A matéria abaixo é creditada ao msn. A Banda Rockbrasília, porém, prepara texto com sua própria experiencia onde fora vítima do mesmo tipo de sabotagem.
A história dos imprevistos ocorridos na apresentação de Mariah Carey durante a virada de ano na Times Square, em Nova York, nos Estados Unidos, continua dando o que falar, e pelo jeito ainda vai render muito burburinho.
VOCÊ VIU? Mariah Carey rebate críticas após fiasco em show
Isso porque os representantes da popstar acusaram a "Dick Clark Productions", responsável pelo evento, de contribuir para o desastre no show da cantora.
"Vocês sabiam que os fones de ouvido não estavam funcionando e toda a equipe da produção não a preparou", escreveu Stella Bulochnikov em carta para Mark Shimmel, que faz parte da produtora.
Segundo a coluna "Page Six", a assessora da artista ressaltou também que Mariah dizia a todo tempo, durante a apresentação, que algo estava errado.
"Eu deveria ter tirado ela fora. Isso foi sabotagem. Depois que as coisas deram errado, eles tomaram a decisão de continuar deixando e fazer parecer que fosse um acidente. Eles devem-lhe uma desculpa pública", disparou.
Em contrapartida, a "Dick Clark Productions" se diz indignada com as considerações da equipe da famosa e que as acusações de sabotagem são "difamatórias".
"Em casos muito raros, há, naturalmente, erros técnicos que podem ocorrer na televisão ao vivo, no entanto, a nossa investigação inicial indicou que a DCP não tinha envolvimento nos problemas associados com o desempenho de Carey na véspera de Ano Novo. Queremos deixar claro que temos o maior respeito por Carey como artista e reconhecemos suas enormes realizações na indústria", afirmou um representante da produtora.
Durante sua apresentação, Mariah percebeu a falta de sincronia com o playback e o seu canto. Ela tentou seguir o show, mas com a permanência do problema, se irritou e deixou de cantar duas músicas.
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
SABOTAGEM NO SHOW DE MARYAH CAREY. BANDA ROCK BRASÍLIA ADVERTE: O PRÓXIMO PODE SER VOCÊ!
A matéria abaixo é creditada ao msn. A Banda Rockbrasília, porém, prepara texto com sua própria experiencia onde fora vítima do mesmo tipo de sabotagem.
A história dos imprevistos ocorridos na apresentação de Mariah Carey durante a virada de ano na Times Square, em Nova York, nos Estados Unidos, continua dando o que falar, e pelo jeito ainda vai render muito burburinho.
VOCÊ VIU? Mariah Carey rebate críticas após fiasco em show
Isso porque os representantes da popstar acusaram a "Dick Clark Productions", responsável pelo evento, de contribuir para o desastre no show da cantora.
"Vocês sabiam que os fones de ouvido não estavam funcionando e toda a equipe da produção não a preparou", escreveu Stella Bulochnikov em carta para Mark Shimmel, que faz parte da produtora.
Segundo a coluna "Page Six", a assessora da artista ressaltou também que Mariah dizia a todo tempo, durante a apresentação, que algo estava errado.
"Eu deveria ter tirado ela fora. Isso foi sabotagem. Depois que as coisas deram errado, eles tomaram a decisão de continuar deixando e fazer parecer que fosse um acidente. Eles devem-lhe uma desculpa pública", disparou.
Em contrapartida, a "Dick Clark Productions" se diz indignada com as considerações da equipe da famosa e que as acusações de sabotagem são "difamatórias".
"Em casos muito raros, há, naturalmente, erros técnicos que podem ocorrer na televisão ao vivo, no entanto, a nossa investigação inicial indicou que a DCP não tinha envolvimento nos problemas associados com o desempenho de Carey na véspera de Ano Novo. Queremos deixar claro que temos o maior respeito por Carey como artista e reconhecemos suas enormes realizações na indústria", afirmou um representante da produtora.
Durante sua apresentação, Mariah percebeu a falta de sincronia com o playback e o seu canto. Ela tentou seguir o show, mas com a permanência do problema, se irritou e deixou de cantar duas músicas.
domingo, 18 de dezembro de 2016
MURILO LIMA ARREBENTOU NAS GRAVAÇÕES DO ÁLBUM DA BANDA ROCK BRASÍLIA!!!
Murilo Lima é um artista respeitado no cenário do rock nacional. Foi por 5 anos o frontman do Capital Inicial (de 93 a 98), quando deixou seus poderosos vocais registrados, principalmente, nos álbuns Rua 47 e Ao Vivo. E sua trajetória de rock singer, todavia, nao parou por aí. Depois de todos esses anos no Capital, Murilo Lima fez diversos trabalhos, passando inclusive por Brasília, quando participou de shows e das gravações do álbum Rock Solidário é Rock Mesmo. Na ocasião foi convidado por Rogerio Aguas a juntar-se ao time que contava com Giuliano e Carmem Manfredini, Rogerio Aguas, seu ex-companheiro de banda Loro Jones e outros. Murilo Lima é atualmente o frontman da banda Brotheria, grupo liderado por Bozzo Barretti, que também foi do Capital Inicial. E diga-se de passagem, quem ouve as obras dessa super banda fica de queixo caído! Os caras são bons pra caramba e é de se esperar que a qualquer hora esses trabalhos da Brotheria venham a tomar conta das rádios de todo o Brasil. E isto é simplesmente em razão da alta qualidade tanto das letras, quanto dos áudios e melodias dessas pérolas compostas pelo respeitadíssimo Bozzo Barretti. É por essas e outras que Murilo Lima não poderia ficar de fora do álbum O Rock Brasília Ainda Não Morreu, que está no forno e sairá a qualquer momento para ganhar as ruas do DF inteiro! Murilo já foi lá no Zen Studios e deixou de forma muito competente sua marca registrada em 3 das 8 tracks desse trampo da Rock Brasília. E durante essa sua última passagem pela capital do país, Murilo falou ter se sentido honrado em participar especialmente do álbum da Rock Brasília e ainda por gravar em nada menos do que no Zen Studios. Murilo Lima disse também em entrevista a Magu Cartabranca, para o programa de TV por assinatura O Libertário, saber que o Zen é um renomado e histórico estúdio de gravações onde boa parte do rock de Brasília e artistas renomados do Brasil inteiro tiveram obrigatoriamente que ter passado pelo Zen Studios, que gostou muito de toda estrutura do estúdio e dos engenheiros de som Dego e Érika. É esperar um pouco mais para conferir, ouvir e apreciar essa obra que está destinada a ganhar seu lugar nas páginas recentes da história do rock made in DF.
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
E
Mais uma obra em plena ebulição, É bang bang reforça a crítica de que em Brasília a história de Capital do Rock já era e quando passa a ser tem apenas um lado: o passado que jaz nos anos oitenta e parou nos noventa. O problema apontado pelos autores da obra onde uma das estrofes segue abaixo é que quando se trata de investimento público (principalmente verba da Secretaria da Cultura e outras fontes oficiais) nada é contemplado seriamente além das bandas que fizeram sucesso naquela época atualmente conhecida como Era de Ouro. Por isso o grita geral continua. É bang bang! Na letra dessa bagaça Aguas e Magu nao esqueceram dos guerreiros da dificultosa produção e promoção desse famigerado rock da Capital e o nome da Cida San e do Mário Pazcheco entraram como representantes legítimos do rock made in Brasília da atualidade. Esse é genuíno, nao morreu e vive das próprias pernas, ou melhor, nas palavras de Mário Pazcheco: do próprio bolso! Que, aliás, é o nome do site de Pazcheco, um dos principais veículos do rock no Brasil contemporâneo! E quem acha que produzir shows de rock igual fazem Cida e Pazcheco é fácil, vai lá e tenta fazer: palco, bateria, amplificadores, muitas vezes hotéis, cachets, transporte, combustível, alimentação, permissão do poder público, Ecad, dentre outras coisas! E para tocar rock não é diferente e aqui podemos lembrar os ensinamentos de velho Bon Scott, o inigualável vocalista do AC DC, em uma das estrofes de It's a long way to the top if you wanna rock n roll, que tem vaga garantida nos covers da Banda Rock Brasília: If you think it's easy doin' one night stands/Try playin' in a rock roll band... traduzindo: se você acha que é fácil tocar uma noite inteira, tente tocar numa banda de rock! É isso aí, finalizamos tudo com o recado do velho e querido Bon! E seguem, finalmente, alguns dos versos da letra de Aguas e Magu:
É BANG BANG É BANG BANG
Brasília tem rock chapa branca
Mais também tem rock chapa fria
Que nos guetos e becos do Distrito Federal
As Cidas Sanns e Mários Pazchecos garantem
o rock pra galera da geral
É bang bang é bang bang.
Mais uma obra em plena ebulição, É bang bang reforça a crítica de que em Brasília a história de Capital do Rock já era e quando passa a ser tem apenas um lado: o passado que jaz nos anos oitenta e parou nos noventa. O problema apontado pelos autores da obra onde uma das estrofes segue abaixo é que quando se trata de investimento público (principalmente verba da Secretaria da Cultura e outras fontes oficiais) nada é contemplado seriamente além das bandas que fizeram sucesso naquela época atualmente conhecida como Era de Ouro. Por isso o grita geral continua. É bang bang! Na letra dessa bagaça Aguas e Magu nao esqueceram dos guerreiros da dificultosa produção e promoção desse famigerado rock da Capital e o nome da Cida San e do Mário Pazcheco entraram como representantes legítimos do rock made in Brasília da atualidade. Esse é genuíno, nao morreu e vive das próprias pernas, ou melhor, nas palavras de Mário Pazcheco: do próprio bolso! Que, aliás, é o nome do site de Pazcheco, um dos principais veículos do rock no Brasil contemporâneo! E quem acha que produzir shows de rock igual fazem Cida e Pazcheco é fácil, vai lá e tenta fazer: palco, bateria, amplificadores, muitas vezes hotéis, cachets, transporte, combustível, alimentação, permissão do poder público, Ecad, dentre outras coisas! E para tocar rock não é diferente e aqui podemos lembrar os ensinamentos de velho Bon Scott, o inigualável vocalista do AC DC, em uma das estrofes de It's a long way to the top if you wanna rock n roll, que tem vaga garantida nos covers da Banda Rock Brasília: If you think it's easy doin' one night stands/Try playin' in a rock roll band... traduzindo: se você acha que é fácil tocar uma noite inteira, tente tocar numa banda de rock! É isso aí, finalizamos tudo com o recado do velho e querido Bon! E seguem, finalmente, alguns dos versos da letra de Aguas e Magu:
É BANG BANG É BANG BANG
Brasília tem rock chapa branca
Mais também tem rock chapa fria
Que nos guetos e becos do Distrito Federal
As Cidas Sanns e Mários Pazchecos garantem
o rock pra galera da geral
É bang bang é bang bang.
E
Mais uma obra em plena ebulição, É bang bang reforça a crítica de que em Brasília a história de Capital do Rock já era e quando passa a ser tem apenas um lado: o passado que jaz nos anos oitenta e parou nos noventa. O problema apontado pelos autores da obra onde uma das estrofes segue abaixo é que quando se trata de investimento público (principalmente verba da Secretaria da Cultura) nada é contemplado seriamente além das banda que fizeram sucesso naquela época atualmente conhecida como Era de Ouro. Por isso o grita geral continua. É bang bang!
É BANG BANG É BANG BANG
Brasília tem rock chapa branca
Mais também tem rock chapa fria
Que nos guetos e becos do Distrito Federal
As Cidas Sanns e Mários Pazchecos garantem
o rock pra galera da geral
É bang bang é bang bang.
Mais uma obra em plena ebulição, É bang bang reforça a crítica de que em Brasília a história de Capital do Rock já era e quando passa a ser tem apenas um lado: o passado que jaz nos anos oitenta e parou nos noventa. O problema apontado pelos autores da obra onde uma das estrofes segue abaixo é que quando se trata de investimento público (principalmente verba da Secretaria da Cultura) nada é contemplado seriamente além das banda que fizeram sucesso naquela época atualmente conhecida como Era de Ouro. Por isso o grita geral continua. É bang bang!
É BANG BANG É BANG BANG
Brasília tem rock chapa branca
Mais também tem rock chapa fria
Que nos guetos e becos do Distrito Federal
As Cidas Sanns e Mários Pazchecos garantem
o rock pra galera da geral
É bang bang é bang bang.
quarta-feira, 20 de julho de 2016
SANDRINHA NATIVIDADE LEVA A BACIA DO CONGRESSO PRA LAVAR... COM ÁCIDO SULFÚRICO!!!!
Sandrinha Natividade é uma mineira de Governador Valadares que é muito séria, decidida, honesta e às vezes tem pavio curto! Sandrinha curte a Banda Rock Brasília e veste literalmente a camisa dessa bagaça há muito tempo. Por isso quando esteve em Brasília em junho deste ano, vestiu a camiseta que pede ajuda para salvar o paciente que está na U.T.I., ou seja, o próprio Rock Brasília e foi lá para o Congresso onde fez a foto acima. E logo que ajustou a mão á uma das bacias daquela Casa do Espanto pediu a Rogerio Aguas para fazer a foto. E Aguas perguntou logo: Sandrinha, aonde você vai com essa bacia?
E a Sandrinha mandou essa: Ora, vou lavar toda essa sujeira e não vai ser com lava jato não... vai ser ácido sulfúrico mesmo!!!! E continuou dizendo: Depois que ouvi Fantoches (música da Banda Rock Brasília) fiquei empolgada em fazer parte desse time que tem nojo dessa política podre que toma conta desse país todo. E por isso mesmo parabenizamos a linda e valente Sandrinha e postamos a letra de Fantoches abaixo da matéria. Lembramos que essa obra, Fantoches, esteve na pauta do programa Refrão, da TV Justiça, à época em que o ministro Gilmar Mendes era o Presidente do S.T.F. E Gilmar pediu para trocar a canção que Rogerio Aguas, autor da obra e convidado a comentar a obra no programa, que por sua vez convidou Loro Jones, ex-Capital Inicial a ir com ele e participar da matéria), pois, no entendimento do ministro se Fantoches fosse executada e comentada no programa em voga, o então Presidente do Senado, José Sarney, poderia entender que Gilmar Mendes estaria usando o espaço para atacar Sarney. O que nos deixa absolutamente orgulhosos dessa obra é o simples fato de Fantoches ter sido pauta e ter tensionado dois dos três poderes de nossa República, ou seja, o Legislativo, que Fantoches senta a pua, e o Judiciário, onde a obra aborda o tema sobre direitos. Foi por isso que Loro Jones entrou em ação e sugeriu a obra que gravara no Capital Inicial intitulada Michey Mouse em Moscou e foi essa que os rockers comentaram. Segue abaixo a letra da famigerada Fantoches e a explicação do que vem a ser ácido sulfúrico, substancia que a Sandrinha quer usar para lavar o Congresso todo!!! Banda Rock Brasília.
LETRA DE FANTOCHES: O cidadão mesmo se for plebeu/ tem o direito de pensar/ mas quando ele percebe isso/ suas asas são cortadas/ todo homem que é manipulado/ seu inconsciente quer se libertar/ de uma linguagem pobre, inexpressiva: não vê, não ouve e não fala. Fantoches não pensam, fantoches não queira ser.../ No Congresso dos fantoches só podia falar/ uma tal Maria Net começou a ensinar/ disse que manipulação é algo tão normal e que está bem sintonizada na antena global/ os fantoches concordaram com singelos gestos/ balançando suas cabeças como vacas de presépio/ resolveram, enfim, quanto iriam ganhar/ pra que no Congresso pudessem todos trabalhar/ e roubar/ Tenha coragem para ver/ pensar, falar, cantar, agir/ mudar de vez essa realidade/ Fantoches, só pra divertir... Fantoches, só pra divertir... E agora o que vem a ser ácido sulfúrico e quais os perigos dessa substancia química.
O ácido sulfúrico, H2SO4, é um ácido mineral forte. É solúvel na água em qualquer concentração. O antigo nome do ácido sulfúrico era Zayt al-Zaj, ou óleo de vitríolo, criado pelo alquimista medieval islâmico Jabir ibn Hayyan (Geber), que também é o provável descobridor da substância. O ácido sulfúrico tem várias aplicações industriais e é produzido em quantidade maior do que qualquer outra substância (só perde em quantidade para a água). A produção mundial em 2001 foi de 720 milhões de toneladas, com um valor aproximado de 8 bilhões de dólares. O principal uso engloba a fabricação de fertilizantes, o processamento de minérios, a síntese química, o processamento de efluentes líquidos e o refino de petróleo.
Uma característica peculiar ao ácido sulfúrico é quanto ao seu comportamento relacionado à concentração. Quando diluído (abaixo de concentrações molares de 90%), a solução assume caráter de ácido forte e não apresenta poder desidratante. Por outro lado, quando é concentrado (acima de 90%), deixa de ter caráter ácido e acentua-se o seu poder desidratante. Soluções concentradas deste ácido possuem pH=1,5 Fonte: Wikipedia. Perigos do ácido que Sandrinha quer usar para lavar a bacia do Congresso Nacional: Perigos mais importantes:
O ácido sulfúrico é um potente irritante do trato respiratório, pele e olhos. Sobre a pele produz queimadurasgraves com fibrose cicatricial intensa e limitações funcionais. Nos acidentes com os olhos pode provocar graves lesões ulcerativas, catarata e glaucoma. Embora a ingestão seja improvável, pode causar severos danos
ao aparelho digestivo. Manuseie o produto com segurança. Efeitos do produto:A inalação do vapor ou névoa pode causar tosse, espirros, sangramento nasal, broncospasmo, dificuldade
respiratória e edema pulmonar. A ingestão causa corrosão das membranas mucosas da boca, garganta e esôfago, dor epigástrica intensa com náuseas e vômitos semelhante à borra de café, edema de glote e asfixia. Efeitos adversos à saúde humana: As graves queimaduras produzidas pelo contato do ácido sulfúrico com a pele evoluem com lesões ulceradas
de cicatrização lenta, fibrose cicatricial e limitações funcionais. Extensas queimaduras podem levar à morte.Sinais de choque como suor frio e pegajoso, pulso rápido, respiração superficial e inquietação podem aparecer após ingestão ou contato extenso com a pele. O estado de choque é a causa mais freqüente de morte nos acidentes graves. O contato com os olhos produz ulceração profunda da córnea, cerato-conjuntivite e lesões de pálpebras com graves seqüelas, incluindo cegueira. Fonte: Quimiclor, produtos químicos.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
FINALMENTE ZEP VENCE: STAIRWAY 1 X 0 SPIRIT.
Após inúmeros acordos extra-judiciais onde compositores de blues ou seus herdeiros pressionaram Jimmy Page e Robert Plant, da banda inglesa Led Zeppelin, a inserirem créditos de autores como Willie Dixon, Muddy Waters, Blind Willie Johnson dentre outros, em canções que foram surrupiadas pelos Leds e ainda a arcarem com significativas indenizações, finalmente os caras do dirigível Zeppelin ganharam uma partida judicial na causa de Stairway to Heaven! No desenho da charge (difícil destacar o nome do desenhista para os devidos créditos) na manchete do blog, Page e Plant participam da audiência defendendo originalidade na composição de uma de suas maiores obras. Plant e Page foram processados por suposto plágio dos acordes de introdução de uma obra intitulada Taurus, da banda americana Spirit, que o Led Zeppelin abriu o show ao chegar nos USA em Denver, em 26 de dezembro de 1968. A banda e a Warner agradeceram o apoio de fãs de todo o planeta e segue abaixo a nota literal da distribuidora: "Estamos satisfeitos que o júri confirmou as verdadeiras origens de 'Stairway to Heaven'. O Led Zeppelin é uma das maiores bandas da história, e Jimmy Page e Robert Plant são compositores inigualáveis que criaram muitas das canções mais influentes e duradouras do rock", divulgou em nota a gravadora Warner. O veredicto da causa saiu no dia 23 de junho de 2016. Banda Rock Brasilia.
terça-feira, 24 de maio de 2016
KIM GORDON: MUSA DO ROCK TEM ATITUDE DE MULHER COM M MAIÚSCULO!
A bagaça desse blog da banda Rock Brasília falou de Musa na matéria passada, onde Rogerio Aguas e a nossa Loiraça do Baixo fizeram alusão ao projeto Escola de Rock e destacamos o romantismo e a esperança nesse estilo musical que é pura rebeldia em um mundo onde o pessimismo, maldade, traição e outros desvalores tomam conta de quase tudo. E essa iniciativa de se trazer esperança, romantismo e arte através da música foi bem interpretado pela maioria de nossos visitantes, pois, a matéria que leva a muito feliz imagem de Aguas e da Loira, pois interpretaram bem a mensagem proposta, provocaram mais de 5 mil clicks em menos de uma semana! Todavia, a questão do que é ser ou não ser Musa, quer do rock ou de qualquer outra coisa não foi bem entendida por alguns internautas. Pois bem, para esclarecer melhor trouxemos a matéria sobre nada mais, nada menos que Kim Gordon, outra loira dos contra-baixos, que também toca guitarra e tem diversas outras habilidades. E para não deixar mesmo quaisquer outras dúvidas, no final do texto vai pra todo mundo um resumo do que é Musa. E gente, Musa do Rock N Roll não é pra qualquer uma, pois, tem que ter além de tudo atitude de Rock! E Kim Gordon tem. A loira se destacou na música quando iniciou sua carreira na banda Sonic Youth, onde teve total visibilidade por ser baixista, guitarrista e ainda fazer vocal. E foi exatamente o baixo, o instrumento da loira do nosso projeto, que a tornou super famosa. Kim participou de outros projetos além da Sonic Youth, dentre eles, o da Free Kitten, onde atuou ao lado de Julia Cafritiz, do grupo Pussy Galore. Em 90 passou a produzir e fez o trampo da banda Hole, Pretty on the Inside (1991). Kim Gordon é uma artista completa com formação acadêmica. Formada na Faculdade Otis of Art and Design, LA, tem se estabelecido como curadora de obras de arte e sua carreira nesse ramo consagrou a loira em Tóquio e outros cantos do mundo. Nossa blond girl ainda arrumou tempo para ser atriz. Fez o Las Days, uma biografia fictícia de Kurt Cobain, que foi de fato seu amigo. Kim passou pelo Gilmore Girls e ali fez uma participação especial junto com seu marido e sua filha, Coco, quando tocou a música What a Waste. É nesse aspecto que destacamos a manchete de ter Kim qualidades de Musa e ainda atitude de Rock n Roll, vez que em um mundo onde a família tem sido bastante atacada e avacalhada, Kim mandou bem levando seu maridão e filha para a frente das camêras, assumindo ali mais um de seus papéis mãe e mulher, independente da ordem. A atitude que destacamos na trajetória dessa loiraça é a de ter tocado o fuck you pro seu marido, depois de ter pego o canalha com uma amante. Lembramos aqui a frase de outra Musa, mas do esporte nacional, Fernanda Gentil: Os homens (mulheres) fracos tem amantes... os homens (mulheres) fortes tem família. Os parenteses são nossos. Por essas e outras merece Kim Gordon todo nosso respeito e inspiração e faz totalmente jus ao título de Musa do Rock N Roll.
Fernanda Gentil: Os homens (mulheres) fracos tem amantes... os homens (mulheres) fortes tem família.
E daqui por diante, diretamente da Wikipedia.
As musas (em grego antigo: Μοῦσα, transl.: Mousa), na mitologia grega, eram entidades a quem era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística ou científica. Eram as nove filhas de Mnemosine e Zeus. O templo das musas era o Museion, termo que deu origem à palavra museu nas diversas línguas indo-europeias como local de cultivo e preservação das artes e ciências.
As nove musas[editar | editar código-fonte]
Nove musas
Musa Significado do nome Arte ou Ciência Representação (Atributo)
Calíope Bela voz Eloquência Tabuleta e buril
Clio
Kleio A Proclamadora História Pergaminho parcialmente aberto
Erato Amável Poesia Lírica Pequena Lira
Euterpe A doadora de prazeres Música Flauta
Melpômene A poetisa Tragédia Uma máscara trágica, uma grinalda e uma clava
Polímnia
Polyhymnia A de muitos hinos Música Cerimonial (sacra) Figura velada
Tália
Thaleia A que faz brotar flores Comédia Máscara cômica e coroa de hera ou um bastão
Terpsícore A rodopiante Dança Lira e plectro
Urânia A celestial Astronomia e Astrologia Globo celestial e compasso
Origem mitológica[editar | editar código-fonte]
Hesíodo e a musa
Por Gustave Moreau, 1891, Museu de Orsay
Após a vitória dos deuses do Olimpo sobre os seis filhos de Urano, conhecidos como titãs, foi solicitado a Zeus que se criassem divindades capazes de cantar a vitória e perpetuar a glória dos Olímpicos. Zeus então partilhou o leito com Mnemósine, a deusa da memória, durante dez noites consecutivas e, um ano depois, Mnemósine deu à luz nove filhas em um lugar próximo ao monte Olimpo. Criou-as ali o caçador Croto, que depois da morte foi transportado, pelo céu, até a constelação de Sagitário. As musas cantavam o presente, o passado e o futuro, acompanhados pela lira de Apolo, para deleite das divindades do panteão. Eram, originalmente, ninfas dos rios e lagos. Seu culto era originário da Trácia ou em Pieria, região a leste do Olimpo, de cujas encostas escarpadas desciam vários córregos produzindo sons que sugeriam uma música natural, levando a crer que a montanha era habitada por deusas amantes da música. Nos primórdios, eram apenas deusas da música, formando um maravilhoso coro feminino. Posteriormente, suas funções e atributos se diversificaram.
Calíope (bela voz), a primeira entre as irmãs, era a musa da eloqüência. Seus símbolos eram a tabuleta e o buril. É representada sob a aparência de uma jovem de ar majestoso, a fronte cingida de uma coroa de ouro. Está ornada de grinaldas, com uma mão empunha uma trombeta e com a outra, um poema épico. Foi amada por Apolo, com quem teve dois filhos: Himeneu e Iálemo. E também por Eagro, que desposou e de quem teve Orfeu, o célebre cantor da Trácia.
Clio (a que confere fama) era a musa da História, sendo símbolos seus o clarim heróico e a clepsidra. Costumava ser representada sob o aspecto de uma jovem coroada de louros, tendo na mão direita uma trombeta e na esquerda um livro intitulado "Tucde". Aos seus atributos acrescentam-se ainda o globo terrestre sobre o qual ela descansa, e o tempo que se vê ao seu lado, para mostrar que a história alcança todos os lugares e todas as épocas.
Euterpe (a que dá júbilo) era a musa da poesia lírica e tinha por símbolo a flauta, sua invenção. Ela é uma jovem, que aparece coroada de flores, tocando o instrumento de sua invenção. Ao seu lado estão papéis de música, oboés e outros instrumentos. Por estes atributos, os gregos quiseram exprimir o quanto as letras encantam àqueles que as cultivam.
Tália (a festiva) era a musa da comédia que vestia uma máscara cômica e portava ramos de hera. É mostrada por vezes portando também um cajado de pastor, coroada de hera, calçada de borzeguins e com uma máscara na mão. Muitas de suas estátuas têm um clarim ou porta-voz, instrumentos que serviam para sustentar a voz dos autores na comédia antiga.
Melpômene (a cantora) era a musa da tragédia; usava máscara trágica e folhas de videira. Empunhava a maça de Hércules e era oposto de Tália. O seu aspecto é grave e sério, sempre está ricamente vestida e calçada com coturnos.
Terpsícore (a que adora dançar) era a musa da dança. Também regia o canto coral e portava a cítara ou lira. Apresenta-se coroada de grinaldas, tocando uma lira, ao som da qual dirige a cadência dos seus passos. Alguns autores fazem-na mãe das Sereias.
Érato (a que desperta desejo) era a musa do verso erótico. É uma jovem ninfa coroada de mirto e rosas. Com a mão direita segura uma lira e com a esquerda um arco. Ao seu lado está um pequeno Amor que beija-lhe os pés.
Polímnia (a de muitos hinos) era a musa dos hinos sagrados e da narração de histórias. Costuma ser apresentada em atitude pensativa, com um véu, vestida de branco, em uma atitude de meditação, com o dedo na boca.
Urânia (celeste) era a musa da astronomia, tendo por símbolos um globo celeste e um compasso. Representam-na com um vestido azul-celeste, coroada de estrelas e com ambas as mãos segurando um globo que ela parece medir, ou então tendo ao seu lado uma esfera pousada uma tripeça e muitos instrumentos de matemática. Urânia era a entidade a que os astrônomos/astrólogos pediam inspiração.
As musas Clio, Euterpe e Talia
Por Eustache Le Sueur
Suas moradas, normalmente situadas próximas à fontes e riachos, ficavam na Pieria, leste do Olimpo (musas pierias), no monte Helicon, na Beócia (musas beócias) e no monte Parnaso em Delfos (musas délficas). Nesses locais dançavam e cantavam, acompanhadas muitas vezes de Apolo Musagetes (líder das musas - epíteto de Apolo). Eram bastante zelosas de sua honra e puniam os mortais que ousassem presumir igualdade com elas na arte da música.
O coro das musas tornou o seu lugar de nascimento um santuário e um local de danças especiais. Também frequentavam o monte Hélicon, onde duas fontes, Aganipe e Hipocrene, tinham a virtude de conferir inspiração poética a quem bebesse suas águas. Ao lado das fontes, faziam gracioso movimentos de uma dança, com seus pés incansáveis, enquanto exibiam a harmonia de suas vozes cristalinas.
Na mitologia grega, as musas (em grego Μοῦσαι) eram, segundo os escritores mais antigos, as deusas inspiradoras da música e, segundo as noções posteriores, divindades que presidiam os diferentes tipos de poesia, assim como as artes e as ciências. Originalmente foram consideradas Ninfas inspiradoras das fontes, próximas das quais eram adoradas, e levaram nomes diferentes em distintos lugares, até que a adoração tracio-beócia das nove musas se estendeu desde Beócia ao resto das regiões da Grécia e ao final permaneceria geralmente estabelecida.
Ainda que na mitologia romana terminaram sendo identificadas com as Camenas, Ninfas inspiradoras das fontes, na realidade pouco tinham a ver com elas.
Genealogia
Atena junto às musas
Por Frans Floris, c. 1560
A genealogia das musas não é a mesma em todas as fontes. A noção mais comum é que eram filhas de Zeus, rei dos Olímpicos, e Mnemôsine, deusa da memória, e que nasceram em Pieria na Trácia, ao pé do monte Olimpo, pelo qual às vezes lhes chamavam Olímpicas, mas alguns autores como Alcmán, Mimnermos e Praxila as consideravam mais primordiais, filhas de Urano e Gaia. Pausânias explica que havia duas gerações de musas, sendo as primeiras e mais antigas filhas de Urano e Gaia e as segundas de Zeus e Mnemôsine. Eram belas e sempre conseguiam o que elas queriam. Outras versões afirmavam que eram filhas:
De Apolo;lonis
De Zeus e Plusia;
De Zeus e Atena;
De Urano e Gaia;
De Píeros e uma ninfa pimpleia ao qual Cícero chama Antíope (pelo qual às vezes lhes chamam Piérides, Pimpleias ou Pimpleídes);
De Zeus e Mnemôsine ou Mnemea de onde são chamadas mnemonides. Moneta provavelmente é uma simples tradução romana dessas deusas.
Considerava-se Eufeme a ama-de-leite das musas e ao pé do monte Helicón sua estátua aparecia junto à de Linos.
Sobre seu número[editar | editar código-fonte]
Três musas
baixo-relevo de Mantineia atribuído ao escultor de Praxíteles, século IV a. C.
Por Pausânias, sabemos que originalmente se adoravam a três musas no monte Helicón, na Beócia:
Meletea ("meditação");
Mnemea ("memória");
Aedea ("canto", "voz").
Dizia-se que seu culto e nomes haviam sido introduzidos pela primeira vez pelos Aloádes: Efialtes e Otos. Juntas formavam o retrato completo das pré-condições para a arte poética nas práticas religiosas. Também se reconheciam a três em Sición, onde uma delas levava o nome de Polimatía, e em Delfos, onde seus nomes eram idênticos aos das três cordas da lira, ou seja, Nete, Mese e Hípate, ou Cefisos, Apolonis e Boristenis, que eram os nomes que as caracterizavam como filhas de Apolo.
Como filhas de Zeus e Plusia se acham menções a cinco musas:
Meletea ("praticar");
Menme ("recordar");
Telxínoe ("tocar");
Aedea ("cantar");
Arkhe ("glorificar").
Algumas fontes, na qual por sua vez são consideradas filhas de Píeros, mencionam sete musas chamadas Piérides: Neilos, Tritone, Asopos, Heptapora, Aquelois, Tipoplos e Rhodia, e por último outras mencionam oito, que também se diz que era o número reconhecido em Atenas.
As nove musas canônicas[editar | editar código-fonte]
Finalmente, consolidou-se em toda a Grécia o número de nove musas. Homero menciona algumas vezes uma musa e outras vezes várias musas, mas somente uma vez a Odisseia cita que eram nove. No entanto, não menciona nenhum de seus nomes. Hesíodo, na Teogonia, é o primeiro que dá os nomes das nove, que a partir de então passaram a ser reconhecidas. Plutarco afirma que em alguns lugares as nove eram chamadas pelo nome comum de Mneae ("recordações").
As nove musas canônicas são:
Calíope (Καλλιόπη, "a de bela voz")
Clio (Κλειώ, "a que celebra")
Erato (Ερατώ, "amorosa")
Euterpe (Ευτέρπη, "deleite")
Melpômene (Μελπομένη, "cantar")
Polímnia (Πολυμνία, "muitos hinos")
Tália (θάλλεω, "florescer")
Terpsícore (Τερψιχόρη, "deleite da dança")
Urânia (Ουρανία, "celestial")
Apesar da difundida crença, não havia correlação entre as artes tradicionais (que eram seis) e as musas, sendo tal associação uma inovação posterior.
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