida nos covers da Banda Rock Brasília: If you think it's easy doin' one night stands/Try playin' in a rock roll band... traduzindo: se você acha que é fácil tocar uma noite inteira, tente tocar numa banda de rock! É isso aí, finalizamos tudo com o recado do velho e querido Bon! E seguem, finalmente, alguns dos versos da letra de Aguas e Magu: É BANG BANG É BANG BANG Brasília tem rock chapa branca Mais também tem rock chapa fria Que nos guetos e becos do Distrito Federal As Cidas Sanns e Mários Pazchecos garantem o rock pra galera da geral É bang bang é bang bang.
E Mais uma obra em plena ebulição, É bang bang reforça a crítica de que em Brasília a história de Capital do Rock já era e quando passa a ser tem apenas um lado: o passado que jaz nos anos oitenta e parou nos noventa. O problema apontado pelos autores da obra onde uma das estrofes segue abaixo é que quando se trata de investimento público (principalmente verba da Secretaria da Cultura) nada é contemplado seriamente além das banda que fizeram sucesso naquela época atualmente conhecida como Era de Ouro. Por isso o grita geral continua. É bang bang! É BANG BANG É BANG BANG Brasília tem rock chapa branca Mais também tem rock chapa fria Que nos guetos e becos do Distrito Federal As Cidas Sanns e Mários Pazchecos garantem o rock pra galera da geral É bang bang é bang bang.