terça-feira, 24 de maio de 2016

KIM GORDON: MUSA DO ROCK TEM ATITUDE DE MULHER COM M MAIÚSCULO!

A bagaça desse blog da banda Rock Brasília falou de Musa na matéria passada, onde Rogerio Aguas e a nossa Loiraça do Baixo fizeram alusão ao projeto Escola de Rock e destacamos o romantismo e a esperança nesse estilo musical que é pura rebeldia em um mundo onde o pessimismo, maldade, traição e outros desvalores tomam conta de quase tudo. E essa iniciativa de se trazer esperança, romantismo e arte através da música foi bem interpretado pela maioria de nossos visitantes, pois, a matéria que leva a muito feliz imagem de Aguas e da Loira, pois interpretaram bem a mensagem proposta, provocaram mais de 5 mil clicks em menos de uma semana! Todavia, a questão do que é ser ou não ser Musa, quer do rock ou de qualquer outra coisa não foi bem entendida por alguns internautas. Pois bem, para esclarecer melhor trouxemos a matéria sobre nada mais, nada menos que Kim Gordon, outra loira dos contra-baixos, que também toca guitarra e tem diversas outras habilidades. E para não deixar mesmo quaisquer outras dúvidas, no final do texto vai pra todo mundo um resumo do que é Musa. E gente, Musa do Rock N Roll não é pra qualquer uma, pois, tem que ter além de tudo atitude de Rock! E Kim Gordon tem. A loira se destacou na música quando iniciou sua carreira na banda Sonic Youth, onde teve total visibilidade por ser baixista, guitarrista e ainda fazer vocal. E foi exatamente o baixo, o instrumento da loira do nosso projeto, que a tornou super famosa. Kim participou de outros projetos além da Sonic Youth, dentre eles, o da Free Kitten, onde atuou ao lado de Julia Cafritiz, do grupo Pussy Galore. Em 90 passou a produzir e fez o trampo da banda Hole, Pretty on the Inside (1991). Kim Gordon é uma artista completa com formação acadêmica. Formada na Faculdade Otis of Art and Design, LA, tem se estabelecido como curadora de obras de arte e sua carreira nesse ramo consagrou a loira em Tóquio e outros cantos do mundo. Nossa blond girl ainda arrumou tempo para ser atriz. Fez o Las Days, uma biografia fictícia de Kurt Cobain, que foi de fato seu amigo. Kim passou pelo Gilmore Girls e ali fez uma participação especial junto com seu marido e sua filha, Coco, quando tocou a música What a Waste. É nesse aspecto que destacamos a manchete de ter Kim qualidades de Musa e ainda atitude de Rock n Roll, vez que em um mundo onde a família tem sido bastante atacada e avacalhada, Kim mandou bem levando seu maridão e filha para a frente das camêras, assumindo ali mais um de seus papéis mãe e mulher, independente da ordem. A atitude que destacamos na trajetória dessa loiraça é a de ter tocado o fuck you pro seu marido, depois de ter pego o canalha com uma amante. Lembramos aqui a frase de outra Musa, mas do esporte nacional, Fernanda Gentil: Os homens (mulheres) fracos tem amantes... os homens (mulheres) fortes tem família. Os parenteses são nossos. Por essas e outras merece Kim Gordon todo nosso respeito e inspiração e faz totalmente jus ao título de Musa do Rock N Roll. Fernanda Gentil: Os homens (mulheres) fracos tem amantes... os homens (mulheres) fortes tem família. E daqui por diante, diretamente da Wikipedia. As musas (em grego antigo: Μοῦσα, transl.: Mousa), na mitologia grega, eram entidades a quem era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística ou científica. Eram as nove filhas de Mnemosine e Zeus. O templo das musas era o Museion, termo que deu origem à palavra museu nas diversas línguas indo-europeias como local de cultivo e preservação das artes e ciências. As nove musas[editar | editar código-fonte] Nove musas Musa Significado do nome Arte ou Ciência Representação (Atributo) Calíope Bela voz Eloquência Tabuleta e buril Clio Kleio A Proclamadora História Pergaminho parcialmente aberto Erato Amável Poesia Lírica Pequena Lira Euterpe A doadora de prazeres Música Flauta Melpômene A poetisa Tragédia Uma máscara trágica, uma grinalda e uma clava Polímnia Polyhymnia A de muitos hinos Música Cerimonial (sacra) Figura velada Tália Thaleia A que faz brotar flores Comédia Máscara cômica e coroa de hera ou um bastão Terpsícore A rodopiante Dança Lira e plectro Urânia A celestial Astronomia e Astrologia Globo celestial e compasso Origem mitológica[editar | editar código-fonte] Hesíodo e a musa Por Gustave Moreau, 1891, Museu de Orsay Após a vitória dos deuses do Olimpo sobre os seis filhos de Urano, conhecidos como titãs, foi solicitado a Zeus que se criassem divindades capazes de cantar a vitória e perpetuar a glória dos Olímpicos. Zeus então partilhou o leito com Mnemósine, a deusa da memória, durante dez noites consecutivas e, um ano depois, Mnemósine deu à luz nove filhas em um lugar próximo ao monte Olimpo. Criou-as ali o caçador Croto, que depois da morte foi transportado, pelo céu, até a constelação de Sagitário. As musas cantavam o presente, o passado e o futuro, acompanhados pela lira de Apolo, para deleite das divindades do panteão. Eram, originalmente, ninfas dos rios e lagos. Seu culto era originário da Trácia ou em Pieria, região a leste do Olimpo, de cujas encostas escarpadas desciam vários córregos produzindo sons que sugeriam uma música natural, levando a crer que a montanha era habitada por deusas amantes da música. Nos primórdios, eram apenas deusas da música, formando um maravilhoso coro feminino. Posteriormente, suas funções e atributos se diversificaram. Calíope (bela voz), a primeira entre as irmãs, era a musa da eloqüência. Seus símbolos eram a tabuleta e o buril. É representada sob a aparência de uma jovem de ar majestoso, a fronte cingida de uma coroa de ouro. Está ornada de grinaldas, com uma mão empunha uma trombeta e com a outra, um poema épico. Foi amada por Apolo, com quem teve dois filhos: Himeneu e Iálemo. E também por Eagro, que desposou e de quem teve Orfeu, o célebre cantor da Trácia. Clio (a que confere fama) era a musa da História, sendo símbolos seus o clarim heróico e a clepsidra. Costumava ser representada sob o aspecto de uma jovem coroada de louros, tendo na mão direita uma trombeta e na esquerda um livro intitulado "Tucde". Aos seus atributos acrescentam-se ainda o globo terrestre sobre o qual ela descansa, e o tempo que se vê ao seu lado, para mostrar que a história alcança todos os lugares e todas as épocas. Euterpe (a que dá júbilo) era a musa da poesia lírica e tinha por símbolo a flauta, sua invenção. Ela é uma jovem, que aparece coroada de flores, tocando o instrumento de sua invenção. Ao seu lado estão papéis de música, oboés e outros instrumentos. Por estes atributos, os gregos quiseram exprimir o quanto as letras encantam àqueles que as cultivam. Tália (a festiva) era a musa da comédia que vestia uma máscara cômica e portava ramos de hera. É mostrada por vezes portando também um cajado de pastor, coroada de hera, calçada de borzeguins e com uma máscara na mão. Muitas de suas estátuas têm um clarim ou porta-voz, instrumentos que serviam para sustentar a voz dos autores na comédia antiga. Melpômene (a cantora) era a musa da tragédia; usava máscara trágica e folhas de videira. Empunhava a maça de Hércules e era oposto de Tália. O seu aspecto é grave e sério, sempre está ricamente vestida e calçada com coturnos. Terpsícore (a que adora dançar) era a musa da dança. Também regia o canto coral e portava a cítara ou lira. Apresenta-se coroada de grinaldas, tocando uma lira, ao som da qual dirige a cadência dos seus passos. Alguns autores fazem-na mãe das Sereias. Érato (a que desperta desejo) era a musa do verso erótico. É uma jovem ninfa coroada de mirto e rosas. Com a mão direita segura uma lira e com a esquerda um arco. Ao seu lado está um pequeno Amor que beija-lhe os pés. Polímnia (a de muitos hinos) era a musa dos hinos sagrados e da narração de histórias. Costuma ser apresentada em atitude pensativa, com um véu, vestida de branco, em uma atitude de meditação, com o dedo na boca. Urânia (celeste) era a musa da astronomia, tendo por símbolos um globo celeste e um compasso. Representam-na com um vestido azul-celeste, coroada de estrelas e com ambas as mãos segurando um globo que ela parece medir, ou então tendo ao seu lado uma esfera pousada uma tripeça e muitos instrumentos de matemática. Urânia era a entidade a que os astrônomos/astrólogos pediam inspiração. As musas Clio, Euterpe e Talia Por Eustache Le Sueur Suas moradas, normalmente situadas próximas à fontes e riachos, ficavam na Pieria, leste do Olimpo (musas pierias), no monte Helicon, na Beócia (musas beócias) e no monte Parnaso em Delfos (musas délficas). Nesses locais dançavam e cantavam, acompanhadas muitas vezes de Apolo Musagetes (líder das musas - epíteto de Apolo). Eram bastante zelosas de sua honra e puniam os mortais que ousassem presumir igualdade com elas na arte da música. O coro das musas tornou o seu lugar de nascimento um santuário e um local de danças especiais. Também frequentavam o monte Hélicon, onde duas fontes, Aganipe e Hipocrene, tinham a virtude de conferir inspiração poética a quem bebesse suas águas. Ao lado das fontes, faziam gracioso movimentos de uma dança, com seus pés incansáveis, enquanto exibiam a harmonia de suas vozes cristalinas. Na mitologia grega, as musas (em grego Μοῦσαι) eram, segundo os escritores mais antigos, as deusas inspiradoras da música e, segundo as noções posteriores, divindades que presidiam os diferentes tipos de poesia, assim como as artes e as ciências. Originalmente foram consideradas Ninfas inspiradoras das fontes, próximas das quais eram adoradas, e levaram nomes diferentes em distintos lugares, até que a adoração tracio-beócia das nove musas se estendeu desde Beócia ao resto das regiões da Grécia e ao final permaneceria geralmente estabelecida. Ainda que na mitologia romana terminaram sendo identificadas com as Camenas, Ninfas inspiradoras das fontes, na realidade pouco tinham a ver com elas. Genealogia Atena junto às musas Por Frans Floris, c. 1560 A genealogia das musas não é a mesma em todas as fontes. A noção mais comum é que eram filhas de Zeus, rei dos Olímpicos, e Mnemôsine, deusa da memória, e que nasceram em Pieria na Trácia, ao pé do monte Olimpo, pelo qual às vezes lhes chamavam Olímpicas, mas alguns autores como Alcmán, Mimnermos e Praxila as consideravam mais primordiais, filhas de Urano e Gaia. Pausânias explica que havia duas gerações de musas, sendo as primeiras e mais antigas filhas de Urano e Gaia e as segundas de Zeus e Mnemôsine. Eram belas e sempre conseguiam o que elas queriam. Outras versões afirmavam que eram filhas: De Apolo;lonis De Zeus e Plusia; De Zeus e Atena; De Urano e Gaia; De Píeros e uma ninfa pimpleia ao qual Cícero chama Antíope (pelo qual às vezes lhes chamam Piérides, Pimpleias ou Pimpleídes); De Zeus e Mnemôsine ou Mnemea de onde são chamadas mnemonides. Moneta provavelmente é uma simples tradução romana dessas deusas. Considerava-se Eufeme a ama-de-leite das musas e ao pé do monte Helicón sua estátua aparecia junto à de Linos. Sobre seu número[editar | editar código-fonte] Três musas baixo-relevo de Mantineia atribuído ao escultor de Praxíteles, século IV a. C. Por Pausânias, sabemos que originalmente se adoravam a três musas no monte Helicón, na Beócia: Meletea ("meditação"); Mnemea ("memória"); Aedea ("canto", "voz"). Dizia-se que seu culto e nomes haviam sido introduzidos pela primeira vez pelos Aloádes: Efialtes e Otos. Juntas formavam o retrato completo das pré-condições para a arte poética nas práticas religiosas. Também se reconheciam a três em Sición, onde uma delas levava o nome de Polimatía, e em Delfos, onde seus nomes eram idênticos aos das três cordas da lira, ou seja, Nete, Mese e Hípate, ou Cefisos, Apolonis e Boristenis, que eram os nomes que as caracterizavam como filhas de Apolo. Como filhas de Zeus e Plusia se acham menções a cinco musas: Meletea ("praticar"); Menme ("recordar"); Telxínoe ("tocar"); Aedea ("cantar"); Arkhe ("glorificar"). Algumas fontes, na qual por sua vez são consideradas filhas de Píeros, mencionam sete musas chamadas Piérides: Neilos, Tritone, Asopos, Heptapora, Aquelois, Tipoplos e Rhodia, e por último outras mencionam oito, que também se diz que era o número reconhecido em Atenas. As nove musas canônicas[editar | editar código-fonte] Finalmente, consolidou-se em toda a Grécia o número de nove musas. Homero menciona algumas vezes uma musa e outras vezes várias musas, mas somente uma vez a Odisseia cita que eram nove. No entanto, não menciona nenhum de seus nomes. Hesíodo, na Teogonia, é o primeiro que dá os nomes das nove, que a partir de então passaram a ser reconhecidas. Plutarco afirma que em alguns lugares as nove eram chamadas pelo nome comum de Mneae ("recordações"). As nove musas canônicas são: Calíope (Καλλιόπη, "a de bela voz") Clio (Κλειώ, "a que celebra") Erato (Ερατώ, "amorosa") Euterpe (Ευτέρπη, "deleite") Melpômene (Μελπομένη, "cantar") Polímnia (Πολυμνία, "muitos hinos") Tália (θάλλεω, "florescer") Terpsícore (Τερψιχόρη, "deleite da dança") Urânia (Ουρανία, "celestial") Apesar da difundida crença, não havia correlação entre as artes tradicionais (que eram seis) e as musas, sendo tal associação uma inovação posterior.

sábado, 7 de maio de 2016

PROJETO ESCOLA DE ROCK: DOS PRIMEIROS ACORDES ATÉ O PALCO.

O projeto de música Escola de Rock - PER está em pleno desenvolvimento na cidade satélite do Guará, DF, e conta com professores de música voluntários. PER teve por inspiração peculiaridades do filme School of Rock (Escola de Rock), um filme americano de 2003 dirigido por Richard Linklater, escrito por Mick White e estrelado por Jack Black. O enredo do filme pode ser lido ao final da matéria, todavia os elementos que interessaram ao PER no DF foram os seguintes: formar o estudante de música na sala de aula e levá-lo até o palco onde possa atuar com outros estudantes em uma banda de rock improvisada. Nesse diapasão são trabalhados especificamente em cada aluno: o desenvolvimento psicomotor, a auto-estima, a superação da timidez, os valores de trabalho coletivos (não são permitidas apresentações solos), a fala e a performance em público. E ainda nesse sentido se prova literalmente que é possível chegar e dominar as apresentações em público sem auxílio de quaisquer drogas, incluindo o alcool. E claro, a arte de se tocar instrumentos é forma de se obter renda. O maior problema que se tem enfrentado no PER é a falta de professores voluntários, pois, o projeto só contempla ajuda de custo para os nobres mestres. Contudo, os poucos voluntários que tocam o PER são multi-instrumentistas, compositores e cantores e por isso conseguem suprir grande área no processo de aprendizagem musical. A Banda Rock Brasília se propôs a ajudar os alunos que estão prontos para se apresentarem em performance ao vivo. Rogerio Aguas é professor voluntário e tem participado ativamente do PER. Aguas está na foto ao lado da loiraça do contra-baixo. A dupla deixa passar propositadamente que a música é acima de tudo romântica e apaixonante, como também que todo artista tem sua Musa inspiradora, no melhor estilo greco-romano. E mais. É impossível viver sem ela! Banda Rock Brasília. São apoiadores do PER: o stúdio de profissionais de TV Dream Factory, o programa de TV a cabo, O Libertário (de Magu Cartabranca), a Banda Rock Brasília e a Academia Júlio Carvalhaes. Segue enredo da Wikipedia da School of Rock. School of Rock (Escola de Rock, no Brasil e em Portugal) é um filme americano de 2003 dirigido por Richard Linklater, escrito por Mick White, e estrelado por Jack Black. O enredo principal gira em torno de Dewey Finn (interpretado por Black), um cantor e guitarrista de rock que é demitido da banda No Vacancy, e posteriormente se disfarça como professor substituto em uma prestigiosa escola preparatória. Depois de testemunhar o talento musical de seus alunos, Dewey forma uma banda com alunos da quinta série do ensino fundamental para vencer a próxima Batalha das Bandas e pagar o seu aluguel. O filme fez um enorme sucesso com o publico jovem se tornando um clássico da cultura pop dos anos 2000. Em dezembro de 2015, um musical foi encenado na Broadway[1] e em março de 2016, foi lançada uma série de televisão no canal Nickelodeon.

terça-feira, 26 de abril de 2016

David Gilmour, guitarrista do Pink Floyd, surpreendeu a todos ao prestar homenagem a Prince de forma inusitada durante apresentação no Royal Albert Hall, Londres. O veterano guitarrista fez um mix de Comfortably Numb e Purple Rain, quando ao final de sua obra em parceria com Roger Waters, a Comfortably Numb, improvisou solos de forma corajosa onde erros e acertos apontaram a importância e significado de Prince para o universo da música interplanetária. Nosso blog também faz homenagem ao fantástico artista cantor, compositor e multi-instrumentista Prince Rogers Nelson (Minneapolis, 7 de junho de 1958, Chanhassen, 21 de abril de 2016).

terça-feira, 19 de abril de 2016

STAIRWAY TO HEAVEN, DO LED, É A ESCADA DE JACOB, DA MAÇONARIA.

Stairway to Heaven é uma das maiores obras acústicas do universo do rock mundial e isso não se discute. Após a publicação dessa magnífica música pelo Led Zeppelin, no álbum IV do grupo, as bandas de rock de todos os cantos do planeta se viram obrigadas a desenvolver suas próprias Stairways, e temos alguns exemplos épicos pra mostrar pra vocês: Bohemiam Rhapsody, do Queen, Love to Love, do Ufo, Comfortably Numb, do Pink Floyd, Child in Time, do Deep Purple, dentre tantas outras seguiram à risca a receita criada pelo Sr.Page: uma obra acústica, que cresce progressivamente até o ponto onde o espaço do guitarrista é garantido para disparar solos na parte final da peça, transformando-a em puro rock para a alegria do próprio guitarrista e delírio dos fãs. Porém, Stairway trouxe consigo não apenas o sucesso e suas crias, mas também diversas polêmicas: acusações de satanismo embutido na letra, plágio e más interpretações de toda sorte acerca de seu verdadeiro significado. A última novidade que acompanha Stairway é o processo judicial movido contra a banda que acusa de plágio toda a sessão dedilhada no início da música, considerando acordes, compassos, ritmo e dinâmica da obra da antiga banda Spirit, intitulada Taurus, demanda judicial promovida pelo herdeiro de Randy Wolfe, Michael Skidmore. O julgamento está marcado para 10 de maio. Sabemos que muitos fãs do Led defendem Page e Plant de forma apaixonada e fervorosa, sem contudo considerarem que Jimmy Page e John Paul Jones eram músicos de stúdio no início de suas carreiras, cujas funções eram exatamente aprimorar obras dos outros! Todavia, assinar o nome como autor da obra trabalhada não é certo nem ético e mesmo assim os caras do Led mandaram ver em diversas obras que já apontamos em matéria anterior a esta (basta lembrar Whole Lotta Love, de Muddy Waters, Bring it On Home, de Willie Dixon, Dazed and Confused, de Jake Holmes, dentre diversas outras que fizeram a banda fazer acordos judiciais e extra-judiciais, indenizarem as vítimas e inserirem os nomes dos autores originais ao lado de seus nomes nas novas publicações dos cds remasterizados do Led.) Todavia essa matéria está devidamente esgotada e pacificada, tendo diversos videos no you tube confrontando todo esse famoso plagiarismo dessa fantástica banda inglesa. Pois bem, o que nos trouxe a falar novamente de Stairway foi o fato de interpretações diversas na internet acerca do significado da esotérica letra da canção não apontarem para algumas palavras chaves no início da obra. É pra isso que estamos aqui nessa bagaça de matéria. Vamos assim à vaca fria: vamos destacar apenas a primeira estrofe e suas palavras chaves que passam despercebidos pelos corajosos intérpretes de todo o globo que fazem suas publicações na web. Os trechos são literalmente: There´s a lady who´s sure all that glitters is gold; and she´s buying a stairway to heaven; when she gets there she knows, if the stores are all closed; with a word she can get what she came for... and she´s buying a stairway to heaven. Pois bem, a dama que tem certeza de que tudo que brilha é ouro, já traduzindo, remete claramente à prática e crença na alquimia, vez que acredita que tudo que brilha é ouro; as lojas que estão fechadas, apontam à maçonaria, pois, seus templos são lojas e para adentrá-los corretamente é necessário que se tenha a senha, sendo batendo na porta com três batidas etc., pois, essa é a forma correta para fazer a loja ser aberta; finalmente, no início do trecho, a dama se vê comprando uma escada para o céu e aí está o x da questão por onde gira toda a letra: os graus maçonicos de desenvolvimento e evolução para os que assim acreditam, o que remonta ao gnosticismo (paganismo do início da era cristã) que se tem por base a escadaria de Jacob, termos que estão no fim da matéria devidamente explicados. E, voltando a senha do início da letra, ... with a word she can get what she came for... nesse sentido a dama de Stairway pode conesguir o que deseja com uma palavra apenas enquanto nós também podemos entender bem melhor dessa forma o que essa misteriosa dama anda fazendo durante toda a canção. Daí pra frente fica evidente que o estudante e praticante de ocultismo, Jimmy Page, sabia muito bem do que estava falando, expondo e desenvolvendo. É sabido que Robert Plant estava comendo livros do gênero indicados por Page por ocasião da composição de Stairway e daí toda a inspiração afinada com o tema que sempre dominou o habilidoso guitarrista inglês. E esse é o ponto. Procuramos na web sites, blogs etc. e percebemos que ninguém havia dito nada a respeito dessas palavras chaves de Stairway ali bem na cara e no início da obra, apesar de afirmações precisas acerca da Escada de Jacob povoarem a internet fazendo alusão à essa polêmica canção. Importante destacar que Robert Plant há muito vem se recusando a executar Stairway, e sempre afirma estar brigando até hoje com a letra que lhe é atribuída! Para finalizar a matéria, vez que nossa contribuição é apenas quanto ao início revelador da obra que remete à lojas e senhas, segue trecho do que é a Escada de Jacob para a Maçonaria. Bem, se Plant está brigando até hoje com a interpretação de sua própria letra, nós paramos por aqui! Segue a explicação do que é a Escadaria de Jacob, diretamente da publicação maçônica do blog O Aprendiz, de Walter Sarmento: A ESCADA DE JACÓ Alfenas – MG 2009 A ESCADA DE JACÓ Encontramos no Painel da Loja de Aprendizes uma escada, denominada Escada de Jacó que simbolicamente representa a ligação entre a Terra e os Céus. A origem da introdução do simbolismo da Escada de Jacó na Maçonaria Especulativa deve-se à visão de Jacó, registrada no Velho Testamento, Gênesis 28 vers.10,11,12, 17 e 18. Um veículo que conduzia à morada de Deus, galgando-se degrau por degrau, em busca da perfeição. É um emblema maçônico. Tanto a subida quanto a descida tem seu cume ancorado numa base, por isso o Mestre Eckhart disse: “o que existe de mais alto em sua insondável divindade corresponde àquilo que mais baixo existe nas profundezas da humildade. Aí está a transcendência da vocação humana. Somos o que queremos ser”. Jacó tendo partido de Bersabé, ia para Haran. E como chegasse após o por do sol a certo lugar, onde ele queria passar a noite, pegou numa das pedras que ali havia; e tendo-a posto por baixo de sua cabeça, dormiu ali mesmo. Então viu em sonhos uma escada, cujos pés estavam fincados sobre a terra, e o cimo tocava o céu; e os anjos de Deus subindo e descendo por esta escada. Viu também o Senhor firmado no cimo da escada, que lhe dizia: “Eu sou o Senhor Deus de Abraão, teu pai e o Deus de Isaac. Eu darei a ti e a teus descendentes a terra em que tu dormes. A tua posteridade será numerosa, como o pó da terra; e tu te estenderás ao Ocidente, e ao Oriente, e ao Setentrião, e ao meio dia; e todas as tribos da terra serão benditas em ti e naquele que sairá de ti. Eu serei o teu condutor por toda a parte, por onde fores; e eu te tomarei a trazer a este país; e não te deixareis, a menos que não tenha executado tudo o que te prometi”. Variadas são as interpretações do sonho de Jacó, e, especialmente sobre o significado da Escada. A mais comum é que cada degrau simboliza o esforço que ao Maçom cumpre executar para ascender até a Perfeição. Etapas vencidas e iniciações ganhas. Os degraus simbolizam os diversos planos do Universo. No Rito Escocês Antigo e Aceito, a Escada teria 33 degraus, correspondendo cada degrau a um Grau Maçônico. Segundo as tradições maçônicas, a escada com esse significado consta de catorze degraus. Nos mistérios persas e indostâmicos ela tinha grande importância e, por isso, em seus templos se erigia uma escada de sete degraus, correspondentes também às sete cavernas iniciáticas. Mas, em realidade, seus degraus são tantos quantas são as virtudes necessárias ao aperfeiçoamento individual e, das quais, as três principais são a Fé, a Esperança e a Caridade, ali simbolizadas pela Cruz, a Âncora e o Cálice. FÉ – ESPERANÇA - CARIDADE O teto de um Templo Maçônico é a representação da sua própria altura, ou seja, tem o céu estampado em suas pinturas. Todo maçom deve ter como objetivo, alcançar este Céu, o ilimitado, o infinito, a certeza de estar-se atingindo a própria LIBERDADE. O ELO de ligação ou a estrada a ser trilhada para alcançar tal pretensão, da ESCADA DE JACÓ. Cada degrau representa uma etapa de aperfeiçoamento moral e também um grau da Maçonaria Simbólica e Filosófica. Três são os símbolos que o maçom deve ter sempre em seus corações, e em mente, para se empenhar nessa caminhada. SÃO ELES: FÉ, ESPERANÇA E CARIDADE, representados respectivamente pela CRUZ, ÂNCORA e TAÇA. A Fé representa o primeiro degrau da escada de Jacó, pois ela é a SABEDORIA do ESPÍRITO, sem a qual o Homem nada levará a termo. A Esperança representa os degraus intermediários, pois ela ampara e anima o espírito nas dificuldades encontradas no caminho. A Caridade representa o último degrau, que só será atingido praticando-a, pois ela é a própria imagem dos mais puros sentimentos humanos, onde no seu ápice uma estrela de sete pontas. No painel do aprendiz, ao lado da estrela de 7 pontas encontramos à direita a Lua rodeada de 7 estrelas e à esquerda o Sol. O número 7, na simbologia mística nos esclarece do porque uma estrela incomum de 7 pontas no ápice da escada de Jacó. SIMBOLOGIA DO NÚMERO 7 Principio neutro dominando os elementos da natureza, aliança da idéia e da forma; a unidade em equilíbrio; paciência desenvolvendo a inteligência. Vitória: ligada à natureza e ao amor, simboliza o triunfo do iniciado ao fim da sua busca ( entendimento, compreensão e conhecimento) Número que representa a energia mais perfeita que Deus concedeu para utilização dos iniciados nos rituais. O sete, diz os seguidores de Pitágoras, era assim chamado em função do verbo grego "sebo", - venerar e deriva do hebraico Shbo, set, ou satisfeito, abundância, sendo Septos, em grego "santo, divino, de mãe virgem". Assim como a Escada de Jacó está envolvida nos mistérios e instituições que a tradição nos dá conhecer, temos a árvore da vida, no jardim do Éden nos mostrando caminhos entre um estágio inferior para um estágio superior. O verso da carta do tarô - o arcanjo maior - O julgamento - aonde vemos uma escada de sete degraus um arcanjo com sua trombeta , tendo à sua volta uma serpente que engole seu rabo com uma árvore ao seu redor. Além de figuras humanas na base da escada. È a Escada de Jacó um símbolo religioso nos mostrando que só chegaremos à morada de Deus se galgarmos degrau por degrau a escada da vida. È o símbolo do caminho para a perfeição. Sua colocação no painel do aprendiz indica que o neófito colocou o pé no primeiro degrau da escada, iniciando sua busca para o aperfeiçoamento moral. Outra visão - a esotérica - da escada de Jacó, onde anjos subiam e desciam por ela, nos mostra, simbolicamente os ciclos evolutivos e involutivos da vida num perpétuo fluxo e refluxo através dos sucessivos nascimentos e mortes. A Escada de Jacob, alegoria de origem bíblica, portanto, nem sempre está presente no recinto da Loja maçônica, a não ser no desenho do Painel da Loja. Todavia, algumas Lojas costumam esculpir a escada na face frontal do Altar (ou Pedestal), no Oriente. No topo da escada há uma estrela de sete pontas. A estrela de sete pontas tem o mesmo simbolismo do número sete, que é o produto da união do ternário espiritual com o quaternário material ; o sete é considerado um número perfeito, pois representa um ciclo, ou período existencial completo. Toda a mística e toda a tradição cosmogônica ocidental assim como parte da oriental, estão baseadas no sistema setenário : a escala musical tem sete notas, sete são as cores do arco-íris, sete são os chacras principais, sete são as esferas planetárias tradicionais, sete são os pecados capitais,sete foram os dias da criação, sete são as ciências liberais. A estrela heptagonal --- assim como o menorá, candelabro de sete braços --- também simboliza os sete planetas conhecidos na Antiguidade e as sete Ciências, ou Artes Liberais : Gramática, Lógica, Retórica, Aritmética, Geometria, Música e Astronomia. BIBLIOGRAFIA NEVES, Jurandyr José Teixeira. A Escada de Jacó. Disponível em: http://www.maconaria.net/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=75 SARTORI, Eloi. A Escada de Jacó. Disponível em: http://www.brasilmacom.com.br/pecas/aescadadejaco4.htm CASTRO, Nêodo Ambrósio. Escada de Jacó. Disponível em: http://www.brasilmacom.com.br/pecas/escadajaco.htm

terça-feira, 5 de abril de 2016

PAPA FRANCISCO: O SEGREDO PARA FAZER O ROCK ROLAR EM CUBA!

Longe de qualquer sombra de dúvida o show dos Stones em Cuba foi histórico, simbólico e publicitariamente falando de suma importância. Histórico devido ao simples fato de ter se tornado algo absolutamente impensável nos anos pós-revolução haver qualquer show de rock de uma banda americana na terra de Fidel. Simbólico porque a logo dos Stones, a boca com a língua de fora, mesclou-se com o maior ícone da ilha cubana, a imagem de Ernesto Guevara, o Chê, e essa figura fundida que está na foto de chamada dessa matéria rodou o mundo todo com velocidade espantosa! Obviamente, o show dos Rolling Stones não foi o cerne da questão, mas puro marketing para anunciar ao planeta inteiro que o gelo que separava as duas nações, USA e Cuba, está sendo devidamente derretido, tanto por esforços diplomáticos quanto pela energia quente e vibrante dos amplificadores de rock, a começar pelos Stones. Esperamos ver a Rock Brasília ser convidada para tocar lá quando quiserem! Lógica e evidentemente tiramos o chapéu para o Obama e Raul Castro: We salute you! Não temos dúvidas também quanto ao fato de que muitos americanos estão comemorando a chegada dos desejadíssimos charutos made in Cuba de uma maneira legalizada e muito mais em conta! E nesse sentido foi muito interessante ter acompanhado os ensaios da Banda Rock Brasília, quando Rogerio Aguas trouxe, bem antes do show dos Stones, uma obra fusion onde a letra improvisada celebrava a troca de guitarras americanas por charutos cubanos entre pessoas dos dois países. Essa obra está em via de produção para a internet. Mas jamais poderíamos esquecer de mencionar o nome do grande sonhador e maior responsável da concretização dessa realidade: o Papa Francisco! Ninguém mais, ninguém menos que esse homem de Deus que parece viver em outro planeta e ser totalmente destemido. Ora, Francisco foi destemido ao escrever as cartas a Obama e a Raul Castro iniciando o discurso que para muitos parecia ter sido elaborado por algum lunático que passasse longe dos dos dois países, USA e Cuba e desconhecesse totalmente a realidade da natureza do Vaticano. Bem, meus amigos, esse lunático tem nome, tem fé e consegue do alto de sua anciã idade mover o mundo. E mesmo aos berros dos radicais de ambos os lados, mais um sonho de Francisco foi realizado. E assim, após termos feito mais uma publicação de tudo o que é e não é da nossa conta, nós do blog da Rock Brasília gostaríamos muito de saber se o Papa acompanhou, curtiu e dançou ao som dos velhos e sempre atuais Rolling Stones! Se alguém flagrou manda pra gente! Para finalizar destacamos que esses dinossauros do rock, os Stones, incluíram mais um feito notável no currículo da banda: além de terem tocado na inauguração das Pirâmides do Egito, esses velhotes do rock n roll conseguiram atravessar o tempo e tocar nessa data inimaginável pensada e planejada por essa figura fenomenal chamada Francisco! Banda Rock Brasília.

domingo, 13 de março de 2016

IN PERFORMANCE - BANDA ROCK BRASÍLIA.

A Banda Rock Brasília continua batalhando para produzir oficialmente seu primeiro álbum: O Rock Brasília Ainda Não Morreu, que terá ainda DVD de mesmo nome. São na verdade dois trampos, cd e dvd. Avisando assim toda comunidade de amantes do bom e velho rock^n^roll (que atualmente tem sido apelidado de rock clássico)essa bagaça de blog resolveu publicar essa foto de arquivo da banda in performance. Interessante destacar dois detalhes na fotografia: Thiago Laboriel trabalhando pra caramba em seu baixo Fender Jazz Bass (lembra os baixistas de blues de New Orleans) e Magu Cartabranca esqueceu de encolher a proeminente barriga, o que o fez sair da inércia e ir à luta em caminhadas e outros truques para se livrar dessa! Blog da Banda Rock Brasília

CRISTINA MAYUMI: COMPETENTE NISSEI PRODUTORA DA SÉTIMA ARTE NA CAPITAL.

Cristina Mayumi: paulistana de nascimento e brasiliense de coração, Mayumi veio para capital em 2008. Morou e trabalhou no Japão por nada menos que 11 anos anos e finalmente resolveu radicalizar-se no Distrito Federal por conta de novos horizontes, trabalho e família. Essa verdadeira guerreira nissei é esposa do cineasta Cleuberth Choi, com quem aprendeu a produzir, trabalhar e amar a sétima arte. Por conta da produção de seu companheiro produtor de cinema Mayumi desenvolveu diversos trabalhos cinematográficos que vão desde iluminação e fotografia até edição e finalização de filmes. Na verdade essa habilidosa nissei reuniu todo seu conhecimento e dedicação aprendidos nas tradições oriental e ocidental e mandou ver, fazendo o que a maioria dos video-makers e cineastas sabem muito bem que é criar um exército de um homem só. Ou seja, mão-de-obra especializada em cinema é pra lá de cara, daí esses corajosos empreendedores da telona acabam por aprender e fazer sempre quase todos os serviços da área por conta de baixíssimo orçamento, que por por mais modestos que possam parecer acabam por levar economias de anos de serviço de outras áreas de trabalho, porque câmeras profissionais, microfones, ilha de edição de cinema, dentre outras coisas, perfazem equipamentos que são caro pra caramba! Por isso Mayumi e seus colegas de produção cinematográfica tem que ter sempre nosso reconhecimento. De volta ao tema das atividades da telona, há uma que tem técnica específica que Mayumi salientou ao produzir a foto abaixo, onde predomina o cenário de cor verde: o chroma key, que significa literalmente cor chave. É possível achar na internet crianças e gente grande ensinando e se aventurando com tecidos de cor verde limão ou azul esticados e iluminados em espaços que viram cenário em home ou estúdios profissionais. Neles qualquer coisa que se deseje (de cenários virtuais a imagens de cidades, fazendas etc.) substituem toda a parte da imagem que tenha aquela cor chave, ou seja, o próprio chroma key, para criarem as impressões que fazem os artistas serem literalmente transportados para o ambiente que se deseje que eles estejam. Para clarear as idèias, um ator é fotografado ou filmado em um stúdio com cenários de cor verde ou azul, onde tal ator não pode vestir qualquer das cores que estejam sendo utilizadas como chroma key, vez que todos os espaços onde o chroma key aparece será substituído por imagens que se deseje inserir o ator. Para ilustrar o problema de se usar vestimentas de mesma cor do chroma, caso se queira fazer o homem invisível, basta que o artista atuante se envolva com tecido da mesma cor e ele desaparecerá de cena! Todo o espaço ocupado por ele será substituído pelas imagens que por sua vez substituirão o fundo verde ou azul. Exemplos práticos dessa realidade estão em todos os filmes da geração contemporanea de cinema, quando assistimos atores e atrizes voando ou em topos de edifícios que provocam aquele frio na barriga do telespectador, pois acredita estarem os artistas na beira de precipícios ou locais de risco de mesma intensidade. Na verdade encontram-se os mesmos em estúdios de cor verde ou azul e são animados pelo drama de se fazer movimentos como se estivessem para cair etc. E com ajuda de efeitos especiais de ventania provocadas por potentes ventiladores passam a total realismo quando se substitui o cenário do chroma. Nesse caso do precipício se terá a impressão de que, de fato, o artista está lá no topo do edifício e que a qualquer momento pode cair. Cristina Mayumi vem estudado, aprendendo e aplicando essa difícil técnica em suas produções e demonstra isso nessa linda fotografia de fundo verde e seus resultados práticos podem ser assistidos em suas obras cinematográficas. Todos do blog desejam sucesso para essa admirável cineasta que sempre tem espaço garantido nos posts da Banda Rock Brasília.